Com presença de CLOONEY, ARONOFSKY e PAYNE, Festivais de VENEZA e TORONTO se consolidam como REDUTOS PRÉ-OSCAR

Suburbicon

Cena de Suburbicon, novo filme dirigido por George Clooney, com Julianne Moore e Matt Damon (pic by cine.gr)

PRÉ-CANDIDATOS AO OSCAR BUSCAM OS HOLOFOTES INTERNACIONAIS PARA ABRIR A TEMPORADA DE PREMIAÇÕES

Houve um tempo em que os filmes selecionados pelo Festival de Veneza, o mais antigo do mundo, tinham um distância quilométrica do Oscar. Era extremamente raro que um filme presente no evento italiano também estivesse no prêmio da Academia. Claro que todos os grandes festivais hoje tiveram uma aproximação com o Oscar por causa da projeção internacional, mas Veneza se tornou palco do “esquenta”.

Pra isso, Veneza convidou artistas hollywoodianos que certamente atrairão mais olhares para o evento e ao mesmo tempo se beneficiarão com a abertura de temporada de premiações. Assim, teremos os novos trabalhos de George Clooney, Darren Aronofsky, Alexander Payne e Guillermo del Toro. Se vão ganhar prêmios são outros quinhentos, mas somente a presença no festival já os consolida como fortes candidatos ao Oscar. Vale sempre ressaltar que Veneza teve recordistas de indicações ao Oscar nos últimos 4 anos: Gravidade (2013), Birdman (2014) e La La Land (2016).

Particularmente, já dou como certas as indicações para Clooney e Payne, que costumam ter uma forte afinidade com os gostos da Academia. Curiosamente, ambos os filmes foram protagonizados por Matt Damon, que pode ter até dupla indicação na categoria de Ator – Comédia ou Musical no próximo Globo de Ouro.

Já os filmes de Aronofsky e del Toro ainda tenho minhas dúvidas por apresentarem elementos do gênero terror, mas acredito que devem obter sucesso em categorias técnicas. Contudo, ambos podem ter ótimas chances com suas atrizes: Jennifer Lawrence e Sally Hawkins, respectivamente, em Mother! e The Shape of Water.

shape of water

Sally Hawkins interage com um experimento do governo em The Shape of Water, de Guillermo del Toro

Particularmente, tenho boas expectativas em relação a três diretores:

Martin McDonagh
Mais conhecido pelas ótimas comédias Na Mira do Chefe e Sete Psicopatas e um Shih Tzu, o diretor britânico chega com Three Billboards Outside Ebbing, Missouri. Aqui temos a atriz Frances McDormand como uma mãe que desafia o chefe da polícia da cidade depois que sua filha foi assassinada e não houve nenhum preso. É curiosa a capacidade de McDonagh de conseguir extrair humor de temas bastante pesados, algo que apenas os irmãos Coen conseguiam fazer com maestria até alguns anos atrás. E engana-se quem pensa que se trata de apenas uma comédia. O filme critica a baixa eficiência policial (imagina se a personagem vivesse no Brasil…) e a prisão e tortura de negros, que continua recorrente nos EUA. Veja trailer abaixo:

Andrew Haigh
Admito que a trama de Lean on Pete, adaptação homônima do romance, sobre um jovem que busca sua tia perdida acompanhado por um cavalo de corrida não me animou muito, mas pra quem amou seu filme anterior, 45 Anos, é impossível não criar expectativas. No elenco, o diretor conta com os experientes Steve Buscemi e Chloë Sevigny. É esperar pra ver…

Abdellatif Kechiche
Esse diretor tunisiano conquistou Cannes e o mundo com seu filme anterior: Azul é a Cor Mais Quente, mas pra quem conferiu seus outros trabalhos como O Segredo do Grão e Vênus Negra, sabe que estamos diante de um diretor extremamente cuidadoso esteticamente e que não abre mão de seu olhar minucioso do comportamento humano. Ele traz Mektoub, My Love: Canto Uno que aborda a difícil decisão de um roteirista entre seu amor e sua carreira, curiosamente, um tema bastante parecido com o musical La La Land.

FORA DE COMPETIÇÃO

Embora não estejam competindo pelo Leão de Ouro, algumas produções também podem conseguir seu lugar ao sol na temporada de premiações. O novo filme de Stephen Frears, Victoria and Abdul, sobre a história verídica da amizade entre a rainha Victoria e um serviçal indiano, aparentemente se assemelha ao A Rainha (2006), que rendeu o Oscar para Helen Mirren. Honestamente, com exceção do ótimo Philomena (2014), os últimos trabalhos de Frears me desagradam um pouco por apresentarem formato e linguagem de TV, mas o diretor britânico tem seu talento inquestionável na direção de atores. E curiosamente Judi Dench volta a interpretar a rainha Victoria depois de Sua Majestade Mrs. Brown (1997), filme pelo qual foi indicada ao Oscar e perdeu injustamente para Helen Hunt.

Achei interessante o documentário que William Friedkin trouxe a Veneza: The Devil and Father Amorth (em tradução livre: “O Diabo e o Padre Amorth”), que captura imagens do nono exorcismo praticado pelo padre na Itália. Mesmo após mais de quatro décadas do clássico O Exorcista (1973), o diretor americano continua muito vinculado ao exorcismo, portanto, esse documentário pode de alguma forma “exorcizá-lo” dessa ligação e ao mesmo tempo, alimentar a sede de seus incontáveis fãs de como ele tratará desse tema novamente.

DISPUTA POR NOVOS FILMES

Por se tratar de um festival que acontece em setembro, existem desvantagens também, pois as atenções se dividem com o festival canadense de Toronto. Embora não tenha o mesmo prestígio do italiano, tem servido de vitrine para os filmes americanos, os vencedores do People’s Choice Awards costumam ser indicados a Melhor Filme (vide os recentes O Quarto de Jack, O Jogo da Imitação, 12 Anos de Escravidão e O Lado Bom da Vida), sem contar que o país é vizinho dos EUA e o mesmo idioma.

Em entrevista, o diretor do Festival de Veneza, Alberto Barbera, se disse “97% satisfeito” com sua seleção, já que houve apenas dois ou três filmes que ele queria exibir, mas não pôde porque já estavam comprometidos com outros festivais, provavelmente Toronto.

Contudo, se formos analisar os filmes exibidos em Veneza, temos muitos que também estarão presentes em Toronto. A única diferença é que o festival italiano exibirá alguns dias antes. Entre algumas exclusividades estão o novo filme de Angelina Jolie como diretora, First They Killed My Father, um drama pesado sobre o genocídio no Camboja feito para a Netflix; a nova produção de Joe Wright, Darkest Hour, que promete gerar a segunda indicação ao Oscar para Gary Oldman, interpretando um impecável Winston  Churchill; o drama verídico Film Stars Don’t Die in Liverpool sobre um romance da atriz Gloria Grahame com um jovem traz Annette Bening como a protagonista (será que ela ganha o Oscar desta vez?); e Stronger, um drama que recria o atentado da Maratona de Boston e uma vítima que perdeu as pernas com a explosão da bomba. Jake Gyllenhaal promete arrancar lágrimas do público.

Estou bastante curioso pra conferir o novo filme da dupla Jonathan Dayton e Valerie Faris, que se consagraram com Pequena Miss Sunshine (2006): Battle of the Sexes, que recria uma disputa de tênis bastante curiosa ocorrida em 1973 entre Billie Jean King (Emma Stone) e o ex-campeão Bobby Riggs (Steve Carell). Além de toda a caracterização de época (Emma Stone está quase irreconhecível com aqueles óculos fundo de garrafa), será curioso ver o quanto de atual ainda temos sobre essa discussão de igualdade entre gêneros.

battle-of-the-sexes-mit-emma-stone-und-steve-carell

Emma Stone e Steve Carell fazem dupla de tenistas em 1973 em Battle of the Sexes (pic by moviepilot.de)

E também bastante interessado em assistir ao francês 120 Battements par Minute (BPM (Beats per Minute), de Robin Campillo, que foi bem ovacionado em Cannes. Trata-se da luta de um portador de Aids contra a indiferença no início dos anos 90. Embora os filmes representantes para o Oscar de Filme Estrangeiro ainda não tenham sido definidas, muito provavelmente este será o candidato da França e com fortes chances de ganhar a estatueta, que o país não ganha desde 1993 com Indochina.

toronto-international-film-festival-website

SELEÇÃO DO FESTIVAL INTERNACIONAL DE TORONTO

GALAS
Breathe
The Catcher Was A Spy
Darkest Hour
Film Stars Don’t Die in Liverpool
Kings
Long Time Running
Mary Shelley
The Mountain Between Us
Mudbound
Stronger
The Wife
Woman Walks Ahead

APRESENTAÇÕES ESPECIAIS
Battle of the Sexes
BPM (Beats Per Minute)
The Brawler
The Breadwinner
Call Me By Your Name
Catch the Wind
The Current War

The Children Act
Disobedience
Downsizing
A Fantastic Woman
First They Killed My Father
The Guardians
Hostiles
The Hungry
I, Tonya
mother!
Novitiate
Omerta
Plonger
The Price of Success
Professor Marston & the Wonder Women
The Rider
A Season in France
The Shape of Water
Sheikh Jackson
The Square
Submergence
Suburbicon
Thelma
Three Billboards Outside Ebbing, Missouri
Untitled Bryan Cranston/Kevin Hart Film

