Academy Awards History: A História do Oscar (1929 a 1940)

Vencedores do 1º Oscar. No centro: o casal de atores Douglas Fairbanks e Janet Gaynor (photo by www.oscars.org)

No centro: o casal de atores Douglas Fairbanks e Janet Gaynor (photo by http://www.oscars.org)

Como se trata de um blog sobre premiação, nada mais natural do que postar os indicados e vencedores do mais cobiçado deles: o Oscar. Incontáveis vezes, várias pessoas se perguntam: “Esse filme ganhou algum Oscar? E aquele ator? Já foi indicado? Perdeu pra quem? E em qual ano isso aconteceu?”

Para quem curte recordes, vale a pena acompanhar as 22 vitórias de Walt Disney (em sua grande maioria pelas categorias de curta de animação), assim como as 20 indicações e derrotas do técnico de som Kevin O’Connell. Claro que as injustiças fazem parte da história da premiação. Só para citar duas: Alfred Hitchcock fora indicado 5 vezes como diretor, inclusive por obras-primas como Janela Indiscreta e Psicose, mas nunca levou a estatueta; Stanley Kubrick, um dos cineastas mais visionários de todos os tempos, foi indicado em 13 oportunidades como diretor, roteirista e produtor, mas acabou levando seu único Oscar justamente pelos efeitos visuais de 2001: Uma Odisséia no Espaço, o que acabou não compensando os vários anos de mega injustiça.

Inicialmente, o propósito da Academia era unicamente premiar os melhores do ano. Caso houvesse alguma injustiça, eles concediam os prêmios especiais. Contudo, em 1940, teve início um dos maiores problemas no sistema de votação: o voto por compensação. James Stewart nitidamente era o melhor ator por sua perfomance visceral em A Mulher Faz o Homem, mas resolveram premiar Robert Donat. No ano seguinte, tentaram compensar Stewart e lhe entregaram o Oscar por um papel menor na comédia Núpcias de Escândalo, entretanto, sua vitória acabou causando outra injustiça: a derrota de Henry Fonda (As Vinhas da Ira), Charles Chaplin (O Grande Ditador) e Laurence Olivier (Rebecca, a Mulher Inesquecível), criando uma bola de neve de compensações por derrotas anteriores que até hoje persiste na cabeça dos votantes.

Em 1999, Dame Judi Dench levou o Oscar de coadjuvante por sua reduzida atuação de 8 minutos em Shakespeare Apaixonado, já que perdeu injustamente no ano anterior para Helen Hunt (Melhor é Impossível) por seu estupendo trabalho em Sua Majestade Mrs. Brown. Mas essa vitória acabou causando a derrota da ótima interpretação de Lynn Redgrave em Deuses e Monstros. Embora a Arte seja subjetiva em termos de avaliação, algumas injustiças não escapam de uma análise mais crítica.

Enfim, a idéia aqui seria reunir todos os dados de cada cerimônia para que os cinéfilos possam saciar suas curiosidades sobre o Oscar. Para facilitar, os posts serão divididos por décadas, exceto pelo primeiro que abrange 1929 até 1940. Nesses primeiros anos, como a Academia ainda estava em formação, é possível detectar algumas curiosidades como as extintas categorias Melhor Diretor de Comédia (que só existiu no primeiro ano), Direção de Dança e Assistente de Direção. As categorias de ator e atriz coadjuvantes só começaram a existir a partir de 1937. Os vencedores dessas categorias só recebiam placas da Academia com seus nomes até 1944, quando passaram a receber as estatuetas como os atores principais. Aliás, muitos vencedores das categorias técnicas como Montagem só receberam estatuetas do Oscar a partir dos anos 40, época em que houve a padronização da Academia.

Além da Quebra da Bolsa de Nova York, 1929 foi um ano marcado pela integração do som no cinema. A Academia concedeu o prêmio honorário à produção pioneira no uso do som: O Cantor de Jazz. O som nos filmes só passou a ser reconhecido através de uma categoria competitiva a partir do 3º ano, em 1930, pois os profissionais ainda não sabiam avaliar corretamente a qualidade de uma tecnologia tão recente.

Quanto à origem do nome “Oscar”, que substituiu o formal “Academy Award statuette (estatueta do prêmio da Academia)”, existem umas três versões, sendo a mais famosa oriunda da bibliotecária e secretária-executiva da Academia, Margareth Herrick, que associou a figura da estatueta ao seu tio Oscar em 1931. Já a atriz Bette Davis teria alegado que a estatueta lhe lembrava seu marido Harmon Oscar Nelson. E em 1934, o jornalista Sidney Skolsky atribuiu o nome Oscar ao reportar a vitória de Katharine Hepburn.

THE 12nd ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1940

29 de Fevereiro de 1940

... E o Vento Levou, de Victor Fleming

… E o Vento Levou, de Victor Fleming

MELHOR FILME
– Vitória Amarga (Dark Victory)
– Adeus, Mr. Chips (Goodbye, Mr. Chips)
• … E o Vento Levou (Gone With the Wind)
– Duas Vidas (Love Affair)
– A Mulher Faz o Homem (Mr. Smith Goes to Washington)
– Ninotchka (Ninotchka)
– Carícia Fatal (Of Mice and Men)
– No Tempo das Diligências (Stagecoach)
– O Mágico de Oz (The Wizard of Oz)
– O Morro dos Ventos Uivantes (Wuthering Heights)

MELHOR DIRETOR
• Victor Fleming (… E o Vento Levou)
– Sam Wood (Adeus, Mr. Chips)
– Frank Capra (A Mulher Faz o Homem)
– John Ford (No Tempo das Diligências)
– William Wyler (O Morro dos Ventos Uivantes)

MELHOR ATOR
Robert Donat (Adeus, Mr. Chips)
– Clark Gable (… E o Vento Levou)
– Laurence Olivier (O Morro dos Ventos Uivantes)
– Mickey Rooney (Sangue de Artista)
– James Stewart (A Mulher Faz o Homem)

MELHOR ATRIZ
– Bette Davis (Vitória Amarga)
– Irene Dunne (Duas Vidas)
– Greta Garbo (Ninotchka)
– Greer Garson (Adeus, Mr. Chips)
• Vivien Leigh (… E o Vento Levou)


Vivien Leigh agradece o reconhecimento

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Brian Aherne (Juarez)
– Harry Carey (A Mulher Faz o Homem)
– Brian Donlevy (Beau Geste)
Thomas Mitchell (No Tempo das Diligências)
– Claude Rains (A Mulher Faz o Homem)

Thomas Mitchell: Vencedor do Oscar de coadjuvante por No Tempo das Diligências (photo by theacademy.tumblr.com)

Thomas Mitchell: Vencedor do Oscar de coadjuvante por No Tempo das Diligências (photo by theacademy.tumblr.com)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Olivia de Havilland (… E o Vento Levou)
– Geraldine Fitzgerald (O Morro dos Ventos Uivantes)
• Hattie McDaniel (… E o Vento Levou) – Tornou-se a primeira afro-americana a ser indicada e ganhar um Oscar
– Edna May Oliver (Ao Rufar dos Tambores)
– Maria Ouspenskaya (Duas Vidas)


Comovida, Hattie McDaniel agradece o reconhecimento

MELHOR HISTÓRIA ORIGINAL
– Felix Jackson (Mãe por Acaso)
– Mildred Cram, Leo McCarey (Duas Vidas)
• Lewis R. Foster (A Mulher Faz o Homem)
– Melchior Lengyel (Ninotchka)
– Lamar Trotti (A Mocidade de Lincoln)

MELHOR ROTEIRO
• Sidney Howard (… E o Vento Levou) – Postumamente. O sr. Howard se tornou o primeiro caso de Oscar póstumo.
– Eric Maschwitz, R.C. Sheriff, Claudine West (Adeus, Mr. Chips)
– Sidney Buchman (A Mulher Faz o Homem)
– Charles Brackett, Walter Reisch, Billy Wilder (Ninotchka)
– Ben Hecht, Charles MacArthur (O Morro dos Ventos Uivantes)

MELHOR FOTOGRAFIA – COLORIDA
– Ray Rennahan, Bert Glennon (Ao Rufar dos Tambores)
– Georges Périnal, Osmond Borradaile (As Quatro Penas Brancas)
• Ernest Haller, Ray Rennahan (… E o Vento Levou)
– William V. Skall (O Mikado)
– Sol Polito, W. Howard Greene (Meu Reino por um Amor)
– Harold Rosson (O Mágico de Oz)

MELHOR FOTOGRAFIA – PRETO E BRANCO
– Joseph A. Valentine (O Primeiro Amor)
– Victor Milner (Sonho Maravilhoso)
– Joseph H. August (Gunga Din)
– Gregg Toland (Intermezzo: Uma História de Amor)
– Tony Gaudio (Juarez)
– Norbert Brodine (Flor dos Trópicos)
– Joseph Walker (O Paraíso Infernal)
– Arthur C. Miller (E as Chuvas Chegaram)
– Bert Glennon (No Tempo das Diligências)
• Gregg Toland (O Morro dos Ventos Uivantes)

MELHOR MONTAGEM
Hal C. Kern, James E. Newcom (… E o Vento Levou)
– Charles Frend (Adeus, Mr. Chips)
– Gene Havlick, Al Clark (A Mulher Faz o Homem)
– Barbara McLean (E as Chuvas Chegaram)
– Otho Lovering, Dorothy Spencer (No Tempo das Diligências)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
– Hans Dreier, Robert Odell (Beau Geste)
– Charles D. Hall (Capitão Fúria)
– Jack Otterson, Martin Obzina (O Primeiro Amor)
• Lyle R. Wheeler (… E o Vento Levou)
– Van Nest Polglase, Alfred Herman (Duas Vidas)
– John Victor Mackay (A Grande Conquista)
– Lionel Banks (A Mulher Faz o Homem)
– Anton Grot (Meu Reino por um Amor)
– William S. Darling , George Dudley (E as Chuvas Chegaram)
– Alexander Toluboff (No Tempo das Diligências)
– Cedric Gibbons, William A. Horning (O Mágico de Oz)
– James Basevi (O Morro dos Ventos Uivantes)

MELHOR TRILHA MUSICAL ORIGINAL
– Max Steiner (Vitória Amarga)
– Werner Janssen (Eternamente Tua)
– Victor Young (Conflitos de Duas Almas)
– Max Steiner (… E o Vento Levou)
– Victor Young (As Viagens de Gulliver)
– Lud Gluskin, Lucien Moraweck (O Máscara de Ferro)
– Victor Young (A Grande Conquista)
– Anthony Collins (A Enfermeira Edith Cavell)
– Aaron Copland (Carícia Fatal)
– Alfred Newman (E as Chuvas Chegaram)
• Herbert Stothart (O Mágico de Oz)
– Alfred Newman (O Morro dos Ventos Uivantes)

MELHOR CONDUÇÃO
– Roger Edens, George Stoll (Sangue de Artista)
– Charles Previn (O Primeiro Amor)
– Phil Boutelje, Arthur Lange (Sonho Maravilhoso)
– Alfred Newman (O Corcunda de Notre Dame)
– Louis Forbes (Intermezzo: Uma História de Amor)
– Dimitri Tiomkin (A Mulher Faz o Homem)
– Aaron Copland (Carícia Fatal)
– Erich Wolfgang Korngold (Meu Reino por um Amor)
– Cy Feuer (She Married a Cop)
• Richard Hageman, W. Franke Harling, John Leipold, Leo Shuken (No Tempo das Diligências)
– Louis Silvers (O Coração de um Trovador)
– Alfred Newman (Música, Divina Música!)
– Victor Young (Terra Abençoada)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Faithful Forever”, de Ralph Rainger, Leo Robin (As Viagens de Gulliver)
“I Poured My Heart Into a Song”, de Irving Berlin (Dúvidas de um Coração)
“Wishing”, de Buddy G. DeSylva (Duas Vidas)
“Over the Rainbow”, de Harold Arlen, E.Y. Harburg (O Mágico de Oz)