Victoria and Abdul

 

Festival-de-Cinema-de-Veneza-em-2017

INDICADOS AO LEÃO DE OURO 2017

  • Human Flow
    Dir: Ai Weiwei (Alemanha, EUA)
  • Mother!
    Dir: Darren Aronofsky (EUA)
  • Suburbicon
    Dir: George Clooney (EUA)
  • The Shape Of Water
    Dir: Guillermo Del Toro (EUA)
  • L’Insulte
    Dir: Ziad Doueiri (França, Líbano)
  • La Villa
    Dir: Robert Guediguian (França)
  • Lean on Pete
    Dir: Andrew Haigh (Reino Unido)
  • Mektoub, My Love: Canto Uno
    Dir: Abdellatif Kechiche (França)
  • The Third Murder
    Dir: Hirkazu Koreeda (Japão)
  • Jusqu’a La Garde
    Dir: Xavier Legrand (França)
  • Amore e Malavita
    Dir: Manetto Bros. (Itália)
  • Three Billboards Outside Ebbing, Missouri
    Dir: Martin McDonagh (Reino Unido)
  • Hannah
    Dir: Andrea Pallaoro (Itália, Bélgica, França)
  • Downsizing
    Dir: Alexander Payne (EUA)
  • Angels Wear White
    Dir: Vivian Qu (China, França)
  • Una Famiglia
    Dir: Sebastiano Risio (Itália)
  • First Reformed
    Dir: Paul Schrader (EUA)
  • Sweet Country
    Dir: Warwick Thornton (Austrália)
  • The Leisure Seeker
    Dir: Paolo Virzì (Itália)
  • Ex Libris – The New York Public Library
    Dir: Frederick Wiseman (EUA)

FORA DE COMPETIÇÃO

Eventos Especiais

  • Casa D’Altri
    Dir: Gianni Amelio (Itália)
  • Michael Jackson’s ‘Thriller’ 3D
    Dir: John Landis (EUA)
  • Making of Michael Jackson’s ‘Thriller’
    Dir: Jerry Kramer (EUA)

FICÇÃO

  • Our Souls at Night
    Dir: Ritesh Batra (EUA)
  • Il Signor Rotopeter
    Dir: Antonietta De Lillo (Itália)
  • Victoria and Abdul
    Dir: Stephen Frears (Reino Unido)
  • La Melodie
    Dir: Rachid Hami (França)
  • Outrage Coda
    Dir: Takeshi Kitano (Japão)
  • Loving Pablo
    Dir: Fernando Leon De Aranoa (Espanha)
  • Zama
    Dir: Lucrecia Martel (Argentina, Brasil)
  • Wormwood
    Dir: Errol Morris (EUA)
  • Diva!
    Dir: Francesco Patierno (Itália)
  • La Fidele
    Dir: Michael R. Roskam (Bélgica, França, Holanda)
  • The Private Life of a Modern Woman
    Dir: James Toback (EUA)
  • Brawl in Cell Block 99
    Dir: S. Craig Zahler (EUA)

NÃO-FICÇÃO

  • Cuba and the Cameraman
    Dir: Jon Albert (EUA)
  • My Generation
    Dir: David Batty (Reino Unido)
  • The Devil and Father Amorth
    Dir: William Friedkin (EUA)
  • This Is Congo
    Dir: Daniel McCabe (Congo)
  • Ryuichi Sakamoto: Coda
    Dir: Stephen Nomura Schible (EUA, Japão)
  • Jim & Andy: The Great Beyond. The Story of Jim Carrey, Andy Kaufman, and Tony Clifton
    Dir: Chris Smith (EUA)
  • Happy Winter
    Dir: Giovanni Totaro (Itália)

HORIZONTES

  • Disappearance
    Dir: Ali Asgari (Irã, Catar)
  • Especes Menaces
    Dir: Gilles Bourdos (França, Bélgica)
  • The Rape of Recy Taylor
    Dir: Nancy Buirski (EUA)
  • Caniba
    Dir: Lucian Castaing-Taylor, Verena Paravel (França)
  • Les Bienheureux
    Dir: Sofia Djama (França, Bélgica)
  • Marvin
    Dir: Anne Fontaine (França)
  • Invisibile
    Dir: Pablo Giorgelli (Argentina, Brasil, Uruguai, Alemanha)
  • Brutti e Cattivi
    Dir: Cosimo Gomez (Itália, França)
  • The Cousin
    Dir: Tzahi Grad (Israel)
  • Reparer les vivants
    Dir: Katell Quillevere (França, Bélgica)
  • The Testament
    Dir: Amichai Greenberg (Israel, Áustria)
  • No Date, No Signature
    Dir: Vahid Jalilvand (Irã)
  • Los Versos Del Olvido
    Dir: Alireza Khatami (França, Alemanha, Holanda, Chile)
  • Nico, 1988
    Dir: Susanna Nicchiarelli (Itália)
  • Krieg
    Dir: Rick Ostermann, Barbara Auer (Alemanha)
  • West of Sunshine
    Dir: Jason Raftopoulos (Austrália)
  • Gotta Cenerentola
    Dir: Alessandro Rak, Ivan Cappiello, Marino Guarnieri, Dario Sansone (Itália)
  • Under The Tree
    Dir: Hafsteinn Gunnar Sigurdsson (Islândia, Dinamarca, Polônia, Alemanha)
  • La Vita in Comune
    Dir: Edoardo Winspeare (Itália)

CINEMA IN THE GARDEN

  • Manuel
    Dir: Dario Albertini (Itália)
  • Controfigura
    Dir: Ra Di Martino (Itália, França, Marrocos, Suíça)
  • Woodstock
    Dir: Kate Mulleavy, Laura Mulleavy (EUA)
  • Nato A Casal Di Principe
    Dir: Bruno Oliviero (Itália, Espanha)
  • Suburra — The Series
    Dir: Michele Placido, Andrea Molaioli, Giuseppe Capotondi (Itália)
  • Tuers
    Dir: Francois Truokens, Jean-Francois Hensgens (Bélgica, França)

VENEZA REALIDADE VIRTUAL

  • Melita
    Dir: Nicolas Alcala (EUA)
  • La Camera Insabbiata
    Dir: Laurie Anderson, Huang Sin-Chien (EUA)
  • The Last Goodbye
    Dir: Gabo Arora (EUA)
  • My Name Is Peter Stillman
    Dir: Lysander Ashton, Leo Warner (Reino Unido)
  • Alice, The Virtual Reality Play
    Dir: Mathias Chelebourg (França)
  • Arden’s Wake Expanded
    Dir: Eugene YK Chung (EUA)
  • Greenland Melting
    Dir: Nonny De La Pena (EUA)
  • Bloodless
    Dir: Gina Kim (EUA)
  • Nothing Happens
    Dir: Uri Kranot, Michelle Kranot (Dinamarca, França)
  • The Dream Collector
    Dir: Mi Li (China)
  • Snatch VR Heist Experience
    Dir: Rafael Pavon, Nicolas Alcala (EUA)
  • Nefertiti
    Dir: Richard Mills, Kim-Leigh Pontin (Reino Unido)
  • Proxima
    Dir: Mathieu Pradat (França)
  • In The Pictures
    Dir: Qing Shao (China)
  • Dispatch
    Dir: Edward Robles (EUA, Reino Unido)
  • The Argos File
    Dir: Josema Roig (EUA)
  • Gomorra VR – We Own The Streets
    Dir: Enrico Roast (Itália)
  • Draw Me Close, Chapters 1-2
    Dir: Jordan Tannahill (Canadá, Reino Unido)
  • The Deserted
    Dir: Tsai Ming-Liang (Taiwan)
  • I Saw The Future
    Dir: Francois Vautier (França)
  • Separate Silences
    Dir: David Wedel (Dinamarca)
  • Free Whale
    Dir: Zhang Peibin (China)

***

O Festival de Veneza começa dia 30 de agosto e encerra dia 09 de setembro.

Já o Festival Internacional de Toronto tem início em 07 de setembro e vai até o dia 17.

Anúncios

Academy Awards History: A História do Oscar (1951 a 1960)

Bob Hope, o primeiro host do Oscar televisionado em 1953. (photo by savedthecat.com)

Bob Hope, o host do primeiro Oscar televisionado em 1953. (photo by savedthecat.com)

A DÉCADA PROMISSORA DO PÓS-GUERRA

O período pós-guerra trouxe consigo um momento financeiro excepcional para o Cinema, tanto que os estúdios foram obrigados a pagar salários mais altos e até porcentagens de lucro para suas estrelas. Por outro lado, a televisão passou a crescer também, e como era um entretenimento gratuito, os estúdios não permitiram que seus astros fizessem participações em programas televisivos a fim de enfraquecer a competição, além de não disponibilizar seus acervos de filmes para a programação.

Contudo, tais restrições não resistiram por muito tempo, pois os estúdios precisavam arrecadar fundos para as próximas produções. Então, gradativamente, foram liberando participações, transmissões e até passaram a usar o meio como publicidade para os filmes que estreariam em seguida. As pazes das duas mídias seriam seladas no dia 19 de março de 1953, quando a TV transmitiu pela primeira vez a cerimônia do Oscar, permitindo que muitos espectadores pudessem ver inúmeros artistas de cinema juntos pela televisão como nunca antes.

Esse primeiro Oscar televisionado já teve Bob Hope como mestre de cerimônia e incontáveis estrelas jamais vistas juntas como James Stewart, Joan Crawford, Fredric March, Anne Baxter, John Wayne e Gloria Swanson. O Maior Espetáculo da Terra foi o grande vencedor da noite e poderia ser o título da noite, pois a transmissão da cerimônia foi a maior audiência da televisão em cinco anos de existência comercial.

Charlton Heston e James Stewart em cena de O Maior Espetáculo da Terra, de Cecil B. DeMille, que levou o Oscar de Melhor Filme. (photo by prettycleverfilms.com)

Charlton Heston e James Stewart em cena de O Maior Espetáculo da Terra, de Cecil B. DeMille, que levou o Oscar de Melhor Filme. (photo by prettycleverfilms.com)

Infelizmente, a década de 50 também abrigou os anos negros de caça às bruxas do senador Joseph McCarthy, que rastreava artistas com perfil comunista. Em 1952, dez membros da indústria cinematográfica formaram a lista “Unfriendly Ten”, que além de perderem o emprego, receberam sentenças de um ano de prisão. Assim, nesse período, muitos filmes tiveram crédito de roteiro preenchidos por pseudônimos ou simplesmente não tinham crédito a fim de evitar problemas com a política do país. Porém, a Academia era obrigada a reconhecer esses filmes pois eram elegíveis e assim, alguns vencedores, como os roteiristas de A Ponte do Rio Kwai, receberam suas estatuetas décadas depois ou muitos sequer recebiam pois já estavam mortos.

O mais célebre artista caçado nessa época foi o diretor, ator e roteirista Charles Chaplin. Suas críticas ao capitalismo em Tempos Modernos, e sua ótima sátira a Adolf Hitler em O Grande Ditador chamaram a atenção do chefe do FBI, J. Edgar Hoover, que acionou o Conselho de Atividades Não-Americanas (HUAC), obrigando Chaplin a abandonar os EUA e permanecer décadas foragido na Europa. Só em 1972, ele foi “perdoado”. A Academia concedeu-lhe o Oscar Honorário por “efeito incalculável na produção de filmes na arte do século.” Hoje, o clipe de Chaplin recebendo esse Oscar permanece como um dos pontos altos da História do Oscar.

RESULTADOS POLÊMICOS

Às vezes, acontece algo raro chamado divisão de votos. Quando a competição está extremamente acirrada entre dois indicados, os votos se dividem e surge um terceiro indicado que acaba passando uma rasteira. Um dos primeiros casos foi em 1951: enquanto as veteranas Gloria Swanson (Crepúsculo dos Deuses) e Bette Davis (A Malvada) disputavam à tapa cada voto, a jovem Judy Holliday foi anunciada vencedora de Melhor Atriz pela comédia Nascida Ontem. Talvez nem ela acreditou na vitória, pois sequer estava presente na cerimônia!

Judy Holliday em Nascida Ontem, pelo qual ganhou o Oscar ao bater as favoritas Bette Davis e Gloria Swanson (photo by newyorknatives.com)

Judy Holliday em Nascida Ontem, pelo qual ganhou o Oscar ao bater as favoritas Bette Davis e Gloria Swanson (photo by newyorknatives.com)

Em Nascida Ontem, ela interpreta a loira burra de um magnata corrupto. Holliday quase não conseguiu o papel, pois o chefe da Columbia queria muito Rita Hayworth. Mas acabou prevalecendo seu talento para o papel, uma vez que interpretou a personagem na peça da Broadway por três anos.

Em 1955, a Academia poderia ter feito História. Teve a oportunidade de premiar uma das atrizes mais intensas e queridas do cinema: Judy Garland. Ela, que já havia recebido o Juvenile Award aos 17 anos, e estrelado o clássico O Mágico de Oz, recebeu sua primeira indicação pelo musical Nasce uma Estrela. Com tamanha expectativa de sua iminente vitória, várias equipes da imprensa se deslocaram para o quarto de hospital em que a atriz indicada estava prestes a dar à luz a seu terceiro filho. Contudo, o envelope revelou Grace Kelly como vencedora, e Garland teve de se contentar e declarar que “Joey era o melhor Oscar que poderia receber aquela noite”. Como um raio, as equipes de TV e câmeras foram embora logo em seguida. Derrota amarga para Garland.

Ao lado de James Mason, Judy Garland em Nasce uma Estrela, que lhe rendeu sua primeira de duas indicações (photo by telegraph.co.uk)

Ao lado de James Mason, Judy Garland em Nasce uma Estrela, que lhe rendeu sua primeira de duas indicações (photo by telegraph.co.uk)

Já Grace Kelly voltaria no ano seguinte para apresentar o Oscar de Melhor Ator para Ernest Borgnine (Marty). Esta foi sua última aparição no Oscar, já que três meses antes havia noivado com o príncipe de Mônaco. Em 1982, já princesa de Mônaco, aos 52 anos, morreria num acidente automobilístico.

…E APENAS RESULTADOS E FATOS CURIOSOS

Quando Sinfonia de Paris foi revelado como Melhor Filme em 1952, trata-se apenas do terceiro musical a ganhar o Oscar de Melhor Filme. Anteriormente, apenas Melodia da Broadway (1928-1929) e Ziegfeld – O Criador de Estrelas (1936) tinham vencido. Embora eu reconheça a beleza das sequências dirigidas por Vincente Minnelli e as coreografias exuberantes de Gene Kelly, o melhor filme daquele ano para mim (e para muitos especialistas) era o drama trágico Um Lugar ao Sol, de George Stevens.

Elizabeth Taylor e Montgomery Clift como o casal perfeito de Um Lugar ao Sol (photo by filmkijker.files.wordpress.com)

Elizabeth Taylor e Montgomery Clift como o casal perfeito de Um Lugar ao Sol (photo by filmkijker.files.wordpress.com)

Falando em Um Lugar ao Sol, há uma história curiosa de que Shelley Winters estava tão convicta de que ganharia como Melhor Atriz que quando o nome de Vivien Leigh foi anunciado, ela teria levantado para receber o prêmio, mas teria sido impedida pelo marido no corredor do teatro.

No mesmo ano, Uma Rua Chamada Pecado foi o primeiro filme a ganhar 3 Oscars de atuação. Melhor Atriz (Vivien Leigh), Ator Coadjuvante (Karl Malden) e Atriz Coadjuvante (Kim Hunter). Já em 1954, Walt Disney se tornou o recordista em Oscars numa só noite. Ele ganhou 4 estatuetas: Melhor Documentário-Curta por The Alaskan Eskimo, Melhor Curta de Animação por Toot Whistle Plunk and Boom, Melhor Curta-Metragem de Dois Rolos por Bear Country, e Melhor Documentário por O Drama do Deserto.

Walt Disney segura seus 4 Oscars vencidos na mesmo noite, um recorde jamais batido até hoje (photo by moviepilot.com)

Walt Disney segura seus 4 Oscars vencidos na mesmo noite, um recorde jamais batido até hoje (photo by moviepilot.com)

Foi nessa década que alguns recordes foram quebrados. Em 1954, Sindicato de Ladrões havia igualado o número de Oscars vencidos de …E o Vento Levou (1939) e A Um Passo da Eternidade (1953) com oito estatuetas. Contudo, em 1959, o musical Gigi venceu nove prêmios, mas que logo no ano seguinte, foram batidos pelos 11 Oscars do épico Ben-Hur, de William Wyler. Recorde este que permanece até hoje, dividido com Titanic (1997) e O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (2003).

CRIAÇÃO DA CATEGORIA FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA

A partir de 1957, filmes em língua estrangeira (que não seja o Inglês) passaram a ser agraciados com sua própria categoria competitiva. Antes disso, desde 1947, as produções estrangeiras recebiam um prêmio honorário sem indicados. E nada melhor do que começar uma categoria com o pé direito: o belíssimo e tocante A Estrada da Vida (La Strada), de Federico Fellini, levou o primeiro de muitos Oscars para a Itália.

Da esquerda para a direita: Federico Fellini, sua esposa e atriz Giulietta Masina e o produtor Dino De Laurentiis com seus Oscars por A Estrada da Vida (photo by businessinsider.com)

Da esquerda para a direita: Federico Fellini, sua esposa e atriz Giulietta Masina e o produtor Dino De Laurentiis com seus Oscars por A Estrada da Vida (photo by businessinsider.com)

Embora tenha sido uma conquista para o cinema internacional, o regulamento barra produções de nações de língua inglesa como Inglaterra e Austrália. Ao contrário da maioria, a categoria de Filme em Língua Estrangeira pouco evoluiu desde sua criação. Continua com inúmeras restrições que limitam a seleção justa dos melhores filmes como a eleição de apenas uma produção por país, além do polêmico sistema de votação formada por membros idosos judeus que concede Oscars para filmes com temática judaica, Holocausto e Segunda Guerra Mundial.