MELHOR SOM
– Douglas Shearer (Balalaika)
– Thomas T. Moulton (… E o Vento Levou)
– A.W. Watkins (Adeus, Mr. Chips)
– Loren L. Ryder (Sonho Maravilhoso)
– John Aalberg (O Corcunda de Notre Dame)
– Charles L. Lootens (A Grande Conquista)
– John P. Livadary (A Mulher Faz o Homem)
– Elmer Raguse (Carícia Fatal)
– Nathan Levinson (Meu Reino por um Amor)
– Edmund H. Hansen (E as Chuvas Chegaram)
• Bernard B. Brown (Noite de Pecado)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
– Jack Cosgrove, Fred Albin, Arthur Johns (… E o Vento Levou)
– Roy Davidson, Edwin C. Hahn (O Paraíso Infernal)
– Byron Haskin, Nathan Levinson (Meu Reino por um Amor)
– Roy Seawright (Marido Mal Assombrado)
• Fred Sersen, Edmund H. Hansen (E as Chuvas Chegaram)
– Farciot Edouart, Gordon Jennings, Loren L. Ryder (Aliança de Aço)
– A. Arnold Gillespie, Douglas Shearer (O Mágico de Oz)

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
– Drunk Driving
– Five Times Five
• Sons of Liberty

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
• Busy Little Bears
– Information Please: Series 1, No. 1
– Prophet Without Honor
– Sword Fishing

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– Detouring America
– Peace on Earth
– Como Treinar um Pointer, de Walt Disney
• Ugly Duckling, de Walt Disney

OSCAR HONORÁRIO
Douglas Fairbanks
Jean Hersholt
William Cameron Menzies (… E o Vento Levou)

JUVENILE AWARD
Judy Garland

A jovem e bela Judy Garland recebe mini Oscar e beijo de seu companheiro de tela Mickey Rooney (photo by classicosnaoantigos.blogspot.com)

A jovem e bela Judy Garland recebe mini Oscar e beijo de seu companheiro de tela Mickey Rooney (photo by classicosnaoantigos.blogspot.com)

IRVING G. THALBERG MEMORIAL AWARD
David O. Selznick

11st ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1939

23 de Fevereiro de 1939

Do Mundo Nada se Leva, de Frank Capra

Do Mundo Nada se Leva, de Frank Capra

MELHOR FILME
– As Aventuras de Robin Hood (The Adventures of Robin Hood)
– A Epopéia do Jazz (Alexander’s Ragtime Band)
– Com os Braços Abertos (Boys Town)
– A Cidadela (The Citadel)
– Quatro Filhas (Four Daughters)
– A Grande Ilusão (La Grande Illusion)
– Jezebel (Jezebel)
– Pigmalião (Pygmalion)
– Piloto de Provas (Test Pilot)
• Do Mundo Nada se Leva (You Can’t Take it With You)

MELHOR DIRETOR
– Michael Curtiz (Anjos de Cara Suja)
– Michael Curtiz (Quatro Filhas)
– Norman Taurog (Com os Braços Abertos)
– King Vidor (A Cidadela)
• Frank Capra (Do Mundo Nada se Leva)

MELHOR ATOR
– Charles Boyer (Argélia)
– James Cagney (Anjos de Cara Suja)
– Robert Donat (A Cidadela)
– Leslie Howard (Pigmalião)
• Spencer Tracy (Com os Braços Abertos) – Spencer Tracy não estava presente na cerimônia. Sua esposa Louise Treadwell aceitou o prêmio por ele.

MELHOR ATRIZ
– Fay Bainter (Novos Horizontes)
• Bette Davis (Jezebel)
– Wendy Hiller (Pigmalião)
– Norma Shearer (Maria Antonieta)
– Margaret Sullavan (Três Camaradas)

Spencer Tracy e Bette Davis venceram por Com os Braços Abertos e Jezebel, respectivamente (photo by acertaincinema.com)

Spencer Tracy e Bette Davis venceram por Com os Braços Abertos e Jezebel, respectivamente (photo by acertaincinema.com)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Walter Brennan (Romance do Sul)
– John Garfield (Quatro Filhas)
– Gene Lockhart (Argélia)
– Robert Morley (Maria Antonieta)
– Basil Rathbone (Se Eu Fora Rei)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
• Fay Bainter (Jezebel)
– Beulah Bondi (Ingratidão)
– Billie Burke (Sua Excelência, O Chofer)
– Spring Byington (Do Mundo Nada se Leva)
– Miliza Korjus (A Grande Valsa)

MELHOR HISTÓRIA ORIGINAL
– Irving Berlin (A Epopéia do Jazz)
– Rowland Brown (Anjos de Cara Suja)
– John Howard Lawson (Bloqueio)
• Eleanore Griffin, Dore Schary (Com os Braços Abertos)
– Marcella Burke, Frederick Kohner (Louca por Música)
– Frank Wead (Piloto de Provas)

MELHOR ROTEIRO
– John Meehan, Dore Schary (Com os Braços Abertos)
– Ian Dalrymple, Elizabeth Hill, Frank Wead (A Cidadela)
– Lenore J. Coffee, Julius J. Epstein (Quatro Filhas)
• George Bernard Shaw, Ian Dalrymple, Cecil Lewis, W.P. Lipscomb (Pigmalião)
– Robert Riskin (Do Mundo Nada se Leva)

MELHOR FOTOGRAFIA
– James Wong Howe (Argélia)
– Ernest Miller, Harry J. Wild (A Pequena do Exército)
– Victor Millner (Lafitte, o Corsário)
• Joseph Ruttenberg (A Grande Valsa)
– Ernest Haller (Jezebel)
– Joseph A. Valentine (Louca por Música)
– Norbert Brodine (Sua Exceleância, o Chofer)
– J. Peverell Marley (Suez)
– Robert De Grasse (Que Papai Não Saiba)
– Joseph Walker (Do Mundo Nada se Leva)
-Leon Shamroy (Jovem no Coração)

MELHOR MONTAGEM
• Ralph Dawson (As Aventuras de Robin Hood)
– Barbara McLean (A Epopéia do Jazz)
– Tom Held (A Grande Valsa)
– Tom Held (Piloto de Provas)
– Gene Havlick (Do Mundo Nada se Leva)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
• Carl Jules Weyl (As Aventuras de Robin Hood)
– Lyle R. Wheeler (As Aventuras de Tom Sawyer)
– Bernard Herzbrun, Boris Leven (Epopéia do Jazz)
– Alexander Toluboff (Argélia)
– Van Nest Polglase (Dance Comigo)
– Richard Day (Goldwyn Follies)
– Stephen Goosson, Lionel Banks (Boêmio Encantador)
– Hans Dreier, John B. Goodman (Se Eu Fora Rei)
– Jack Otterson (Louca por Música)
– Cedric Gibbons (Maria Antonieta)
– Charles D. Hall (Sua Excelência, o Chofer)

MELHOR TRILHA MUSICAL ORIGINAL
• Erich Wolfgang Korngold (As Aventuras de Robin Hood)
– Victor Young (A Pequena do Exército)
– Werner Janssen (Bloqueio)
– Marvin Hatley (A Ceia dos Veteranos)
– Victor Young (Piruetas do Destino)
– Alfred Newman (O Cowboy e a Granfina)
– Richard Hageman (Se Eu Fora Rei)
– Herbert Stothart (Maria Antonieta)
– Robert Russell Bennett (Transpacífico)
– Louis Silvers (Suez)
– Franz Waxman (Jovem no Coração)

MELHOR CONDUÇÃO
• Alfred Newman (A Epopéia do Jazz)
– Victor Baravalle (Dance Comigo)
– Morris Stoloff, Gregory Stone (Flores da Primavera)
– Alfred Newman (Goldwyn Follies)
– Max Steiner (Jezebel)
– Charles Previn, Frank Skinner (Louca por Música)
– Cy Feuer (Tempestade Sobre Bengala)
– Herbert Stothart (Canção de Amor)
– Marvin Hatley (Aí Vai Meu Coração)
– Boris Morros (Feitiço do Trópico)
– Franz Waxman (Jovem no Coração)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Always and Always”, de Edward Ward, Chet Forrest, Bob Wright (Manequim)
“Change Partners and Dance With Me”, de Irving Berlin (Dance Comigo)
“The Cowboy and the Lady”, de Lionel Newman, Arthur Quenzer (O Cowboy e a Granfina)
“Dust”, de Johnny Marvin (Sob as Estrelas do Oeste)
“Jeepers Creepers”, de Harry Warren, Johnny Mercer (Coragem a Muque)
“Merrily We Live”, de Phil Charig, Arthur Quenzer (Sua Excelência, o Chofer)
“A Mist Over the Moon”, de Oscar Hammerstein II (The Lady Objects)
“My Own”, de Jimmy McHugh, Harold Adamson (Idade Perigosa)
“Now it Can be Told”, de Irving Berlin (A Epopéia do Jazz)
“Thanks for the Memory”, de Ralph Rainger, Leo Robin (Folia a Bordo)

MELHOR SOM
– Charles L. Lootens (A Pequena do Exército)
• Thomas T. Moulton (O Cowboy e a Granfina)
– Nathan Levinson (Quatro Filhas)
– Loren L. Ryder (Se Eu Fora Rei)
– Elmer Raguse (Sua Excelência, o Chofer)
– Douglas Shearer (Canção de Amor)
– Edmund H. Hansen (Suez)
– Bernard B. Brown (Idade Perigosa)
– James Wilkinson (Que Papai Não Saiba)
– John P. Livadary (Do Mundo Nada se Leva)

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
• The Declaration of Independence
– Swingtime in the Movies
– A Crime Does Not Pay Subject: They’re Always Caught

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
• That Mothers Might Live
– The Great Heart
– Timber Toppers

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
• Ferdinando, o Touro, de Walt Disney
– O Alfaiatezinho Valente, de Walt Disney
– Mother Goose Goes Hollywood, de Walt Disney
– Good Scouts, de Walt Disney
– Hunky and Spunky

OSCAR HONORÁRIO
Harry M. Warner
Arthur Ball

Branca de Neve e os Sete Anões, de Walt Disney
– pela inovação e pioneirismo no campo do entretenimento
• Lobos do Norte
– pelos efeitos especiais
Canção de Amor
– pela fotografia colorida

JUVENILE AWARD

Mickey Rooney e seu Juvenile Award (photo by lunaticoutpost.com)

Mickey Rooney e seu Juvenile Award (photo by lunaticoutpost.com)

Deanna Durbin
Mickey Rooney

IRVING G. THALBERG MEMORIAL AWARD
Hal B. Wallis

THE 10th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1938

10 de Março de 1938

A Vida de Emile Zola, de William Dieterle

A Vida de Emile Zola, de William Dieterle

MELHOR FILME
– Cupido é Moleque Teimoso (The Awful Truth)
Marujo Intrépido (Captain Courageous)
– Beco Sem Saída (Dead End)
• A Vida de Emile Zola (The Life of Emile Zola)
– Terra dos Deuses (The Good Earth)
– No Velho Chicago (In Old Chicago)
– Horizonte Perdido (Lost Horizon)
– 100 Homens e uma Menina (One Hundred Men and a Girl)
– No Teatro da Vida (Stage Door)
– Nasce uma Estrela (A Star is Born)

MELHOR DIRETOR
– William Dieterle (A Vida de Emile Zola)
– Sidney Franklin (Terra dos Deuses)
– Gregory La Cava (No Teatro da Vida)
Leo McCarey (Cupido é Moleque Teimoso)
– William A. Wellman (Nasce uma Estrela)

MELHOR ASSISTENTE DE DIREÇÃO
– Charles C. Coleman (No Velho Chicago)
– Russell Saunders (A Vida de Emile Zola)
– Eric Stacey (Nasce uma Estrela)
– Hal Walker (Almas no Mar)
Robert D. Webb (No Velho Chicago)

MELHOR ATOR
Charles Boyer (O Romance de Madame Walewska)
– Fredric March (Nasce uma Estrela)
– Robert Montgomery (A Noite Tudo Encobre)
– Paul Muni (A Vida de Emile Zola)
Spencer Tracy (Marujo Intrépido)

MELHOR ATRIZ
– Irenne Dunne (Cupido é Moleque Teimoso)
– Greta Garbo (A Dama das Camélias)
– Janet Gaynor (Nasce uma Estrela)
Luise Rainer (Terra dos Deuses)
– Luise Rainer se tornou a primeira atriz a vencer duas vezes consecutivas
– Barbara Stanwyck (Stella Dallas, Mãe Redentora)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Ralph Bellamy (Cupido é Moleque Teimoso)
– Thomas Mitchell (O Furacão)
Joseph Schildkraut (A Vida de Emile Zola)
– H.B. Warner (Horizonte Perdido)
– Roland Young (A Dupla do Outro Mundo)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Alice Brady (No Velho Chicago) – Na ausência da atriz, um impostor recebeu o prêmio em seu nome. O impostor nunca foi encontrado e antes da Academia fazer justiça e entregar uma nova estatueta, Alice Brady faleceu
– Andrea Leeds (No Teatro da Vida)
– Anne Shirley (Stella Dallas, Mãe Redentora)
– Claire Trevor (Beco Sem Saída)
– Dame May Whitty (A Noite Tudo Encobre)

MELHOR HISTÓRIA ORIGINAL
– Robert Lord (Legião Negra)
– Niven Busch (No Velho Chicago)
– Heinz Herald, Geza Herczeg (A Vida de Emile Zola)
– Hanns Kräly (100 Homens e uma Menina)
• William A. Wellman, Robert Carson (Nasce uma Estrela)

MELHOR ROTEIRO
– Viña Delmar (Cupido é Moleque Teimoso)
– Marc Connelly, John Lee Mahin, Dale Van Every (Marujo Intrépido)
• Heinz Herald, Geza Herczeg, Norman Reilly Raine (A Vida de Emile Zola)
– Morrie Ryskind, Anthony Veiller (No Teatro da Vida)
– Alan Campbell, Robert Carson, Dorothy Parker (Nasce uma Estrela)

MELHOR FOTOGRAFIA
– Gregg Toland (Beco Sem Saída)
• Karl Freund (Terra dos Deuses)
– Joseph A. Valentine (Asas Sobre Honolulu)

MELHOR MONTAGEM
– Al Clark (Cupido é Moleque Teimoso)
– Elmo Veron (Marujo Intrépido)
– Basil Wrangell (Terra dos Deuses)
• Gene Havlick, Gene Milford (Horizonte Perdido)
– Bernard W. Burton (100 Homens e uma Menina)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
– Cedric Gibbons, William A. Horning (O Romance de Madame Walewska)
– Carroll Clark (Cativa e Cativante)
– Richard Day (Beco Sem Saída)
– Wiard Ihnen (A Vida é uma Festa)
– Anton Grot (A Vida de Emile Zola)
• Stephen Goosson (Horizonte Perdido)
– John Victor Mackay (Artistas em Folia)
– Lyle R. Wheeler (O Prisioneiro de Zenda)
– Hans Dreier, Roland Anderson (Almas no Mar)
– Alexander Toluboff (Vogas de New York)
– William S. Darling, David S. Hall (Queridinha do Vovô)
– Jack Otterson (O Amor é uma Delícia)

MELHOR SOM
– A.E. Kaye (Ela Deu o Contra)
• Thomas T. Moulton (O Furacão)
– John Aalberg (Nas Asas da Fama)
– Nathan Levinson (A Vida de Emile Zola)
– John P. Livadary (Horizonte Perdido)
– Douglas Shearer (Primavera)
– Homer G. Tasker (100 Homens e uma Menina)
– Elmer Raguse (A Dupla do Outro Mundo)
– Loren L. Ryder (Uma Nação em Marcha)

MELHOR TRILHA MUSICAL
– Frank Churchill, Leigh Harline, Paul J. Smith (Branca de Neve e os Sete Anões)
– Alfred Newman (O Furacão)
– Louis Silvers (No Velho Chicago)
– Leo F. Forbstein (A Vida de Emile Zola)
– Morris Stoloff (Horizonte Perdido)
– Hugo Riesenfeld (Música do Coração)
Charles Previn (100 Homens e uma Menina)
– Nat W. Finston (Primavera)
– Alberto Colombo (Defesa de Mãe)
– Alfred Newman (O Prisioneiro de Zenda)
– Roy Webb (Rua da Vaidade)
– C. Bakaleinikoff (Um Motivo Para Cantar)
– Borris Morros (Almas no Mar)
– Marvin Hatley (Dois Caipiras Ladinos)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Remember Me”, de Harry Warren, Al Dublin (O Preço da Fama)
“The Old Feeling”, de Sammy Fain, Lew Brown (Vogas de New York)
“They Can’t Take That Away from Me”, de George Gershwin, Ira Gershwin (Vamos Dançar?)
“Whispers in the Dark”, de Friedrich Hollaender (Artistas e Modelos)
“Sweet Leilani”, de Harry Owens (Amor Havaiano)

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
– Deep South
– Should Wives Work?
• Torture Money

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
– A Night at the Movies
The Private Life of the Gannets
– Romance of Radium

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
• O Velho Moinho, de Walt Disney
– Peixe Educado
– The Little Match Girl, de Charles Mintz

MELHOR CURTA-METRAGEM, COLORIDO
– The Man Without a Country
Penny Wisdom, de Pete Smith
– Popular Science

MELHOR DIREÇÃO DE DANÇA
“Fun House”, de Hermes Pan (Cativa e Cativante)

“The Finale”, de Busby Berkley (Aprenda a Sorrir)
“Too Marvelous for Words“, de Bobby Connolly (Amores de Opereta)
“All God’s Children Got Rhythm”, de Dave Gould (Um Dia nas Corridas)
“Swing Is Here to Stay”, de Sammy Lee (Ali Babá é Boa Bola)
“Prince Igor Suite”, de Harry Losee (Ela e o Príncipe)
“Luau”, de LeRoy Prinz (Amor Havaiano)

OSCAR HONORÁRIO
Mack Sennett
Edgar Bergen
(Museum of Modern Art Film Library)
W. Howard Greene (Nasce uma Estrela)

IRVING G. THALBERG MEMORIAL AWARD
Darryl F. Zanuck

THE 9th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1937

04 de Março de 1937

Ziegfeld, o Criador de Estrelas, de Robert Z. Leonard

Ziegfeld, o Criador de Estrelas, de Robert Z. Leonard

MELHOR FILME
– Adversidade (Anthony Adverse)
– Fogo de Outono (Dodsworth)
– Casado com Minha Noiva (Libeled Lady)
– O Galante Mr. Deeds (Mr. Deeds Goes to Town)
– Romeu e Julieta (Romeo and Juliet)
– A Cidade do Pecado (San Francisco)
– A História de Louis Pasteur (The Story of Louis Pasteur)
-A Queda da Bastilha (A Tale of Two Cities)
– Três Pequenas do Barulho (Three Smart Girls)
• Ziegfeld – O Criador de Estrelas (The Great Ziegfeld)

MELHOR DIRETOR
• Frank Capra (O Galante Mr. Deeds)
– Gregory La Cava (Irene, a Teimosa)
– Robert Z. Leonard (Ziegfeld – O Criador de Estrelas)
– W.S. Van Dyke (A Cidade do Pecado)
– William Wyler (Fogo de Outono)

MELHOR ASSISTENTE DE DIREÇÃO
– Clem Beauchamp (O Último dos Moicanos)
– William H. Cannon (Adversidade)
– Joseph M. Newman (A Cidade do Pecado)
– Eric Stacey (O Jardim de Allah)
Jack Sullivan (A Carga da Brigada Ligeira)

MELHOR ATOR
– Gary Cooper (O Galante Mr. Deeds)
– Walter Huston (Fogo de Outono)
Paul Muni (A História de Louis Pasteur)
– William Powell (Irene, a Teimosa)
– Spencer Tracy (A Cidade do Pecado)

MELHOR ATRIZ
– Irene Dunne (Os Pecados de Theodora)
– Gladys George (O Crime de Ser Boa)
– Carole Lombard (Irene, a Teimosa)
Luise Rainer (Ziegfeld – O Criador de Estrelas)
– Norma Shearer (Romeu e Julieta)

Da esquerda para direita: Melhor Ator Paul Muni, Melhor Atriz Luise Rainer e Melhor Diretor Frank Capra (photo by acertaincinema.com)

Da esquerda para direita: Melhor Ator Paul Muni, Melhor Atriz Luise Rainer e Melhor Diretor Frank Capra (photo by http://www.acertaincinema.com)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Mischa Auer (Irene, a Teimosa)
• Walter Brennan (Meu Filho é Meu Rival)
– Stuart Erwin (Loucuras de Estudantes)
– Basil Rathbone (Romeu e Julieta)
– Akim Tamiroff (O General Morreu ao Amanhecer)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Beulah Bondi (Mulher Sublime)
– Alice Brady (Irene, a Teimosa)
– Bonita Granville (Infâmia)
– Maria Ouspenskaya (Fogo de Outono)
• Gale Sondergaard (Adversidade)

MELHOR HISTÓRIA ORIGINAL
– Norman Krasna (Fúria)
– Robert E. Hopkins (A Cidade do Pecado)
Pierre Collings, Sheridan Gibney (A História de Louis Pasteur)
– Adele Comandini (Três Pequenas do Barulho)
– William Anthony McGuire (Ziegfeld – O Criador de Estrelas)

MELHOR ROTEIRO
– Frances Goodrich, Albert Hackett (A Comédia dos Acusados)
– Sidney Howard (Fogo de Outono)
– Robert Riskin (O Galante Mr. Deeds)
Pierre Collings, Sheridan Gibney (A História de Louis Pasteur)
– Eric Hatch, Morrie Ryskind (Irene, a Teimosa)

MELHOR FOTOGRAFIA
Tony Gaudio (Adversidade)
– Victor Milner (O General Morreu ao Amanhecer)
– George J. Folsey (Mulher Sublime)

MELHOR MONTAGEM
• Ralph Dawson (Adversidade)
– Barbara McLean (Lloyd’s de Londres)
– Edward Curtiss (Meu Filho é Meu Rival)
– Otto Meyer (Os Pecados de Theodora)
– Conrad A. Nervig (A Queda da Bastilha)
– William S. Gray (Ziegfeld – O Criador de Estrelas)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
– Anton Grot (Adversidade)
Richard Day (Fogo de Outono)
– Albert S. D’Agostino, Jack Otterson (O Grande Bruto)
– William S. Darling (Lloyd’s de Londres)
– Perry Ferguson (Os Predestinados)
– Cedric Gibbons, Fredric Hope, Edwin B. Willis (Romeu e Julieta)
– Cedric Gibbons, Eddie Imazu, Edwin B. Willis (Ziegfeld – O Criador de Estrelas)