THE 32nd ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1960

04 de Abril de 1960

Ben-Hur (Ben-Hur), de William Wyler: 11 Oscars (photo by wikipedia.org)

Ben-Hur (Ben-Hur), de William Wyler: 11 Oscars (photo by wikipedia.org)

MELHOR FILME
– Anatomia de um Crime (Anatomy of a Crime)
Produtor: Otto Preminger
• Ben-Hur (Ben-Hur)
Produtor: Sam Zimbalist
– O Diário de Anne Frank (The Diary of Anne Frank)
Produtor: George Stevens
– Uma Cruz à Beira do Abismo (The Nun’s Story)
Produtor: Henry Blanke
– Almas em Leilão (Room at the Top)
Produtores: John Woolf, James Woolf


John Wayne apresenta Melhor Diretor, enquanto Gary Cooper apresenta Melhor Filme

MELHOR DIRETOR
– Jack Clayton (Almas em Leilão)
– George Stevens (O Diário de Anne Frank)
– Billy Wilder (Quanto Mais Quente Melhor)
 • William Wyler (Ben-Hur)
– Fred Zinnemann (Uma Cruz à Beira do Abismo)

MELHOR ATOR
• Charlton Heston (Ben-Hur)
– Laurence Harvey (Almas em Leilão)
– Jack Lemmon (Quanto Mais Quente Melhor)
– Paul Muni (Rebeldia de um Bravo)
– James Stewart (Anatomia de um Crime)


Susan Hayward concede o único Oscar para Charlton Heston

MELHOR ATRIZ
– Doris Day (Confidências à Meia-Noite)
– Audrey Hepburn (Uma Cruz à Beira do Abismo)
– Katharine Hepburn (De Repente, No Último Verão)
• Simone Signoret (Almas em Leilão)
– Susan Hayward (De Repente, No Último Verão)


Rock Hudson apresenta o Oscar para a francesa Simone Signoret

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Hugh Griffith (Ben-Hur) – Hugh Griffith não estava presente na cerimônia. O diretor William Wyler aceitou o prêmio em seu nome.
– Arthur O’Connell (Anatomia de um Crime)
– George C. Scott (Anatomia de um Crime)
– Robert Vaughn (O Moço de Filadélfia)
– Ed Wynn (O Diário de Anne Frank)


A graciosa Olivia De Havilland apresenta o Oscar de coadjuvante, recebido pelo diretor William Wyler.

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Hermione Baddeley (Almas em Leilão)
– Susan Kohner (Imitação da Vida)
– Juanita Moore (Imitação da Vida)
– Thelma Ritter (Confidências à Meia-Noite)
Shelley Winters (O Diário de Anne Frank)


Edmond O’Brien concede o Oscar para Shelley Winters

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
– François Truffaut, Marcel Moussy (Os Incompreendidos)
Russell Rouse, Clarence Greene, Stanley Shapiro, Maurice Richlin (Confidências à Meia-Noite)
– Ernest Lehman (Intriga Internacional)
– Paul King, Joseph Stone, Stanley Shapiro, Maurice Richlin (Anáguas a Bordo)
– Ingmar Bergman (Morangos Silvestres)

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
– Wendell Mayes (Anatomia de um Crime)
– Karl Tunberg (Ben-Hur)
– Robert Anderson (Uma Cruz à Beira do Abismo)
Neil Paterson (Almas em Leilão)
– Billy Wilder, I.A.L. Diamond (Quanto Mais Quente Melhor)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
Robert Surtees (Ben-Hur)
– Lee Garmes (O Pescador da Galiléia)
– Daniel L. Fapp (A Lágrima que Faltou)
– Franz Planer (Uma Cruz à Beira do Abismo)
– Leon Shamroy (Porgy & Bess)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
– Sam Leavitt (Anatomia de um Crime)
– Joseph LaShelle (Calvário da Glória)
William C. Mellor (O Diário de Anne Frank)
– Charles Lang (Quanto Mais Quente Melhor)
– Harry Stradling Sr. (O Moço de Filadélfia)

MELHOR MONTAGEM
– Louis R. Loeffler (Anatomia de um Crime)
Ralph E. Winters, John D. Dunning (Ben-Hur)
– George Tomasini (Intriga Internacional)
– Walter Thompson (Uma Cruz à Beira do Abismo)
– Frederic Knudtson (A Hora Final)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
William A. Horning, Edward C. Carfagno, Hugh Hunt (Ben-Hur) – O Oscar de Horning foi póstumo.
– John DeCuir, Julia Heron (O Pescador da Galiléia)
– Lyle R. Wheeler, Franz Bachelin, Herman A. Blumenthal, Walter M. Scott, Joseph Kish (Viagem ao Centro da Terra)
– William A. Horning, Robert F. Boyle, Merrill Pye, Henry Grace, Frank R. McKelvy (Intriga Internacional)
– Richard H. Riedel, Russell A. Gausman, Ruby Levitt (Confidências à Meia-Noite)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
– Hal Pereira, Walter H. Tyler, Sam Comer, Arthur Krams (Calvário da Glória)
Lyle R. Wheeler, George W. Davis, Walter M. Scott, Stuart A. Reiss (O Diário de Anne Frank)
– Carl Anderson, William Kiernan (Rebeldia de um Bravo)
– Ted Haworth, Edward G. Boyle (Quanto Mais Quente Melhor)
– Oliver Messel, William Kellner, Scott Slimon (De Repente, No Último Verão)

MELHOR FIGURINO COLORIDO
Elizabeth Haffenden (Ben-Hur)
– Adele Palmer (Sob o Signo do Sexo)
– Renié (O Pescador da Galiléia)
– Edith Head (A Lágrima que Faltou)
– Irene Sharaff (Porgy & Bess)

MELHOR FIGURINO PRETO E BRANCO
– Edith Head (Calvário da Glória)
– Charles Le Maire, Mary Wills (O Diário de Anne Frank)
– Helen Rose (Sem Talento Para Matar)
– Howard Shoup (O Moço de Filadélfia)
Orry-Kelly (Quanto Mais Quente Melhor)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
Miklós Rózsa (Ben-Hur)
– Alfred Newman (O Diário de Anne Frank)
– Franz Waxman (Uma Cruz à Beira do Abismo)
– Ernest Gold (A Hora Final)
– Frank De Vol (Confidências à Meia-Noite)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
– Leith Stevens (A Lágrima que Faltou)
– Nelson Riddle, Joseph J. Lilley (Aventuras de Ferdinando)
André Previn, Ken Darby (Porgy & Bess)
– Lionel Newman (Prece Para um Pecador)
– George Burns (A Bela Adormecida)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “The Best of Everything”, de Alfred Newman, Sammy Cahn (Sob o Signo do Sexo)
– “The Five Pennies”, de Sylvia Fine (A Lágrima que Faltou)
– “The Hanging Tree”, de Jerry Livingston, Mack David (A Árvore dos Enforcados)
“High Hopes”, de Jimmy Van Heunsen, Sammy Cahn (Os Viúvos Também Sonham)
– “Strange are the Ways of Love”, de Dimitri Tiomkin, Ned Washington (Ódio Destruidor)

MELHOR SOM
Franklin Milton (Ben-Hur)
– Carlton W. Faulkner (Viagem ao Centro da Terra)
– A.W. Watkins (A Noite é Minha Inimiga)
– George Grives (Uma Cruz à Beira do Abismo)
– Gordon Sawyer (Porgy & Bess)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
A. Arnold Gillespie, Robert MacDonald, Milo B. Lory (Ben-Hur)
– L.B. Abbott, James B. Gordon, Carlton W. Faulkner (Viagem ao Centro da Terra)

MELHOR CURTA-METRAGEM
– Between the Tides, de Ian Ferguson
Histoire d’un Poisson Rouge, de Jacques-Yves Cousteau
– Mysteries of the Deep, de Walt Disney
– The Running Jumping & Standing Still Film, de Peter Sellers
– Skycraper, de Shirley Clarke, Willard Van Dyke, Irving Jacoby

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– Mexicali Shmoes, de John Burton
Moonbird, de John Hubley
– Noah’s Ark, de Walt Disney
– The Violinist, de Ernest Pintoff

MELHOR DOCUMENTÁRIO-CURTA
– Donald no País da Matemágica, de Walt Disney
– From Generation to Generation, de Edward F. Cullen
Glas, de Bert Haanstra

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Ao Leste do Congo, de Bernhard Grzimek
– The Race for Space, de David L. Wolper

MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
– A Ponte da Desilusão (Die Brücke), de Bernhard Wicki (ALEMANHA)
– A Grande Guerra (La Grande Guerra), de Mario Monicelli (ITÁLIA)
Orfeu do Carnaval (Orfeu Negro), de Marcel Camus (FRANÇA)
– Boy from Two Worlds (Paw), de Astrid Henning-Jensen (DINAMARCA)
– Village by the River (Dorp aan de Rivier), de Fons Rademakers (HOLANDA)

OSCAR HONORÁRIO
• Buster Keaton
• Lee De Forest

JEAN HERSHOLT HUMANITARIAN AWARD
• Bob Hope

THE 31st ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1959

06 de Abril de 1959

Gigi (Gigi), de Vincente Minnelli: 9 Oscars (photo by doctormacro.com)

Gigi (Gigi), de Vincente Minnelli: 9 Oscars (photo by doctormacro.com)

MELHOR FILME
– A Mulher do Século (Auntie Mame)
Produtor: Jack L. Warner
– Gata em Teto de Zinco Quente (Cat on a Hot Tin Roof)
Produtor: Lawrence Weingarten
– Acorrentados (The Defiant Ones)
Produtor: Stanley Kramer
Gigi (Gigi)
Produtor: Arthur Freed
– Vidas Separadas (Separate Tables)
Produtor: Harold Hecht

MELHOR DIRETOR
– Richard Brooks (Gata em Teto de Zinco Quente)
– Stanley Kramer (Acorrentados)
Vincente Minnelli (Gigi)
– Mark Robson (A Morada da Sexta Felicidade)
– Robert Wise (Quero Viver!)