MELHOR TRILHA MUSICAL
• Leo F. Forbstein (Adversidade) – composição de Erich Wolfgang Korngold
– Leo F. Forbstein (A Carga da Brigada Ligeira) – composição de Max Steiner
– Max Steiner (O Jardim de Allah) – composição de Max Steiner
– Boris Morros (O General Morreu ao Amanhecer) – composição de Werner Janssen
– Nathaniel Shilkret (Os Predestinados) – composição de Nathaniel Shilkret

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “A Melody from the Sky”, de Louis Alter, Sidney D. Mitchell (Amor e Ódio na Floresta)
– “Pennies from Heaven”, de Arthur Johnston, Johnny Burke (Dinheiro do Céu)
– “I’ve Got You Under My Skin”, de Cole Porter (Nasci Para Dançar)
– “When Did You Leave Heaven”, de Richard A. Whiting, Walter Bullock (Novos Ecos da Broadway)
“The Way You Look Tonight”, de Jerome Kern, Dorothy Fields (Ritmo Louco)
– “Did I Remember”, de Walter Donaldson, Harold Adamson (Suzy)

MELHOR SOM
– Framklin Hansen (Atiradores do Texas)
– Nathan Levinson (A Carga da Brigada Ligeira)
• Douglas Shearer (A Cidade do Pecado)
– Oscar Lagerstrom (Fogo de Outono)
– John P. Livadary (O Galante Mr. Deeds)
– Elmer Raguse (General Spanky)
– John Aalberg (A Parisiense)
– Edmund H. Hansen (Um Romance no Mississipi)
– Homer G. Tasker (Três Pequenas do Barulho)

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
– Double or Nothing
– Dummy Ache
The Public Pays

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
• Bored of Education, de Hal Roach
– Moscow Moods
– Wanted — A Master, de Pete Smith

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– The Old Mill Pond, de Hugh Harman, Rudolf Ising
– Popeye the Sailor Meets Sindbad the Sailor, de Max Fleischer
Primo da Roça, de Walt Disney

MELHOR CURTA-METRAGEM, COLORIDO
Give Me Liberty
– La Fiesta de Santa Barbara
– Popular Science

MELHOR DIREÇÃO DE DANÇA
– “1000 Love Songs”, de Bobby Connolly (Cain e Mabel)
– “Bojangles of Harlem”, de Hermes Pan (Ritmo Louco)
– “The Finale”, de Russell Lewis (O Pirata Dançarino)
– “Love and War”, de Busby Berkeley (Cavadoras de Ouro de 1937)
“A Pretty Girl is Like a Melody”, de Seymour Felix (Ziegfeld – O Criador de Estrelas)
– “Skating Ensemble”, de Jack Haskell (A Rainha do Patim)
– “Swingin’ the Jinx”, de Dave Gould (Nasci Para Dançar)

OSCAR HONORÁRIO
W. Howard Greene, Harold Rosson (O Jardim de Allah)
– pela fotografia

8th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1936

05 de Março de 1936

O Grande Motim, de Frank Lloyd

O Grande Motim, de Frank Lloyd

MELHOR FILME
– A Mulher que Soube Amar (Alice Adams)
– Melodia da Broadway de 1936 (Broadway Melody of 1936)
– O Capitão Blood (Captain Blood)
– David Copperfield (Personal History, Adventures, Experience, & Observation of David Copperfield the Younger)
– O Delator (The Informer)
– Os Miseráveis (Les Misérables)
– Lanceiros da Índia (The Lives of a Bengal Lancer)
• O Grande Motim (Mutiny on the Bounty)
– Sonho de uma Noite de Verão (A Midsummer Night’s Dream)
– Oh, Marieta! (Naughty Marietta)
– Vamos à América (Ruggles of Red Gap)
– O Picolino (Top Hat)

MELHOR DIRETOR
John Ford (O Delator)
– Henry Hathaway (Lanceiros da Índia)
– Frank Lloyd (O Grande Motim)
– Michael Curtiz (Capitão Blood) – Esta foi uma inclusão votada. Não se trata de uma indicação oficial

MELHOR ASSISTENTE DE DIREÇÃO
Clem Beauchamp, Paul Wing (Lanceiros da Índia)
– Joseph M. Newman (David Copperfield)
– Eric Stacey (Os Miseráveis)
– Sherry Shourds (Sonho de uma Noite de Verão)

MELHOR ATOR
– Clark Gable (O Grande Motim)
– Charles Laughton (O Grande Motim)
Victor McLaglen (O Delator)
– Franchot Tone (O Grande Motim)
– Paul Muni (Inferno Negro) – Esta foi uma inclusão votada. Não se trata de uma indicação oficial

MELHOR ATRIZ
– Elisabeth Bergner (Contudo és Meu)
– Claudette Colbert (Mundos Íntimos)
Bette Davis (Perigosa)
– Em dezembro de 2002, Steven Spielberg anonimamente comprou o Oscar de Davis num leilão e o devolveu à Academia. A estatueta estava entre os pertences da cadeia de restaurantes Planet Hollywood que havia falido.
– Katharine Hepburn (A Mulher que Soube Amar)
– Miriam Hopkins (Vaidade e Beleza)
– Merle Oberon (O Anjo das Trevas)

Os vencedores da noite, Victor McLaglen e Bette Davis, recebem a estatueta do diretor que revolucionou o cinema, D.W. Griffith (photo by timelines.latimes.com)

Os vencedores da noite, Victor McLaglen e Bette Davis, recebem a estatueta do diretor que revolucionou o cinema, D.W. Griffith (photo by timelines.latimes.com)

MELHOR HISTÓRIA ORIGINAL
– Moss Hart (Melodia da Broadway de 1936)
Ben Hetch, Charles MacArthur (O Energúmeno)
– Don Hartman, Stephen Morehouse Avery (Sua Alteza o Garçon)
– Darryl F. Zanuck (Contra o Império do Crime) – Esta foi uma inclusão votada. Não se trata de uma indicação oficial

MELHOR ROTEIRO
Dudley Nichols (O Delator) – Recusou o Oscar devido ao antagonismo entre vários sindicatos da indústria e a Academia sobre problemas sindicais. Esta foi a primeira vez que o Oscar foi recusado. Contudo, em 1949, foi constatado que Nichols estava com o Oscar uma estatueta.
– Achmed Abdullah, John L. Balderston, Grover Jones, William Slavens McNutt, Waldemar Young (Lanceiros da Índia)
– Jules Furthman, Talbot Jennings, Carey Wilson (O Grande Motim)
– Casey Robinson (O Capitão Blood) – Esta foi uma inclusão votada. Não se trata de uma indicação oficial

MELHOR FOTOGRAFIA
– Ray June (Duas Almas se Encontram)
– Victor Milner (As Cruzadas)
– Gregg Toland (Os Miseráveis)
Hal Mohr (Sonho de uma Noite de Verão) – Primeira e única inclusão votada a ganhar o Oscar.

MELHOR MONTAGEM
– Robert Kern (David Copperfield)
– George Hively (O Delator)
– Barbara McLean (Os Miseráveis)
– Ellsworth Hoagland (Lanceiros da Índia)
Ralph Dawson (Sonho de uma Noite de Verão)
– Margaret Booth (O Grande Motim)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
Richard Day (O Anjo das Trevas)
– Hans Dreier, Roland Anderson (Lanceiros da Índia)
– Carroll Clark, Van Nest Polglase (O Picolino)

MELHOR TRILHA MUSICAL
Max Steiner (O Delator)
– Nat W. Finston (O Grande Motim) – composição de Herbert Stothart
– Irvin Talbot (Amor Sem Fim) – composição de Ernst Toch
– Leo F. Forbstein (O Capitão Blood) – composição de Erich Wolfgang Korngold Esta foi uma inclusão votada. Não se trata de uma indicação oficial

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Cheek to Cheek”, de Irving Berlin (O Picolino)
“Lovely to Look at”, de Jerome Kern, Dorothy Fields, Jimmy McHugh (Roberta)
“Lullaby of Broadway”, de Harry Warren, Al Dublin (Mordedoras de 1935)

MELHOR SOM
– John P. Livadary (Ama-me Sempre)
– Thomas T. Moulton (O Anjo das Trevas)
– Nathan Levinson (O Capitão Blood)
– Franklin Hansen (Lanceiros da Índia)
– Mil Dólares por Minuto
– Edmund H. Hansen (Mil Vezes Obrigado!)
– Gilbert Kurland (A Noiva de Frankenstein)
Douglas Shearer (Oh, Marieta!)
– Carl Dreher (Vivo Sonhando)

MELHOR CURTA-METRAGEM – COMÉDIA
– Dente por Dente, de Hal Roach
How to Sleep, de Jack Chertok
– Oh, My Nerves, de Jules White

MELHOR CURTA-METRAGEM – DRAMA
– Audioscopiks, de Pete Smith
– Camera Thrills
Wings Over Everest

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– O Dragão de Chita, de Rudolf Ising, Hugh Harman
– A Flecha do Amor, de Walt Disney
Três Gatinhos Órfãos, de Walt Disney

MELHOR DIREÇÃO DE DANÇA
“Viennese Waltz”, de LeRoy Prinz (Os Cavaleiros do Rei)
“Elephant – It’s the Animal in Me”, de LeRoy Prinz (Ondas Musicais de 1936)
“Playboy of Paree”, de Bobby Connolly (Esperanças Perdidas)
“Latin from Manhattan”, de Bobby Connolly (Casino de Paris)
“I’ve got a Feeling You’re Fooling”, de Dave Gould (Melodia da Broadway de 1936)
“Lullaby of Broadway” e “The Words are in my Heart”, de Busby Berkeley (Mordedoras de 1935)
“Lovely Lady” e “Too Good to Be True”, de Sammy Lee (O Rei dos Empresários)
“Hall of Kings”, de Benjamin Zemach (Ella – A Feiticeira)
“Piccolino” e “Top Hat”, de Hermes Pan (O Picolino)
“Straw Hat“, de Dave Gould (Folies Bergère de Paris)

OSCAR HONORÁRIO
D.W. Griffith

THE 7th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1935

27 de Fevereiro de 1935

Aconteceu Naquela Noite, de Frank Capra

Aconteceu Naquela Noite, de Frank Capra

MELHOR FILME
• Aconteceu Naquela Noite (It Happened One Night)
– A Família Barrett (The Barretts of Wimpole Street)
– Cleópatra (Cleopatra)
– Miss Generala (Flirtation Walk)
– A Alegre Divorciada (The Gay Divorcee)
– Aí Vem a Marinha! (Here Comes the Navy)
– A Casa de Rothschild (The House of Rothschild)
– Imitação da Vida (Imitation of Life)
– Uma Noite de Amor (One Night of Love)
– A Ceia dos Acusados (The Thin Man)
– Viva Villa! (Viva Villa!)
– Legião das Abnegadas (The White Parade)

MELHOR DIRETOR
• Frank Capra (Aconteceu Naquela Noite)
– W.S. Van Dyke (A Ceia dos Acusados)
– Victor Schertzinger (Uma Noite de Amor)

MELHOR ASSISTENTE DE DIREÇÃO
– Scott R. Beal (Imitação da Vida)
– Cullen Tate (Cleópatra)
• John Waters (Viva Villa!)

MELHOR ATOR
• Clark Gable (Aconteceu Naquela Noite)
– Frank Morgan (As Aventuras de Cellini)
– William Powell (A Ceia dos Acusados)

O lendário Clark Gable vence seu único Oscar por Aconteceu Naquela Noite (photo by misfitstoys.net)

O lendário Clark Gable vence seu único Oscar por Aconteceu Naquela Noite (photo by misfitstoys.net)

MELHOR ATRIZ
• Claudette Colbert (Aconteceu Naquela Noite)
– Bette Davis (Escravos do Desejo) – Esta foi uma inclusão votada. Não se trata de uma indicação oficial
– Grace Moore (Uma Noite de Amor)
– Norma Shearer (A Família Barrett)

Shirley Temple entrega o Oscar para a francesa Claudette Colbert (photo by telegraph.co.uk)

Shirley Temple entrega o Oscar para a francesa Claudette Colbert (photo by telegraph.co.uk)

MELHOR ROTEIRO – HISTÓRIA ORIGINAL
– Mauri Grashin (Amor que Regenera)
– Norman Krasna (A Pequena Mais Rica do Mundo)
Arthur Caesar (Vencido Pela Lei)

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
• Robert Riskin (Aconteceu Naquela Noite)
– Frances Goodrich, Albert Hackett (A Ceia dos Acusados)
– Ben Hecht (Viva Villa!)

MELHOR FOTOGRAFIA
– Charles Rosher (As Aventuras de Cellini)
Victor Milner (Cleópatra)
– George J. Folsey (A Espiã 13)

MELHOR MONTAGEM
– Anne Bauchens (Cleópatra)
• Conrad A. Nervig (Esquimó)
– Gene Milford (Uma Noite de Amor)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
– Van Nest Polglase, Carroll Clark (A Alegre Divorciada)
– Richard Day (As Aventuras de Cellini)
Cedric Gibbons, Fredric Hope (A Viúva Alegre)

MELHOR TRILHA MUSICAL
– Max Steiner (A Alegre Divorciada)
– Max Steiner (A Patrulha Perdida)
• Louis Silvers (Uma Noite de Amor)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
• “The Continental”, de Con Conrad, Herb Magodson (A Alegre Divorciada)
– “Love in Bloom”, de Ralph Rainger, Leo Robin (Demônio Louro)
– “Carioca”, de Vincent Youmans, Edward Eliscu, Gus Kahn (Voando Para o Rio)

MELHOR SOM
– Carl Dreher (A Alegre Divorciada)
– Thomas T. Moulton (As Aventuras de Cellini)
– Franklin Hansen (Cleópatra)
– Theodore Soderberg (Imitação da Vida)
– Edmund H. Hansen (Legião das Abnegadas)
– Nathan Levinson (Miss Generala)
John P. Livadary (Uma Noite de Amor)
– Douglas Shearer (Viva Villa!)

MELHOR CURTA-METRAGEM – COMÉDIA
– As Coisas Estão Pretas, de Jules White
• La Cucaracha, de Kenneth Macgowan
– What, No Men?

MELHOR CURTA-METRAGEM – DRAMA
– Bosom Friends
City of Wax, de Horace Woodard, Stacy Woodard
– Strikes and Spares, de Pete Smith

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
A Tartaruga e a Lebre, de Walt Disney
– Holiday Land, de Charles Mintz
– No Reino dos Anões, de Walter Lantz

JUVENILE AWARD
• Shirley Temple – Em reconhecimento à sua contribuição para o entretenimento cinematográfico durante o ano de 1934.

A estrela mirim que buscava derrotar as consequências econômicas da Queda da Bolsa de 1929: Shirley Temple (photo by highlighthollywood.com)

A estrela mirim que buscava derrotar as consequências econômicas da Queda da Bolsa de 1929: Shirley Temple (photo by highlighthollywood.com)

THE 6th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1934

16 de Março de 1934

Cavalgada, de Frank Lloyd

Cavalgada, de Frank Lloyd

MELHOR FILME
– Rua 42 (42nd Street)
– Adeus às Armas (A Farewell to Arms)
• Cavalgada (Cavalcade)
– O Fugitivo (I Am a Fugitive from a Chain Gang)
– Dama por um Dia (Lady for a Day)
– As Quatro Irmãs (Little Women)
– Os Amores de Henrique VIII (The Private Life of Henry VIII)
– Uma Loira Para Três (She Done Him Wrong)
– O Amor que Não Morreu (Smilin’ Through)
– Feira de Amostras (State Fair)

MELHOR DIRETOR
• Frank Lloyd (Cavalgada)
– Frank Capra (Dama por um Dia)
– George Cukor (As Quatro Irmãs)

MELHOR ASSISTENTE DE DIREÇÃO
• Charles Barton (Paramount)
• Scott R. Beal (Universal)
• Charles Dorian (MGM)
• Fred Fox (UA)
• Gordon Hollingshead (Warner Bros.)
• Dewey Starkey (RKO Radio)
• William Tummel (Fox)
– Al Alleborn (Warner Bros.)
– Sid Brod (Paramount)
– Orville O. Dull (MGM)
– Percy Ikerd (Fox)
– Arthur Jacobson (Paramount)
– Edward Killy (RKO Radio)
– Joseph A. McDonough (Universal)- William J. Reiter (Universal)
– Frank Shaw (Warner Bros.)
– Ben Silvey (UA)
– John Waters (MGM)

MELHOR ATOR
– Leslie Howard (Romance Antigo)
• Charles Laughton (Os Amores de Henrique VIII) – Charles Laughton não estava presente na cerimônia. O colega indicado Leslie Howard aceitou o prêmio em seu nome
 – Paul Muni (O Fugitivo)

MELHOR ATRIZ
• Katharine Hepburn (Manhã de Glória) – Katharine Hepburn não estava presente na cerimônia
– May Robson (Dama por um Dia)
– Diana Wynyard (Cavalgada)

MELHOR ROTEIRO, HISTÓRIA ORIGINAL
•  Robert Lord (A Única Solução)
– Frances Marion (O Pugilista e a Favorita)
– Charles MacArthur (Rasputin e a Imperatriz)

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
– Robert Riskin (Dama por um Dia)
• Victor Heerman, Sarah Y. Mason (As Quatro Irmãs)
– Paul Green, Sonya Levien (Feira de Amostras)

MELHOR FOTOGRAFIA
• Charles Lang (Adeus às Armas)
– George J. Folsey (Reunião em Vienna)
– Karl Struss (O Sinal da Cruz)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
• William S. Darling (Cavalgada)
– Hans Dreier, Roland Anderson (Adeus às Armas)
– Cedric Gibbons (A Rival da Esposa)

MELHOR SOM
– Nathan Levinson (Rua 42)
• Franklin Hansen (Adeus às Armas)
– Nathan Levinson (Cavadoras de Ouro)
– Nathan Levinson (O Fugitivo)

MELHOR CURTA-METRAGEM – COMÉDIA
• So This is Harris!, de Lou Brock
– Mister Mugg, de Warren Doane
– A Preferred List, de Lou Brock

MELHOR CURTA-METRAGEM – DRAMA
• Krakatoa, de Joe Rock
– Menu, de Pete Smith
– Morze

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
• Os Três Porquinhos, de Walt Disney
– Arranhando o Céu, de Walt Disney
– The Merry Old Soul, de Walter Lantz

THE 5th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1932

18 de Novembro de 1932

Grande Hotel, de Edmund Goulding

Grande Hotel, de Edmund Goulding

MELHOR FILME
– Médico e Amante (Arrowsmith)
– Depois do Casamento (Bad Girl)
– O Campeão (The Champ)
– Sede de Escândalo (Five Star Final)
• Grande Hotel (Grand Hotel)
– Uma Hora Contigo (One Hour With You)
– O Expresso de Shanghai (The Shanghai Express)
– O Tenente Sedutor (The Smiling Lieutenant)

MELHOR ATOR
• Wallace Beery (O Campeão)
• Fredric March (O Médico e o Monstro)
– Alfred Lunt (Só Ela Sabe)

Wallace Beery (à esquerda) e Fredric March (à direita) formam o primeiro empate da Academia. Entre eles: os atores Lionel Barrymore e Conrad Nagel (photo by acertaincinema.com)

Wallace Beery (à esquerda) e Fredric March (à direita) formam o primeiro empate da Academia. Entre eles: os atores Lionel Barrymore e Conrad Nagel (photo by http://www.acertaincinema.com)

MELHOR ATRIZ
• Helen Hayes (O Pecado de Madelon Claudet)
– Marie Dressler (Emma)
– Lynn Fontanne (Só Ela Sabe)

MELHOR DIRETOR
• Frank Borzage (Depois do Casamento)
– King Vidor (O Campeão)
– Josef von Sternberg (O Expresso de Shanghai)

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
•  Frances Marion (O Campeão)
– Grover Jones, William Slavens McNutt (Homem de Peso)
– Lucien Hubbard (O Preço do Dever)
– Adela Rogers St. Johns, Jane Murfin (Hollywood)

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
– Sidney Howard (Médico e Amante)
•  Edwin J. Burke (Depois do Casamento)
– Percy Heath, Samuel Hoffenstein (O Médico e o Monstro)

MELHOR FOTOGRAFIA
– Ray June (Médico e Amante)
– Karl Struss (O Médico e o Monstro)
• Lee Garmes (O Expresso de Shanghai)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
– Lazare Meerson (A Nós a Liberdade)
– Richard Day (Médico e Amante)
• Gordon Wiles (Transatlântico)

MELHOR SOM
• Paramount Publix Studio Sound Department
– MGM Studio Sound Department
– RKO Radio Studio Sound Department
– Warner Bros. – First National Studio Sound Department
– Walt Disney

MELHOR CURTA – COMÉDIA
• Caixa de Música, de Hal Roach
– The Loud Mouth, de Mack Sennett
– Stout Hearts and Willing Hands
– Scratch-As-Catch-Can

MELHOR CURTA-METRAGEM – DRAMA
• Wrestling Swordfish, de Mack Sennett
– Screen Souvenirs
– Swing High

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO

Walt Disney recebe reconhecimento por sua criação: Mickey Mouse (photo by oscars.org)

Walt Disney recebe reconhecimento por sua criação: Mickey Mouse (photo by oscars.org)

• Flores e Árvores, de Walt Disney
– It’s Got Me Again!, de Leon Schlesinger
– Pai de Órfãos, de Walt Disney

OSCAR HONORÁRIO
Walt Disney – pela criação de Mickey Mouse

THE 4th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1931

10 de Novembro de 1931

Cimarron, de Wesley Ruggles

Cimarron, de Wesley Ruggles

MELHOR FILME
• Cimarron (Cimarron)
– Lágrimas de Amor (East Lyne)
– A Primeira Página (The Front Page)
– Skippy (Skippy)
– Mercador das Selvas (Trader Horn)

MELHOR ATOR
Lionel Barrymore (Uma Alma Livre)
– Jackie Cooper (Skippy)
– Richard Dix (Cimarron)
– Fredric March (The Royal Family of Broadway)
– Adolphe Menjou (A Primeira Página)

MELHOR ATRIZ
– Marlene Dietrich (Marrocos)
Marie Dressler (O Lírio do Lodo)
– Irene Dunne (Cimarron)
– Ann Harding (Holiday)
– Norma Shearer (Uma Alma Livre)

Vencedores Marie Dressler e Lionel Barrymore posam para as fotos (photo by albayark.net)

Vencedores Marie Dressler e Lionel Barrymore posam para as fotos (photo by albayark.net)

MELHOR DIRETOR
– Clarence Brown (Uma Alma Livre)
– Wesley Ruggles (Cimarron)
– Lewis Milestone (A Primeira Página)
– Josef von Sternberg (Marrocos)
•  Norman Taurog (Skippy)

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
•  John Monk Saunders (A Patrulha da Madrugada)
– Rowland Brown (Caminhos do Inferno)
– Harry d’Abbadie d’Arrast, Douglas Z. Doty, Donald Ogden Stewart (O Melhor da Vida)
– John Bright, Kubec Glasmon (Inimigo Público)
– Lucien Hubbard, Joseph Jackson (As Mulheres Enganam Sempre)

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
•  Howard Estabrook (Cimarron)
– Seton I. Miller, Fred Niblo Jr. (O Código Penal)
– Horace Jackson (Holiday)
– Francis Edward Faragoh, Robert N. Lee (Alma no Lodo)
– Joseph L. Mankiewicz, Sam Mintz (Skippy)

MELHOR FOTOGRAFIA
– Edward Cronjager (Cimarron)
– Lee Garmes (Marrocos)
– Charles Lang (O Direito de Amar)
– Barney McGill (Svengali)
• Floyd Crosby (Tabu)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
• Max Rée (Cimarron)
– Stephen Gooson, Ralph Hammeras (Fantasias de 1980)
– Hans Dreier (Marrocos)
– Anton Grot (Svengali)
– Richard Day (Whoopee!)