Vincente Minnelli recebe o Oscar de Gary Cooper e Millie Perkins

MELHOR ATOR
– Tony Curtis (Acorrentados)
– Paul Newman (Gata em Teto de Zinco Quente)
David Niven (Vidas Separadas)
– Sidney Poitier (Acorrentados)
– Spencer Tracy (O Velho e o Mar)


Irene Dunne e John Wayne apresentam o Oscar de Ator para David Niven

MELHOR ATRIZ
Susan Hayward (Quero Viver!)
– Deborah Kerr (Vidas Separadas)
– Shirley MacLaine (Deus Sabe Quanto Amei)
– Rosalind Russell (A Muher do Século)
– Elizabeth Taylor (Gata em Teto de Zinco Quente)


James Cagney e Kim Novak apresentam o Oscar de Atriz para Susan Hayward

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Theodore Bikel (Acorrentados)
– Lee J. Cobb (Os Irmãos Karamazov)
Burl Ives (Da Terra Nascem os Homens)
– Arthur Kennedy (Deus Sabe Quanto Amei)
– Gig Young (Um Amor de Professora)


Bette Davis e Anthony Quinn fazem as honras para Burl Ives

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Peggy Cass (A Mulher do Século)
• Wendy Hiller (Vidas Separadas) – Wendy Hiller não estava presente na cerimônia. O produtor Harold Hecht aceitou o prêmio em seu nome.
– Martha Hyer (Deus Sabe Quanto Amei)
– Maureen Stapleton (Por um Pouco de Amor)
– Cara Williams (Acorrentados)


Shelley Winters e Red Buttons apresentam o prêmio para Harold Hecht, na ausência de Wendy Hiller

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
– Paddy Chayefsky (A Deusa)
– Melville Shavelson, Jack Rose (Tentação Morena)
Nedrick Young, Harold Jacob Smith (Acorrentados) – Como Nedrick Young estava na lista negrea de Hollywood, o Oscar foi para seu pseudônimo ‘Nathan E. Douglas’. Em 1993, a Academia restaurou seu crédito a pedido de sua viúva e pelo departamento dos roteiristas.
– William Bowers, James Edward Grant (O Irresistível Forasteiro)
– Fay Kanin, Michael Kanin (Um Amor de Professora)

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
– Richard Brooks, James Poe (Gata em Teto de Zinco Quente)
– Alec Guinness (Maluco Genial)
– Nelson Gidding, Don Mankiewicz (Quero Viver!)
Alan Jay Lerner (Gigi)
– Terence Rattigan, John Gray (Vidas Separadas)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
– Harry Stradling Sr. (A Mulher do Século)
– William H. Daniels (Gata em Teto de Zinco Quente)
Joseph Ruttenberg (Gigi)
– James Wong Howe (O Velho e o Mar)
– Leon Shamroy (No Sul do Pacífico)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
• Sam Leavitt (Acorrentados)
– Daniel L. Fapp (Desejo)
– Lionel Lindon (Quero Viver!)
– Charles Lang (Vidas Separadas)
– Joseph MacDonald (Os Deuses Vencidos)

MELHOR MONTAGEM
– William H. Ziegler (A Mulher do Século)
– William A. Lyon, Al Clark (Como Nasce um Bravo)
– Frederick Knudtson (Acorrentados)
Adrienne Fazan (Gigi)
– William Hornbeck (Quero Viver!)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA OU PRETO E BRANCO
– Malcolm C. Bert, George James Hopkins (A Mulher do Século)
• William A. Horning, E. Preston Ames, Henry Grace, F. Keogh Gleason (Gigi) – A indicação e vitória de William A. Horning foi póstuma. Ele morreu enquanto trabalhava em Ben-Hur e Intriga Internacional, que lhe renderam indicações no ano seguinte e uma vitória por Ben-Hur.
– Cary Odell, Louis Diage (Sortilégio do Amor)
– Lyle R. Wheeler, John DeCuir, Walter M. Scott, Paul S. Fox (Um Certo Sorriso)
– Hal Pereira, Henry Bumstead, Sam Comer, Frank R. McKelvy (Um Corpo que Cai)

MELHOR FIGURINO COLORIDO OU PRETO E BRANCO
– Jean Louis (Sortilégio no Amor)
– Ralph Jester, Edith Head, John Jensen (Corsário Sem Pátria)
– Charles Le Maire, Mary Wills (Um Certo Sorriso)
Cecil Beaton (Gigi)
– Walter Plunkett (Deus Sabe Quanto Amei)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
Dimitri Tiomkin (O Velho e o Mar)
– Jerome Moross (Da Terra Nascem os Homens)
– David Raksin (Vidas Separadas)
– Oliver Wallace (White Wilderness)
– Hugo Friedhofer (Os Deuses Vencidos)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
– Yuri Faier, Gennadi Rozhdestvensky (O Ballet Bolshoi)
André Previn (Gigi)
– Ray Heindorf (O Parceiro de Satanás)
– Lionel Newman (As Noites de Mardi Gras)
– Alfred Newman, Ken Darby (No Sul do Pacífico)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “Almost in Your Arms (Love Song from Houseboat)”, de Jay Livingston, Ray Evans (Tentação Morena)
– “A Certain Smile”, de Sammy Fain, Paul Francis Webster (Um Certo Sorriso)
“Gigi”, de Frederick Loewe, Alan Jay Lerner (Gigi)
– “To Love and Be Loved”, de Jimmy Van Heusen, Sammy Cahn (Deus Sabe Quanto Amei)
– “A Very Precious Love”, de Sammy Fain, Paul Francis Webster (Até o Último Alento)

MELHOR SOM
– Gordon Sawyer (Quero Viver!)
– Leslie I. Carey (Amar e Sofrer)
Fred Hynes (No Sul do Pacífico)
– George Dutton (Um Corpo que Cai)
– Carlton W. Faulkner (Os Deuses Vencidos)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
Tom Howard (O Pequeno Polegar)
– A. Arnold Gillespie, Harold Humbrock (Torpedo!)

MELHOR CURTA-METRAGEM
Grand Canyon, de Walt Disney
– Journey Into Spring, de Ian Ferguson
– The Kiss, de John Hayes
– Snows of Aorangi
– T is for Tumbleweed, de James A. Lebenthal

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
Knighty Knight Bugs, de John W. Burton
– Paul Bunyan, de Walt Disney
– Sidney’s Family Tree, de William M. Weiss

MELHOR DOCUMENTÁRIO-CURTA
Ama Girls, de Ben Sharpsteen – James Algar aceitou o prêmio em seu nome.
– Employees Only, de Kenneth G. Brown
– Journey Into Spring, de Ian Ferguson
– The Living Stone, de Tom Daly
– Oeuverture, de Thorold Dickinson

MELHOR DOCUMENTÁRIO
– Antarctic Crossing, de James Carr
– The Hidden World, de Robert Snyder
– Psychiatric Nursing, de Nathan Zucker
White Wilderness, de Ben Sharpsteen – James Algar aceitou o prêmio em seu nome.

MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
– Arms and the Man (Helden), de Franz Peter Wirth (ALEMANHA)
– Os Eternos Desconhecidos (I Soliti Ignoti), de Mario Monicelli (ITÁLIA)
– The Year Long Road (Cesta Duga Godinu Dana), de Giuseppe De Santis (IUGOSLÁVIA)
Meu Tio (Mon Oncle), de Jacques Tati (FRANÇA)
– A Vingança (La Venganza), de Juan Antonio Bardem (ESPANHA)

OSCAR HONORÁRIO
• Maurice Chevalier

IRVING G. THALBERG MEMORIAL AWARD
• Jack L. Warner

 

THE 30th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1958

26 de Março de 1958

A Ponte do Rio Kwai (The Bridge on the River Kwai), de David Lean: 7 Oscars (photo by impawards.com)

A Ponte do Rio Kwai (The Bridge on the River Kwai), de David Lean: 7 Oscars (photo by impawards.com)

MELHOR FILME
• A Ponte do Rio Kwai (The Bridge on the River Kwai)
Produtor: Sam Spiegel
– A Caldeira do Diabo (Peyton Place)
Produtor: Jerry Wald
– Sayonara (Sayonara)
Produtor: William Goetz
– 12 Homens e uma Sentença (12 Angry Men)
Produtor: Henry Fonda, Reginald Rose
– Testemunha de Acusação (Witness for the Prosecution)
Produtor: Arthur Hornblow Jr.


Já uma lenda em Hollywood, Gary Cooper apresenta Melhor Filme

MELHOR DIRETOR
• David Lean (A Ponte do Rio Kwai)
– Joshua Logan (Sayonara)
– Sidney Lumet (12 Homens e uma Sentença)
– Mark Robson (A Caldeira do Diabo)
– Billy Wilder (Testemunha de Acusação)


O espetáculo Sophia Loren entrega o Oscar para David Lean, o diretor de espetáculos

MELHOR ATOR
– Marlon Brando (Sayonara)
– Anthony Franciosa (Cárcere Sem Grades)
Alec Guinness (A Ponte do Rio Kwai) – Alec Guinness não estava presente na cerimônia. Jean Simmons aceitou o prêmio em seu nome.
– Charles Laughton (Testemunha de Acusação)
– Anthony Quinn (A Fúria da Carne)


Cary Grant lamenta a ausência de Guinness

MELHOR ATRIZ
– Deborah Kerr (O Céu é Testemunha)
– Anna Magnani (A Fúria da Carne)
– Elizabeth Taylor (A Árvore da Vida)
– Lana Turner (A Caldeira do Diabo)
Joanne Woodward (As Três Máscaras de Eva)


Duas honras para Woodward: o Oscar e John Wayne apresentando

MELHOR ATOR COADJUVANTE
• Red Buttons (Sayonara)
– Vittorio De Sica (Adeus às Armas)
– Sessue Hayakawa (A Ponte do Rio Kwai)
– Arthur Kennedy (A Caldeira do Diabo)
– Russ Tamblyn (A Caldeira do Diabo)


E duas alegrias para Buttons: o Oscar e Lana Turner apresentando

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Carolyn Jones (Despedida de Solteiro)
– Elsa Lanchester (Testemunha de Acusação)
– Hope Lange (A Caldeira do Diabo)
Miyoshi Umeki (Sayonara)
– Diane Varsi (A Caldeira do Diabo)


Anthony Quinn apresenta a primeira japonesa a ganhar o Oscar

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
– Leonard Gershe (Cinderela em Paris)
George Wells (Teu Nome é Mulher)
– Ralph Wheelwright, R. Wright Campbell, Ivan Goff, Ben Roberts (O Homem das Mil Caras)
– Barney Slater, Joel Kane, Dudley Nichols (O Homem dos Olhos Frios)
– Federico Fellini, Ennio Flaiano, Tullio Pinelli (Os Boas Vidas)

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Pierre Boulle, Carl Foreman, Michael Wilson (A Ponte do Rio Kwai) – Carl Foreman e Michael Wilson não foram creditados pelo filme por estarem na lista negra de Hollywood. Eles foram premiados em 1984. Pierre Boulle não estava presente na cerimônia. Kim Novak aceitou o prêmio em seu nome.
– John Lee Mahin, John Huston (O Céu é Testemunha)
– John Michael Hayes (A Caldeira do Diabo)
– Paul Osborn (Sayonara)
– Reginald Rose (12 Homens e uma Sentença)

MELHOR FOTOGRAFIA
– Milton R. Krasner (Tarde Demais Para Esquecer)
Jack Hildyard (A Ponte do Rio Kwai)
– Ray June (Cinderela em Paris)
– William C. Mellor (A Caldeira do Diabo)
– Ellsworth Fredericks (Sayonara)

MELHOR MONTAGEM
– Warren Low (Sem Lei e Sem Alma)
Peter Taylor (A Ponte do Rio Kwai)
– Viola Lawrence, Jerome Thoms (Meus Dois Carinhos)
– Arthur P. Schmidt, Philip W. Anderson (Sayonara)
– Daniel Mandell (Testemunha de Acusação)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
– Hal Pereira, George W. Davis, Sam Comer, Ray Moyer (Cinderela em Paris)
– William A. Horning, Gene Allen, Edwin B. Willis, Richard Pefferle (Les Girls)
– Walter Holscher, William Kiernan, Louis Diage (Meus Dois Carinhos)
Ted Haworth, Robert Priestley (Sayonara)
– William A. Horning, Urie McCleary, Edwin B. Willis, Hugh Hunt (A Árvore da Vida)

MELHOR FIGURINO
– Charles Le Maire (Tarde Demais Para Esquecer)
– Edith Head, Hubert de Givenchy (Cinderela em Paris)
Orry-Kelly (Les Girls)
– Jean Louis (Meus Dois Carinhos)
– Walter Plunkett (A Árvore da Vida)

MELHOR TRILHA MUSICAL
– Hugo Friedhofer (Tarde Demais Para Esquecer)
Malcolm Arnold (A Ponte do Rio Kwai)
– Hugo Friedhofer (A Lenda da Estátua Nua)
– Paul J. Smith (No Coração da Floresta)
– Johnny Green (A Árvore da Vida)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“All the Way”, de Jimmy Van Heusen, Sammy Cahn (Chorei por Você)
– “An Affair to Remember”, de Harry Warren, Harold Adamson, Leo McCarey (Tarde Demais Para Esquecer)
– “April Love”, de Sammy Fain, Paul Francis Webster (Primavera do Amor)
– “Tammy”, de Ray Evans, Jay Livingston (A Flor do Pântano)
– “Wild is the Wind”, de Dimitri Tiomkin, Ned Washington (A Fúria da Carne)

MELHOR SOM
– George Dutton (Sem Lei e Sem Alma)
– Wesley C. Miller (Les Girls)
– John P. Livadary (Meus Dois Carinhos)
George Groves (Sayonara)
– Gordon Sawyer (Testemunha de Acusação)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
– Louis Lichtenfield (Águia Solitária)
Walter Rossi (A Raposa do Mar)

MELHOR CURTA-METRAGEM
– A Chairy Tale, de Norman McLaren
– City of Gold, de Tom Daly
– Foothold on Antarctica, de James Carr
– Portugal, de Ben Sharpsteen
The Wetback Hound, de Larry Lansburgh

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
Birds Anonymous, de Edward Selzer
– One Droopy Knight, de William Hanna, Joseph Barbera
– Tabasco Road, de Edward Selzer
– Trees and Jamaica Daddy, de Stephen Bosustow
– The Truth About Mother Goose, de Walt Disney

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Albert Schweitzer, de Jerome Hill
– On the Bowery, de Lionel Rogosin
– Toureiro, de Manuel Barbachano Ponce

MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
– O Diabo Ataca à Noite (Nachts, wenn der Teufel kam), de Robert Siodmak (ALEMANHA)
– Por Ternura Também se Mata (Porte des Lilas), de René Clair (FRANÇA)
– Honrarás Tua Mãe (Mother India), de Mehboob Khan (ÍNDIA)
Noites de Cabíria (Le Notti di Cabiria), de Federico Fellini (ITÁLIA)
– Nove Vidas (Ni liv), de Arne Skouen (NORUEGA)

OSCAR HONORÁRIO
• Charles Brackett
• B.B. Kahane
• Gilbert M. ‘Bronco Billy’ Anderson

THE 29th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1957

23 de Março de 1950

A Volta ao Mundo em Oitenta Dias (Around the World in Eighty Days), de Michael Anderson: 5 Oscars (photo by moviepostershop.com)

A Volta ao Mundo em Oitenta Dias (Around the World in Eighty Days), de Michael Anderson: 5 Oscars (photo by moviepostershop.com)

MELHOR FILME
• A Volta ao Mundo em 80 Dias (Around the World in 80 Days)
Produtor: Michael Todd
– Sublime Tentação (Friendly Persuasion)
Produtor: William Wyler
– Assim Caminha a Humanidade (Giant)
Produtor: George Stevens, Henry Ginsberg
– O Rei e Eu (The King and I)
Produtor: Charles Brackett
– Os Dez Mandamentos (The Ten Commandments)
Produtor: Cecil B. DeMille


Jerry Lewis introduz a vencedora do primeiro Oscar de Atriz, Janet Gaynor, que apresenta o Oscar de Melhor Filme para o produtor Michael Todd

MELHOR DIRETOR
– Michael Anderson (A Volta ao Mundo em 80 Dias)
– Walter Lang (O Rei e Eu)
• George Stevens (Assim Caminha a Humanidade)
– King Vidor (Guerra e Paz)
– William Wyler (Sublime Tentação)


Jerry Lewis e Celest Holm introduzem Ingrid Bergman direto de Paris para anunciar os indicados

MELHOR ATOR
• Yul Brynner (O Rei e Eu)
– James Dean (Assim Caminha a Humanidade) – Esta é a segunda indicação póstuma de James Dean
– Kirk Douglas (Sede de Viver)
– Rock Hudson (Assim Caminha a Humanidade)
– Laurence Olivier (Richard III)


Anna Magnani apresenta o Oscar para o russo Yul Brynner

MELHOR ATRIZ
– Carroll Baker (Boneca de Carne)
Ingrid Bergman (Anastácia, a Princesa Esquecida) – Ingrid Bergman não estava presente na cerimônia. Cary Grant aceitou o prêmio em seu nome.
– Katharine Hepburn (Lágrimas do Céu)
– Nancy Kelly (A Semente Maldita)
– Deborah Kerr (O Rei e Eu)


Ernest Borgnine concede o prêmio a Cary Grant, que aceitou em nome de Bergman

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Don Murray (Nunca Fui Santa)
– Anthony Perkins (Sublime Tentação)
Anthony Quinn (Sede de Viver)
– Mickey Rooney (O Preço da Audácia)
– Robert Stack (Palavras ao Vento)


Nancy Kelly apresenta o Oscar de coadjuvante para Anthony Quinn, visivelmente emocionado 

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Mildred Dunnock (Boneca de Carne)
– Eileen Heckart (A Semente Maldita)
Dorothy Malone (Palavras ao Vento)
– Mercedes McCambridge (Assim Caminha a Humanidade)
– Patty McCormack (A Semente Maldita)


Jack Lemmon faz Dorothy Malone transbordar felicidade

MELHOR ROTEIRO
Albert Lamorisse (O Balão Vermelho)
– Robert Lewin (O Preço da Audácia)
– Andrew L. Stone (Julie)
– Federico Fellini, Tullio Pinelli (A Estrada da Vida)
– William Rose (Quinteto da Morte)

MELHOR HISTÓRIA
Dalton Trumbo (Arenas Sangrentas) – Incluído na lista negra de Hollywood, Trumbo recebeu a indicação sob o pseudônimo Robert Rich. Só em 2 de maio de 1975, ele finalmente recebeu seu Oscar, pouco antes de sua morte.
– Leo Katcher (Melodia Imortal)
– Edward Bernds, Elwood Ullman (High Society) – A Academia revogou a indicação por ter confundido com filme homônimo musical de Cole Porter. Os roteiristas graciosamente e voluntariamente recusaram a indicação.
– Jean-Paul Sartre (Les Orgueilleux)
– Cesare Zavattini (Humberto D.)