MELHOR SOM
• Paramount Publix Studio Sound Department
– MGM Studio Sound Department

– RKO Radio Sound Department
– Samuel Goldwyn-United Artists Studio Sound Department

THE 3rd ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1930 – 2

05 de Novembro de 1930

Sem Novidade no Front, de Lewis Milestone

Sem Novidade no Front, de Lewis Milestone

MELHOR FILME
•  Sem Novidade no Front (All Quiet on the Western Front)
– O Presídio (The Big House)
– Disraeli (Disraeli)
– A Divorciada (The Divorcee)
– Alvorada do Amor (The Love Parade)

MELHOR ATOR
•  George Arliss (Disraeli)
– George Arliss (A Deusa Verde)
– Wallace Beery (O Presídio)
– Maurice Chevalier (Um Romance em Veneza)
– Maurice Chevalier (Alvorada do Amor)
– Ronald Colman (Condenados)
– Lawrence Tibbett (Amor de Zíngaro)

MELHOR ATRIZ
– Nancy Carroll (Noivado de Ambição)
– Ruth Chatterton (Sarah e seu Filho)
– Greta Garbo (Anna Christie)
– Greta Garbo (Romance)
• Norma Shearer (A Divorciada)
 – Norma Shearer (Ébrios de Amor)
– Gloria Swanson (Tudo por Amor)

Vencedora por , Norma Shearer posa com seu Oscar (photo by oscars.org)

Vencedora por A Divorciada, Norma Shearer posa com seu Oscar (photo by oscars.org)

MELHOR DIRETOR
– Clarence Brown (Anna Christie)
– Clarence Brown (Romance)
– Robert Z. Leonard (A Divorciada)
– Ernst Lubitsch (Alvorada do Amor)
• Lewis Milestone (Sem Novidade no Front)
– King Vidor (Aleluia)

MELHOR ROTEIRO
– George Abbott, Maxwell Anderson, Del Andrews (Sem Novidade no Front)
• Frances Marion (O Presídio)
– Julien Josephson (Disraeli)
– John Meehan (A Divorciada)
– Howard Estabrook (Caminhos da Sorte)

MELHOR FOTOGRAFIA
– Arthur Edeson (Sem Novidade no Front)
– William H. Daniels (Anna Christie)
– Tony Gaudio, Harry Perry (Anjos do Inferno)
•  Joseph T. Rucker, Willard Van der Veer (Com Byrd no Pólo Sul)
– Victor Milner (Alvorada do Amor)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
– William Cameron Menzies (Amante de Emoções)
• Herman Rosse (King of Jazz)
– Hans Dreier (Alvorada do Amor)
– Jack Okey (Sally)
– Hans Dreier (O Rei Vagabundo)

MELHOR SOM
• Douglas Shearer (O Presídio)
– John E. Tribby (O Estranho Caso do Sargento Grischa)
– Franklin Hansen (Alvorada do Amor)
– Oscar Lagerstrom (Raffles)
– George Groves (A Flama)

2nd ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1930-1

03 de Abril de 1930

Melodia da Broadway, de Harry Beaumont

Melodia da Broadway, de Harry Beaumont

MELHOR FILME
– O Peso da Lei (Alibi)
• Melodia da Broadway (The Broadway Melody)
– Hollywood Revue (The Hollywood Revue of 1929)
– No Velho Arizona (In Old Arizona)
– Alta Traição (The Patriot)

MELHOR ATOR
– George Bancroft (O Homem de Mármore)
• Warner Baxter (No Velho Arizona)
– Chester Morris (O Peso da Lei)
– Paul Muni (The Valiant)
– Lewis Stone (Alta Traição)

MELHOR ATRIZ
– Ruth Chatterton (Madame X)
– Betty Compson (Sangue de Boêmio)
– Jeanne Eagels (A Carta)
– Corinne Griffith (A Dama Divina)
– Bessie Love (Melodia da Broadway)
• Mary Pickford (Coquete)

Vencedora por Coquete, Mary Pickford posa elegantemente (photo by goldderby.latimes.com)

Vencedora por Coquete, Mary Pickford posa elegantemente (photo by goldderby.latimes.com)

MELHOR DIRETOR
– Lionel Barrymore (Madame X)
– Harry Beaumont (Melodia da Broadway)
– Ernst Lubitsch (Alta Traição)
• Frank Lloyd (A Dama Divina)
– Frank Lloyd (Drag)
– Frank Lloyd (Regeneração)

MELHOR ROTEIRO
– Elliott J. Clawson (O Polícia)
– Tom Barry (No Velho Arizona)
– Hanns Kräly (A Cativante Viuvinha)
– Elliott J. Clawson (O Laço de Amizade)
– Josephine Lovett (Garotas Modernas)
• Hanns Kräly (Alta Traição)
– Elliott J. Clawson (Obrigado a Casar)
– Elliott J. Clawson (Hércules do Arranha-Céu)
– Tom Barry (The Valiant)
– Bess Meredyth (Mulher de Brio)
– Bess Meredyth (Prodígio das Mulheres)

MELHOR FOTOGRAFIA
– John F. Seitz (A Dama Divina)
– Ernest Palmer (Os Quatro Diabos)
– Arthur Edeson (No Velho Arizona)
– George Barnes (Garotas Modernas)
– Ernest Palmer (O Anjo das Ruas)
• Clyde De Vinna (Deus Branco)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
– William Cameron Menzies (O Peso da Lei)
– William Cameron Menzies (O Despertar de uma Mulher)
• Cedric Gibbons (A Ponte de San Luis Rey)
– Mitchell Leisen (Dinamite)
– Hans Dreier (Alta Traição)
– Harry Oliver (O Anjo das Ruas)

THE 1st ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1929

16 de Maio de 1929

Asas, de William A. Wellman: o primeiro vencedor de Melhor Filme

Asas, de William A. Wellman: o primeiro vencedor de Melhor Filme

MELHOR FILME – PRODUÇÃO
• Asas (Wings)
– A Lei dos Fortes (The Racket)
– Sétimo Céu (Seventh Heaven)

MELHOR FILME – PRODUÇÃO ARTÍSTICA
• Aurora (Sunrise: A Song of Two Humans)
– Chang: A Drama of the Wilderness
– A Turba (The Crowd)

MELHOR DIRETOR – COMÉDIA
• Lewis Milestone (Dois Cavaleiros Árabes)
– Ted Wilde (O Ás da Velocidade)

MELHOR DIRETOR – DRAMA
• Frank Borzage (Sétimo Céu)
– Herbert Brenon (Lágrimas de Homem)
– King Vidor (A Turba)

MELHOR ATOR
– Richard Barthelmess (Segredo da Morte)
– Richard Barthelmess (Entre Luvas e Baionetas)
• Emil Jannings (A Última Ordem) (Tentação da Carne)

O primeiro Melhor Ator do Oscar, Emmil Jannings, também foi o primeiro ausente na cerimônia. Recebeu o prêmio já na Europa. (photo by larevista.mx)

O primeiro Melhor Ator do Oscar, Emil Jannings, também foi o primeiro ausente na cerimônia. Recebeu o prêmio já na Europa. (photo by larevista.mx)

MELHOR ATRIZ
– Louise Dresser (A Outra Pátria)
• Janet Gaynor (Aurora) (Sétimo Céu) (Anjo das Ruas)
– Gloria Swanson (Sedução do Pecado)

A bela Janet Gaynor: a primeira melhor atriz do Oscar (photo by ssasdiary.blogspot.com)

A bela Janet Gaynor: a primeira melhor atriz do Oscar (photo by ssasdiary.blogspot.com)

MELHOR ROTEIRO – HISTÓRIA ORIGINAL
– Lajos Biró (A Última Ordem)
• Ben Hecht (Paixão e Sangue)

MELHOR ROTEIRO – ADAPTAÇÃO
– Anthony Coldeway (Primavera de Espinhos)
– Alfred A. Cohn (O Cantor de Jazz)
• Benjamin Glazer (Sétimo Céu)

MELHORES LETREIROS, CRÉDITOS
Joseph Farnham
– George Marion Jr.
– Gerald C. Duffy (A Vida Privada de Helena de Tróia)

MELHOR FOTOGRAFIA
– George Barnes (A Bailarina Diabólica)
– George Barnes (A Chama do Amor)
– George Barnes (Sedução do Pecado)
• Charles Rosher, Karl Struss (Aurora)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
• William Cameron Menzies (Mulher Cobiçada)
William Cameron Menzies (A Tempestade)
– Harry Oliver (Sétimo Céu)
– Rochus Gliese (Aurora)

MELHORES EFEITOS
• Roy Pomeroy (Asas)
– Nugent Slaughter
– Ralph Hammeras

OSCAR HONORÁRIO
• Cantor de Jazz, de Alan Crosland: o primeiro filme com som que revolucionou a indústria
• O Circo, de Charles Chaplin

Cena de O Cantor de Jazz: Al Jolson foi o primeiro a falar num filme (photo by billdesowitz.com)

Cena de O Cantor de Jazz: Al Jolson foi o primeiro a falar num filme (photo by billdesowitz.com)

Charles Chaplin em cena de O Circo (photo by telecinebrasil.blogspot.com)

Charles Chaplin em cena de O Circo (photo by telecinebrasil.blogspot.com)

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Barkhad Abdi e Lupita Nyong’o integram a lista dos estreantes indicados ao Oscar

Barkhad Abdi e Lupita Nyong'o foram indicados por Capitão Phillips e 12 Anos de Escravidão (photo by www.hollywoodreporter.com)

Barkhad Abdi e Lupita Nyong’o foram indicados por Capitão Phillips e 12 Anos de Escravidão, respctivamente (photo by http://www.hollywoodreporter.com)

INDICAÇÃO AO OSCAR NO 1º TRABALHO AJUDA OU ATRAPALHA?

Quais são as chances de um ator ou atriz estreante já ser indicado ao Oscar em seu primeiro trabalho no cinema? 0,0001? Além de já ter de contar com um talento natural, o estreante precisa ter em mãos “o” projeto que lhe apresente um personagem com profundidade minimamente razoável, um diretor que saiba explorar esse dom e muita, muita, mas muita sorte!

Este ano, os sortudos são a mexicana Lupita Nyong’o (12 Anos de Escravidão) e o somaliano Barkhad Abdi (Capitão Phillips). Enquanto ela foi criada no Quênia e educada pela Yale School of Drama, ele mudou-se para o Iêmen e depois para os EUA aos 14 anos, onde trabalhou como motorista de limosine. Como não tinha planos de ser ator, Abdi pode ficar extremamente rotulado em Hollywood, principalmente por papéis de vilão. Já Lupita, por já ter se dedicado aos estudos da área, pode ter um futuro promissor pela frente. Em Sem Escalas, seu próximo filme, ela atuará ao lado de Liam Neeson e Julianne Moore. Nada mal para um segundo filme, não?