MELHOR ROTEIRO – ADAPTADO
James Poe, John Farrow, S.J. Perelman (A Volta ao Mundo em 80 Dias)
– Tennessee Williams (Boneca de Carne)
– Fred Guiol, Ivan Moffat (Assim Caminha a Humanidade)
– Norman Corwin (Sede de Viver)
– Michael Wilson (Sublime Tentação) – Incluído na lista negra de Hollywood, Wilson sequer recebeu crédito pelo filme, tornando-se inelegível pela Academia. Só em dezembro de 2002, a Academia reintegrou sua indicação.

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
Lionel Lindon (A Volta ao Mundo em 80 Dias)
– Harry Stradling Sr. (Melodia Imortal)
– Leon Shamroy (O Rei e Eu)
– Loyal Griggs (Os Dez Mandamentos)
– Jack Cardiff (Guerra e Paz)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
– Boris Kaufman (Boneca de Carne)
– Harold Rosson (A Semente Maldita)
– Burnett Guffey (A Trágica Farsa)
– Walter Strenge (Prisioneiro do Ouro)
Joseph Ruttenberg (Marcado Pela Sarjeta)

MELHOR MONTAGEM
Gene Ruggiero, Paul Weatherwax (A Volta ao Mundo em 80 Dias)
– Merrill G. White (Arenas Sangrentas)
– William Hornbeck, Philip W. Anderson, Fred Bohanan (Assim Caminha a Humanidade)
– Albert Akst (Marcado Pela Sarjeta)
– Anne Bauchens (Os Dez Mandamentos)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
– James W. Sullivan, Ken Adam, Ross Dowd (A Volta ao Mundo em 80 Dias)
– Boris Leven, Ralph S. Hurst (Assim Caminha a Humanidade)
Lyle R. Wheeler, John DeCuir, Walter M. Scott, Paul S. Fox (O Rei e Eu)
– Cedric Gibbons, Hans Peters, E. Preston Ames, Edwin B. Willis, F. Keogh Gleason (Sede de Viver)
– Hal Pereira, Walter H. Tyler, Albert Nozaki, Sam Comer, Ray Moyer (Os Dez Mandamentos)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
– Hal Pereira, A. Earl Hedrick, Sam Comer, Frank R. McKelvy (O Fruto do Pecado)
– Takashi Matsuyama (Os Sete Samurais)
– Ross Bellah, William Kiernan, Louis Diage (O Cadillac de Ouro)
– Lyle R. Wheeler, Jack Martin Smith, Walter M. Scott, Stuart A. Reiss (Alma Rebelde)
Cedric Gibbons, Malcolm Brown, Edwin B. Willis, F. Keogh Gleason (Marcado Pela Sarjeta)

MELHOR FIGURINO COLORIDO
– Miles White (A Volta ao Mundo em 80 Dias)
– Moss Mabry, Marjorie Best (Assim Caminha a Humanidade)
Irene Sharaff (O Rei e Eu)
– Edith Head, Ralph Jester, John Jensen, Dorothy Jeakins, Arnold Friberg (Os Dez Mandamentos)
– Maria De Matteis (Guerra e Paz)

MELHOR FIGURINO PRETO E BRANCO
– Helen Rose (Os Grandes Deste Mundo)
– Edith Head (O Fruto do Pecado)
Jean Louis (O Cadillac de Ouro)
– Kôhei Ezaki (Os Sete Samurais)
– Charles Le Maire, Mary Wills (Alma Rebelde)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
– Alfred Newman (Anastácia, a Princesa Esquecida)
Victor Young (A Volta ao Mundo em 80 Dias) – Postumamente
– Hugo Friedhofer (Entre o Céu e o Inferno)
– Dimitri Tiomkin (Assim Caminha a Humanidade)
– Alex North (Lágrimas do Céu)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
– Lionel Newman (O Encanto de Viver)
Alfred Newman, Ken Darby (O Rei e Eu)
– Morris Stoloff, George Duning (Melodia Imortal)
– Johnny Green, Saul Chaplin (Alta Sociedade)
– George Stoll, Johnny Green (Viva Las Vegas)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “Friendly Persuasion (Thee I Love)”, de Dimitri Tiomkin, Paul Francis Webster (Sublime Tentação)
– “Julie”, de Leith Stevens, Tom Adair (Julie)
– “True Love”, de Cole Porter (Alta Sociedade)
“Whatever Will Be, Will Be (Que Sera, Sera)”, de Jay Livingston, Ray Evans
– “Written on the Wind”, de Victor Young, Sammy Cahn (Palavras ao Vento)

MELHOR SOM
– Buddy Myers (Arenas Sangrentas)
– John P. Livadary (Melodia Imortal)
Carlton W. Faulkner (O Rei e Eu)
– Gordon R. Glennan, Gordon Sawyer (Sublime Tentação)
– Loren L. Ryder (Os Dez Mandamentos)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
– A. Arnold Gillespie, Irving G. Ries, Wesley C. Miller (Planeta Proibido)
John P. Fulton (Os Dez Mandamentos)

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
The Bespoke Overcoat, de George K. Arthur
– Cow Dog, de Larry Lansburgh
– The Dark Wave, de John Healy
– Samoa, de Walt Disney

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
Crashing the Water Barrier, de Konstantin Kalser
– I Never Forget a Face, de Robert Youngson
– Time Stood Still, de Cedric Francis

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– Gerald McBoing! Boing! on Planet Moo, de Stephen Bosustow
– The Jaywalker, de Stephen Bosustow
Magoo’s Puddle Jumper, de Stephen Bosustow

MELHOR DOCUMENTÁRIO-CURTA
– A City Decides
– The Dark Wave, de John Healy
– The House Without a Name, de Valentine Davies
– Abertura Disneylândia, de Ward Kimball
The True Story of the Civil War, de Louis Clyde Stoumen

MELHOR DOCUMENTÁRIO
– The Naked Eye, de Louis Clyde Stoumen
O Mundo Silencioso, de Jacques-Yves Cousteau
– Hvor Bjergene Sejler

MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
– O Cabo de Koepenick, de Gyula Trebitsch, Walter Koppel (ALEMANHA)
– Gervaise – A Flor do Lodo, de Agnès Delahaie (FRANÇA)
– Não Deixarei os Mortos (A Harpa Birmana), de Masayuki Takagi (JAPÃO)
– Qivitoq, de O. Dalsgaard-Olsen (DINAMARCA)
• A Estrada da Vida, de Federico Fellini (ITÁLIA)


O presidente da Academia, George Seaton, apresenta o primeiro Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira para o produtor de A Estrada da Vida, Dino De Laurentiis

OSCAR HONORÁRIO
• Eddie Cantor

JEAN HERSHOLT HUMANITARIAN AWARD
• Y. Frank Freeman

THE 28th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1956

21 de Março de 1956

Marty (Marty), de Delbert Mann: 4 Oscars (photo by impawards.com)

Marty (Marty), de Delbert Mann: 4 Oscars (photo by impawards.com)

MELHOR FILME
– Suplício de uma Saudade (Love is a Many-Splendored Thing)
• Marty (Marty)
Produtor: Harold Hecht
– Mister Roberts (Mister Roberts)
Produtor: Leland Hayward
– Férias de Amor (Picnic)
Produtor: Fred Kohlmar
– A Rosa Tatuada (The Rose Tattoo)
Produtor: Hal B. Wallis


Audrey Hepburn já era encarregada da responsabilidade de apresentar Melhor Filme

MELHOR DIRETOR
– Elia Kazan (Vidas Amargas)
– David Lean (Quando o Coração Floresce)
– Joshua Logan (Férias de Amor)
Delbert Mann (Marty)
– John Sturges (Conspiração do Silêncio)


A dupla formada pela atriz Jennifer Jones e pelo diretor Joseph L. Mankiewicz apresenta o Oscar de diretor para Delbert Mann

MELHOR ATOR
•  Ernest Borgnine (Marty)
– James Cagney (Ama-me ou Esquece-me)
– James Dean (Vidas Amargas) – Esta foi a primeira indicação póstuma de atuação na História da Academia
– Frank Sinatra (O Homem do Braço de Ouro)
– Spencer Tracy (Conspiração do Silêncio)


A encantadora Grace Kelly entrega o Oscar nas mãos de Ernest Borgnine, que bateu nomes fortes como James Dean e Spencer Tracy

MELHOR ATRIZ
– Susan Hayward (Eu Chorarei Amanhã)
– Katharine Hepburn (Quando o Coração Floresce)
– Jennifer Jones (Suplício de uma Saudade)
Anna Magnani (A Rosa Tatuada)
– Anna Magnani não estava presente na cerimônia. Marisa Pavan aceitou o prêmio em seu nome.
– Eleanor Parker (Melodia Interrompida)


Marlon Brando apresenta o prêmio de Melhor Atriz para a ausente Magnani.