Na história da premiação da Academia, alguns estreantes tiveram sorte e não caíram no ostracismo como Anna Paquin. Ela ganhou o Oscar aos 9 anos de idade e por mais que não tenha sido indicada novamente, estrelou a trilogia dos X-Men (2000 a 2006) e a série de TV True Blood. Já outros praticamente sumiram do mapa logo depois como a australiana Keisha Castle-Hughes, que é a atriz mais jovem a ser indicada como Melhor Atriz aos 13 anos por A Encantadora de Baleias.

Normalmente, quando um ator ou atriz mirim é indicado ao Oscar, a ordem dos votantes é não premiá-lo com intuito nobre de protegê-lo, afinal, as chances de decadência prematura é altíssima. Quando Abigail Breslin concorria como Atriz Coadjuvante por Pequena Miss Sunshine aos 10 anos, o veterano ator Alan Arkin não queria que ela vencesse pois a pressão por crescimento poderia arruinar sua carreira. Até agora, ele estava certo. Breslin vem atuando com boa freqüência e sabendo alternar produções grandes como Ender’s Game – O Jogo Exterminador com independentes como Álbum de Família, em que contracena com bons atores como Meryl Streep e Chris Cooper.

Já quando se trata de um estreante adulto, a indicação pode significar o início de uma ascensão de prestígio e fama como foram os casos de Oprah Winfrey e Glenn Close, mas pode ser apenas uma aposta promissora que não se concretiza. Particularmente, não gosto muito do Oscar concedido a um estreante porque não conhecemos ainda sua versatilidade, o que gera sério risco do ator ou atriz ser rotulado para o resto da vida. A Academia tem ótimas intenções ao indicar um estreante, mas nem sempre ela funciona.

Com a ajuda da matéria da Hollywood Reporter, confira os estreantes sortudos (ou azarados):

Quvenzhané Wallis em Beasts of the Southern Wild

Quvenzhané Wallis em A Indomável Sonhadora (photo by beyondhollywood.com)

Oscar_icon_by_reiarturQUVENZHANÉ WALLIS
• Indicada ao Oscar de Melhor Atriz por Indomável Sonhadora (2012)
Com uma performance que transborda energia, a pequena Quvenzhané conquistou o público com sua Hushpuppy, que mantém a esperança no meio do caos da pobreza e na doença do pai. Tornou-se a mais jovem indicada na categoria aos 9 anos. Perdeu para outra jovem candidata, Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida) aos 23 anos. Em 2014, atuará no musical Annie e dublará uma personagem na animação The Prophet.

Hailee Steinfeld em Bravura Indômita (photo by outnow.ch)

Hailee Steinfeld em Bravura Indômita (photo by outnow.ch)

Oscar_icon_by_reiarturHAILEE STEINFELD
• Indicada ao Oscar de Atriz Coadjuvante por Bravura Indômita (2010)
Só o fato de ter sido escolhida entre inúmeras candidatas pelos irmãos Coen já seria uma honra tremenda, mas Steinfeld correspondeu à confiança e entregou uma atuação iluminada como a tagarela Mattie Ross. Quase bateu Melissa Leo (O Vencedor) no Oscar. Estrelou recentemente uma nova versão de Romeu & Julieta.

Jennifer Hudson em Dreamgirls: Em Busca de um Sonho (photo by outnow.ch)

Jennifer Hudson em Dreamgirls: Em Busca de um Sonho (photo by outnow.ch)

GOLD-Icon_CampasRJENNIFER HUDSON
• Vencedora do Oscar de Atriz Coadjuvante por Dreamgirls – Em Busca de um Sonho (2006)
Perdeu no programa de TV American Idol, mas ganhou o Oscar em seu primeira atuação cantando. Jennifer Hudson conquistou quase todos os críticos naquele ano e conseguiu a proeza de bater Cate Blanchett (Notas Sobre um Escândalo). Infelizmente, passou por um episódio trágico em que seu cunhado matou sua mãe, irmão e sobrinho. No cinema, teve apenas mais um trabalho em destaque: o drama A Vida Secreta das Abelhas.

Keisha Castle-Hughes em A Encantadora de Baleias (photo by www.outnow.ch)

Keisha Castle-Hughes em A Encantadora de Baleias (photo by http://www.outnow.ch)

Oscar_icon_by_reiarturKEISHA CASTLE-HUGHES
Indicada ao Oscar de Melhor Atriz por A Encantadora de Baleias (2002)
Até 2013, era a mais jovem indicada nesta categoria aos 13 anos. Keisha perdeu para a franco-favorita do ano: Charlize Theron (Monster – Desejo Assassino). Pra dizer que não fez mais nada de relevante, fez uma breve ponta em Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith como a rainha Naboo.

Gabourey Sidibe em Preciosa (photo by www.outnow.ch)

Gabourey Sidibe em Preciosa (photo by http://www.outnow.ch)

Oscar_icon_by_reiarturGABOUREY SIDIBE
Indicada ao Oscar de Melhor Atriz por Preciosa (2009)
Num papel pra lá de sofrido, Gabourey faz uma adolescente abusada e grávida que vive apanhando e sofrendo pressão psicológica da mãe em Preciosa. Perdeu para Sandra Bullock (Um Sonho Possível). Atuou como coadjuvante em algumas produções como Sete Psicopatas e um Shih Tzu e tem atuado em séries de TV como American Horror Story.

Catalina Sandino Moreno em Maria Cheia de Graça (photo by outnow.ch)

Catalina Sandino Moreno em Maria Cheia de Graça (photo by outnow.ch)

Oscar_icon_by_reiarturCATALINA SANDINO MORENO
• Indicada ao Oscar de Melhor Atriz por Maria Cheia de Graça (2004)
Num papel corajoso, a colombiana Catalina faz uma moça desespera que precisa atuar como “mula” para transportar drogas. Em sua única indicação, perdeu para Hilary Swank (Menina de Ouro). Infelizmente, ainda vive sob a margem de Hollywood. Atuou em Paris, Eu Te Amo (2006) e nos dois filmes Che, estrelado por Benicio Del Toro.

Edward Norton ao lado de Richard Gere em As Duas Faces de um Crime (photo by everett collection)

Edward Norton ao lado de Richard Gere em As Duas Faces de um Crime (photo by everett collection)

Oscar_icon_by_reiarturEDWARD NORTON
• Indicado ao Oscar de Ator Coadjuvante por As Duas Faces de um Crime (1996)
Em um dos raros casos em que o estreante voltou a ser indicado (como Ator por A Outra História Americana dois anos depois), Edward Norton tinha tudo pra dar certo, principalmente nessa época em que também atuou em Clube da Luta, mas algumas escolhas erradas e seu temperamento podem ter colaborado para uma decadência. Neste filme, ele interpreta um coroinha que é acusado de matar o arcebispo da igreja. Perdeu para Cuba Gooding Jr. (Jerry Maguire – A Grande Virada). Nos últimos anos, tem feito alguns filmes esquecíveis como O Ilusionista e Uma Saída de Mestre, e também falhou em engrenar como o novo Hulk, cujo papel foi parar nas mãos de um Mark Ruffalo bem mais inspirado.

Anna Paquin em O Piano (photo by cinemagia.ro)

Anna Paquin em O Piano (photo by cinemagia.ro)

GOLD-Icon_CampasRANNA PAQUIN
Vencedora do Oscar de Atriz Coadjuvante por O Piano (1993)
Quando seu nome foi anunciado no Oscar, a pequena Anna Paquin paralisou e não conseguiu dizer uma palavra. Qual seria o futuro desta menina? Atuar em filmes infantis? Atuou no drama familiar bonitinho Voando Para Casa e trabalhou com o diretor Franco Zeffirelli em Jane Eyre – Encontro com o Amor em 1996. Quando participou de X-Men (2000), Paquin já estava mais madura com 18 anos, mas só comprovou que veio pra ficar ao estrelar a série True Blood, onde vampiros são vampiros e não usam glitter.

Marlee Matlin em Filhos do Silêncio (photo by virtual-history.com)

Marlee Matlin em Filhos do Silêncio (photo by virtual-history.com)

GOLD-Icon_CampasRMARLEE MATLIN
Vencedora do Oscar de Melhor Atriz por Filhos do Silêncio (1986)
Vítima da surdez desde seus 18 meses de idade, Marlee Matlin não se intimidou e buscou seu sonho de atuar nos palcos. Interpretou Dorothy numa peça de O Mágico de Oz, e quando atuou em Children of a Lesser God chamou a atenção dos produtores da adaptação para cinema. Tornou-se a mais jovem a ganhar o Oscar de Melhor Atriz aos 22 anos em 1987. Nunca mais foi indicada ao Oscar, mas foi para o Globo de Ouro como atriz de série dramática por Reasonable Doubt no início dos anos 90.

Oprah Winfrey em A Cor Púrpura (photo by everett collection)

Oprah Winfrey em A Cor Púrpura (photo by everett collection)

Oscar_icon_by_reiarturOPRAH WINFREY
Indicada ao Oscar de Atriz Coadjuvante por A Cor Púrpura (1985)
Na época, a indignação era alta pela derrota de Oprah Winfrey para Anjelica Huston (A Honra do Poderoso Prizzi), havendo acusações de racismo contra a Academia. Aliás, nem Oprah, nem Whoopi Goldberg ganharam o Oscar naquele ano. Só em 1991, Whoopi ganhou o seu merecidamente por Ghost – Do Outro Lado da Vida. Este ano, algumas pessoas acreditavam que ela finalmente seria compensada por O Mordomo da Casa Branca, mas felizmente esse Oscar de pena não acontecerá. Como todos sabem, ela se aposentou recentemente, mas era considerada a rainha da TV americana.

John Malkovich em Um Lugar no Coração (photo by everett collection)

John Malkovich em Um Lugar no Coração (photo by everett collection)

Oscar_icon_by_reiarturJOHN MALKOVICH
Indicado ao Oscar de Ator Coadjuvante por Um Lugar no Coração (1984)
Atuando como um soldado cego ao lado de Sally Field e Danny Glover neste drama passado nos duros tempos de racismo no Mississipi, Malkovich conseguiu chamar a atenção e soube escolher projetos que o alavancaram como Império do Sol (1987), Ligações Perigosas (1988) e Neblina e Sombras (1991), chegando a ser indicado mais uma vez como coadjuvante por Na Linha de Fogo (1993). Perdeu para Haing S. Ngor (Os Gritos do Silêncio) e Tommy Lee Jones (O Fugitivo), respectivamente. Em 1999, conseguiu a honra de ter um filme dedicado a ele mesmo em Quero Ser John Malkovich, que se tornou um sucesso de crítica internacional, mas depois passou a optar sempre pelos mesmos tipos de papéis meio desmiolados que, de tão acostumado, ele deitava e rolava.

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Haing S. Ngor em Os Gritos do Silêncio (photo by everett collection)

GOLD-Icon_CampasRHAING S. NGOR
• Vencedor do Oscar de Ator Coadjuvante por Os Gritos do Silêncio (1984)
Talvez a maior maldição do Oscar: a morte. Doze anos após sua vitória, seu corpo foi encontrado na frente de sua casa em Los Angeles. Apesar de acreditarem que se tratou de uma tentativa de assalto, há fortes indícios de que o crime foi motivado por razões políticas, pois o ator defendia organizações de direitos civis e a sentença criminal para os responsáveis pelo massacre no Camboja feito pelo Khmer Vermelho. Sua atuação em Gritos do Silêncio foi fortemente baseada em sua própria experiência de vida, pois sua família foi vítima dos massacres.

Glenn Close (ao lado de Robin Williams) em O Mundo Segundo Garp (photo by myhungergames.com)

Glenn Close (ao lado de Robin Williams) em O Mundo Segundo Garp (photo by myhungergames.com)

Oscar_icon_by_reiarturGLENN CLOSE
Indicada ao Oscar de Atriz Coadjuvante por O Mundo Segundo Garp (1982)
Com ampla experiência nos palcos e um pouco de telefilmes, Glenn Close escolheu bem o projeto de sua estréia no cinema: a adaptação do romance de John Irving. Atuou ao lado dos ascendentes Robin Williams e John Lithgow sob a direção do experiente George Roy Hill. Acabou perdendo para Jessica Lange (Tootsie), e infelizmente perderia em mais 5 ocasiões: O Reencontro (1983), Um Homem Fora de Série (1984), Atração Fatal (1987), Ligações Perigosas (1988) e mais recentemente por Albert Nobbs (2012). Ficou mundialmente conhecida por viver a vilã Cruela nas adaptações do desenho animado dos 101 Dálmatas. Espero que haja mais oportunidades de premiá-la.

MIKHAIL BARYSHNIKOV

Mikhail Baryshnikov em Momento de Decisão (photo by allposters.com.br)

Oscar_icon_by_reiarturMIKHAIL BARYSHNIKOV
Indicado ao Oscar de Ator Coadjuvante por Momento de Decisão (1977)
O renomado bailarino russo teve uma estréia excepcional atuando ao lado das experientes Anne Bancroft e Shirley MacLaine , mas acabou fazendo poucos filmes depois como O Sol da Meia-Noite (1985). Em sua única indicação, foi derrotado por Jason Robards (Júlia). Já nos anos 2000, participou da série de TV Sex and the City.

Lily Tomlin em Nashville (photo by andthenomineesare.blogspot.com)

Lily Tomlin em Nashville (photo by andthenomineesare.blogspot.com)

Oscar_icon_by_reiarturLILY TOMLIN
Indicada ao Oscar de Atriz Coadjuvante por Nashville (1975)
Com boa experiência em humor televisivo, Lily Tomlin surpreendeu neste drama dirigido por Robert Altman, com quem trabalhou em outras oportunidades como em Short Cuts – Cenas da Vida (1993). Perdeu para Lee Grant (Shampoo). Em 2004, trabalhou com David O. Russell em Huckabees: A Vida é uma Comédia e mais recentemente, tem feito participações em comédias bobas como A Pantera Cor de Rosa 2 e A Seleção.

Tatum ao lado do pai Ryan O'Neal em Lua de Papel (photo by www.outnow.ch)

Tatum ao lado do pai Ryan O’Neal em Lua de Papel (photo by http://www.outnow.ch)

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Vencedora do Oscar de Atriz Coadjuvante por Lua de Papel (1973)
Atuando ao lado de seu pai, Ryan O’Neal, nesta ótima comédia dirigida por Peter Bogdanovich, a atriz-mirim tinha apenas 10 anos quando bateu outra jovem indicada, Linda Blair (O Exorcista). Participou de algumas séries de TV, mas nunca decolou. Nos últimos anos, participou de The Runaways – Garotas do Rock e Bem-Vindo aos 40.

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Diana Ross em O Ocaso de uma Estrela (photo by Everett Collection)

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Indicada ao Oscar de Melhor Atriz por O Ocaso de uma Estrela (1972)

Pra quem achava que Diana Ross era apenas cantora do The Supremes, em sua única indicação, ela interpretou a cantora Billie Holiday. Perdeu para a performance elétrica de Liza Minnelli (Cabaret). Continua um ícone da música, mas atualmente somente suas canções servem o cinema.

Com Omar Shariff, Barbra Streisand em Funny Girl - A Garota Genial (photo by oscarfilmeafilme.blogspot.com.br)

Com Omar Sharif, Barbra Streisand em Funny Girl – A Garota Genial (photo by oscarfilmeafilme.blogspot.com.br)

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Vencedora do Oscar de Melhor Atriz por Funny Girl – A Garota Genial (1968)
Por uma diferença irrisória de votos, o presidente da Academia na época havia declarado empate técnico entre Katharine Hepburn e Barbra Streisand. Numa das mais bem-sucedidas vitórias do Oscar, ela se tornou uma estrela nas décadas de 70 e 80 com sucessos românticos como Nosso Amor de Ontem (1973) e Nasce uma Estrela (1976), pelo qual também ganhou o Oscar de Melhor Canção Original. Na década de 90, recebeu boas críticas por sua direção em O Príncipe das Marés e O Espelho Tem Duas Faces, pelos quais foi indicada como produtora (Melhor Filme) e compositora (Melhor Canção), respectivamente. Para a geração atual, além de cantora, Streisand é conhecida como uma Focker, da trilogia Entrando Numa Fria

Julie Andrews em Mary Poppins (photo by derekwinnert.com)

Julie Andrews em Mary Poppins (photo by derekwinnert.com)

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Vencedora do Oscar de Melhor Atriz por Mary Poppins (1964)
Após estrelar algumas peças musicais como Minha Bela Dama e Cinderella, Julie Andrews chamou a atenção de Walt Disney, que a convidou para estrelar Mary Poppins. Aliás, esse convite e a produção do musical foi tema do filme Walt nos Bastidores de Mary Poppins. No ano seguinte, ela estrelou um dos maiores sucessos da história do cinema: A Noviça Rebelde, que além de marcá-la definitivamente como uma atriz que canta, rendeu sua segunda indicação. Foi mais uma vez indicada em 1983 por Victor ou Victoria. Tem atuado em produções infanto-juvenis como O Diário da Princesa e Shrek 2.

Karl Malden (ao fundo) com Eva Marie Saint em Sindicato de Ladrões (photo by gonemovies.com)

Karl Malden (ao fundo) com Eva Marie Saint em Sindicato de Ladrões (photo by gonemovies.com)

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Vencedora do Oscar de Atriz Coadjuvante por Sindicato de Ladrões (1954)
Após atuar em inúmeras produções para TV, Eva finalmente foi descoberta pelo mestre Elia Kazan, que enxergou nela a dramaticidade que ele precisava para o papel de Edie Doyle, uma jovem que clama por justiça pela morte de seu irmão. Conseguiu contracenar com Marlon Brando, tarefa para poucos. Embora não tenha sido indicada ao Oscar novamente, estrelou algumas produções de destaque como Intriga Internacional (1959), Grand Prix (1966) e Os Russos Estão Chegando! Os Russos Estão Chegando! (1966). Nas décadas seguintes, teve uma carreira irregular e voltou a fazer TV.

Montgomery Clift em Perdidos na Tormenta (photo by http://ocdviewer.com/)

Montgomery Clift em Perdidos na Tormenta (photo by http://ocdviewer.com/)

Oscar_icon_by_reiarturMONTGOMERY CLIFT
Indicado ao Oscar de Melhor Ator por Perdidos na Tormenta (1948)
Apesar de ter estreado sob direção de Howard Hawks em Rio Vermelho, foi com o filme Perdidos na Tormenta, lançado antes, que Clift conseguiu sua primeira indicação. Perdeu para o imbatível Laurence Olivier (Hamlet) e teve mais três oportunidades fracassadas de ganhar o Oscar. Foi considerado um dos melhores atores da geração de James Dean e Marlon Brando, mas a Academia perdeu a chance de premiá-lo. Em sua filmografia, constam grandes clássicos como Um Lugar ao Sol (1951), A Um Passo da Eternidade (1953) e Julgamento em Nuremberg (1961). Morreu muito cedo aos 45 anos.

À frente Angela Lansbury com Ingrid Bergman em À Meia Luz (photo by filmsquish.com)

À frente Angela Lansbury com Ingrid Bergman em À Meia Luz (photo by filmsquish.com)

Oscar_icon_by_reiarturANGELA LANSBURY
Indicada ao Oscar de Atriz Coadjuvante por À Meia Luz (1944)
Vencedora do Oscar Honorário no final do ano passado, Angela Lansbury teve uma estréia espetacular aos 18 anos sob direção de George Cuckor em À Meia Luz, estrelado por Ingrid Bergman. Perdeu para Ethel Barrymore (Apenas um Coração Solitário) e concorreu mais duas vezes como coadjuvante: Em 1946 por O Retrato de Dorian Gray, e em 1963 por O Sob o Domínio do Mal, mas nunca levou a estatueta. Para gerações mais novas, ficou conhecida pela série de TV Assassinato por Escrito e por sua voz de Mrs. Potts, a bule de chá, na animação A Bela e a Fera (1991).

Orson Welles em Cidadão Kane (photo by smallpicturesblog.com)

Orson Welles em Cidadão Kane (photo by smallpicturesblog.com)

GOLD-Icon_CampasRORSON WELLES
Vencedor do Oscar de Roteiro Original, e Indicado para Melhor Diretor e Ator por Cidadão Kane (1941)
O que dizer sobre o responsável por Cidadão Kane, a produção mais revolucionária do Cinema? Aos 26 anos, Welles se uniu ao excepcional diretor de fotografia Gregg Toland e explorou enquadramentos e foco como nunca, além da estrutura narrativa não-linear para contar a história de Charles Foster Kane, inspirado no magnata da imprensa William Random Hearst. O filme vencedor do Oscar naquele ano foi o drama familiar Como Era Verde o Meu Vale, de John Ford. Como Stanley Kubrick, Orson estava à frente de seu tempo e não foi devidamente reconhecido.

Martha Scott por Nossa Cidade (photo by Anthony Camerano)

Martha Scott por Nossa Cidade (photo by Anthony Camerano)

Oscar_icon_by_reiarturMARTHA SCOTT
Indicada ao Oscar de Melhor Atriz por Nossa Cidade (1940)
A atriz levou seu papel na peça da Broadway de Emily Webb para o cinema nesta adaptação da peça de Thornton Wilder, pela qual atuou ao lado de William Holden. Perdeu para Ginger Rogers (Kitty Foyle). Suas atuações de destaque viriam nos épicos Os Dez Mandamentos (1956) e Ben-Hur (1959). Morreu aos 90 anos em 2003.

Greer Garson com Robert Donat em Adeus Mr. Chips (photo by forums.tcm.com)

Greer Garson com Robert Donat em Adeus, Mr. Chips (photo by forums.tcm.com)

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Indicada ao Oscar de Melhor Atriz por Adeus, Mr. Chips (1939)
Com praticamente 50% de experiência em TV e a outra de cinema, Greer Garson atuou em incontáveis filmes. Trabalhou com diretores renomados como Victor Fleming, Mervyn LeRoy e William Wyler, que lhe rendeu o Oscar de Atriz por Rosa de Esperança (1942). Em sua primeira indicação, perdeu para Vivien Leigh (…E o Vento Levou), tendo concorrido em mais 5 oportunidades. Morreu aos 91 anos em 1996.

Lawrence Tibbett em Amor de Zíngaro (photo by AP photo)

Lawrence Tibbett por Amor de Zíngaro (photo by AP photo)

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Indicado ao Oscar de Ator por Amor de Zíngaro (1930)
Conhecido por ser cantor de ópera, ele estreou no cinema com a história de um bandido russo que se apaixona por uma princesa. O filme ainda conta com a participação de Stan Laurel e Oliver Hardy, conhecidos como O Gordo e o Magro. Perdeu para George Arliss (Disraeli). Atuou em apenas mais cinco produções na década de 30, e morreu em 1960, aos 63 anos.