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Arthur Kennedy (A Fúria dos Justos)
Jack Lemmon (Mister Roberts)
– Joe Mantell (Marty)
– Sal Mineo (Juventude Transviada)
– Arthur O’Connell (Férias de Amor)


Eva Marie Saint volta para entregar o Oscar de coadjuvante para Jack Lemmon

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Betsy Blair (Marty)
Jo Van Fleet (Vidas Amargas)
– Peggy Lee (Taverna Maldita)
– Marisa Pavan (A Rosa Tatuada)
– Natalie Wood (Juventude Transviada)


Edmond O’Brien apresenta Oscar de coadjuvante para Jo Van Fleet, que começa o discurso com “I’m so happy”.

MELHOR ROTEIRO
– Millard Kaufman (Conspiração do Silêncio)
– Richard Brooks (Sementes de Violência)
– Paul Osborn (Vidas Amargas)
Paddy Chayesfsky (Marty)
– Daniel Fuchs, Isobel Lennart (Ama-me ou Esquece-me)

MELHOR HISTÓRIA
– Joe Connelly, Bob Mosher (A Guerra Íntima do Major Benson)
– Nicholas Ray (Juventude Transviada)
– Jean Marsan, Henry Troyat, Jacques Perret, Henri Verneuil, Raoul Ploquin (O Carneiro de Cinco Patas)
– Beirne Lay Jr. (Comandos do Ar)
Daniel Fuchs (Ama-me ou Esquece-me)

MELHOR HISTÓRIA E ROTEIRO
– Milton Sperling, Emmet Lavery (Seu Último Comando)
– Betty Comden, Adolph Green (Dançando nas Nuvens)
Milton Ludwig, Sonya Levien (Melodia Interrompida)
– Jacques Tati, Henri Marquet (As Férias do Sr. Hulot)
– Melville Shavelson, Jack Rose (Um Coringa e Sete Ases)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
– Harry Stradling Sr. (Eles e Elas)
– Leon Shamroy (Suplício de uma Saudade)
– Harold Lipstein (Para Todo o Sempre)
– Robert Surtees (Oklahoma!)
Robert Burks (Ladrão de Casaca)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
– Russell Harlan (Sementes de Violência)
– Arthur E. Arling (Eu Chorarei Amanhã)
– Joseph LaShelle (Marty)
James Womg Howe (A Rosa Tatuada)
– Charles Lang (Os Amores Secretos de Eva)

MELHOR MONTAGEM
– Ferris Webster (Sementes de Violência)
– Alma Macrorie (As Pontes de Toko-Ri)
– Gene Ruggiero, George Boemler (Oklahoma!)
Charles Nelson, William A. Lyon (Férias de Amor)
– Warren Low (A Rosa Tatuada)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE  COLORIDA
– Lyle R. Wheeler, John DeCuir, Walter M. Scott, Paul S. Fox (Papai Pernilongo)
– Oliver Smith, Joseph C. Wright, Howard Bristol (Eles e Elas)
William Flannery, Jo Mielziner, Robert Priestley (Férias de Amor)
– Lyle R. Wheeler, George W. Davis, Walter M. Scott, Jack Stubbs (Suplício de uma Saudade)
– Hal Pereira, J. McMillan Johnson, Sam Comer, Arthur Krams (Ladrão de Casaca)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE  PRETO E BRANCO
– Cedric Gibbons, Randall Duell, Edwin B. Willis, Henry Grace (Sementes de Violência)
– Cedric Gibbons, Malcolm Brown, Edwin B. Willis, Hugh Hunt (Eu Chorarei Amanhã)
– Joseph C. Wright, Darrell Silvera (O Homem do Braço de Ouro)
– Ted Haworth, Walter M. Simonds, Robert Priestley (Marty)
Hal Pereira, Tambi Larsen, Sam Comer, Arthur Krams (A Rosa Tatuada)

MELHOR FIGURINO COLORIDO
– Irene Sharaff (Eles e Elas)
– Helen Rose (Melodia Interrompida)
Charles Le Maire (Suplício de uma Saudade)
– Edith Head (Ladrão de Casaca)
– Charles Le Maire, Mary Wills (A Rainha Tirana)

MELHOR FIGURINO PRETO E BRANCO
Helen Rose (Eu Chorarei Amanhã)
– Beatrice Dawson (The Pickwick Papers)
– Jean Louis (Os Amores Secretos de Eva)
– Edith Head (A Rosa Tatuada)
– Tadaoto Kainosho (Contos da Lua Vaga)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
– Max Steiner (Qual Será Nosso Amanhã)
Alfred Newman (Suplício de uma Saudade)
– Elmer Bernstein (O Homem do Braço de Ouro)
– George Duning (Férias de Amor)
– Alex North (A Rosa Tatuada)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
– Alfred Newman (Papai Pernilongo)
– Jay Blackton, Cyril J. Mockridge (Eles e Elas)
– André Previn (Dançando nas Nuvens)
– Percy Faith, George Stoll (Ama-me ou Esquece-me)
Robert Russell Bennett, Jay Blackton, Adolph Deutsch (Oklahoma!)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “I’ll Never Stop Loving You”, de Nicholas Brodszky, Sammy Cahn (Ama-me ou Esquece-me)
– “Something’s Gotta Give”, de Johnny Mercer (Papai Pernilongo)
“Love is a Many-Splendored Thing”, de Sammy Fain, Paul Francis Webster (Suplício de uma Saudade)
– “(Love is) The Tender Trap”, de Jimmy Van Heusen, Sammy Cahn (Armadilha Amorosa)
– “Unchained Melody”, de Alex North, Hy Zaret (Fuga Desesperada)

MELHOR SOM
– Carlton W. Faulkner (Suplício de uma Saudade)
– Wesley C. Miller (Ama-me ou Esquece-me)
– William A. Mueller (Mister Roberts)
– Watson Jones (Não Serás um Estranho)
Fred Hynes (Oklahoma!)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
– Labaredas do Inferno
As Pontes de Toko-Ri
– As Chuvas de Ranchipur

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
– The Battle of Gettysburg, de Dore Schary
The Face of Lincoln, de Wilbur T. Blume
– On the Twelfth Day…, de George K. Arthur
– Switzerland, de Walt Disney
– 24 Hour Alert, de Cedric Francis

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
– Gadgets Galore, de Robert Youngson
– 3rd Ave. El, de Carson Davidson
Survival City, de Edmund Reek
– Three Kisses, de Justin Herman

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– Good Will to Men, de Fred Quimby, William Hanna, Joseph Barbera
– A Lenda do Pico da Canção de Ninar, de Walter Lantz
– No Hunting, de Walt Disney
Speedy Gonzalez, de Edward Selzer

MELHOR DOCUMENTÁRIO-CURTA
– The Battle of Gettusburg, de Dore Schary
– The Face of Lincoln, de Wilbur T. Blume
Men Against the Arctic, de Walt Disney

MELHOR DOCUMENTÁRIO
– Crèvecoeur, de René Risacher
The Unconquered, de Nancy Hamilton

OSCAR HONORÁRIO
• Miyamoto Musashi (Miyamoto Musashi), de Hiroshi Inagaki (Japão)

THE 27th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1955

30 de Março de 1955

Sindicato de Ladrões (On the Waterfront), de Elia Kazan: 8 Oscars

Sindicato de Ladrões (On the Waterfront), de Elia Kazan: 8 Oscars (photo by impawards.com)

MELHOR FILME
– A Nave da Revolta (The Caine Mutiny)
Produtor: Stanley Kramer
– Amar é Sofrer (The Country Girl)
Produtor: William Perlberg
• Sindicato de Ladrões (On the Waterfront)
Produtor: Sam Spiegel
– Sete Noivas Para Sete Irmãos (Seven Brides for Seven Brothers)
Produtor: Jack Cummings
– A Fonte dos Desejos (Three Coins on the Fountain)
Produtor: Sol C. Siegel


Bob Hope introduz o produtor Buddy Adler para apresentar o Oscar de Melhor Filme

MELHOR DIRETOR
– Alfred Hitchcock (Janela Indiscreta)
• Elia Kazan (Sindicato de Ladrões)
– George Seaton (Amar é Sofrer)
– William A. Wellman (Um Fio de Esperança)
– Billy Wilder (Sabrina)


Marlon Brando e Thelma Ritter entregam o Oscar de Direção para Kazan

MELHOR ATOR
– Humphrey Bogart (A Nave da Revolta)
• Marlon Brando (Sindicato de Ladrões)
– Bing Crosby (Amar é Sofrer)
– James Mason (Nasce uma Estrela)
– Dan O’Herlihy (Aventuras de Robinson Crusoé)


Bette Davis, com seu chapéu chocolate Kiss, apresenta o Oscar de Ator para Marlon Brando

MELHOR ATRIZ
– Dorothy Dandridge (Carmen Jones) – Tornou-se a primeira negra a ser indicada para Melhor Atriz
– Judy Garland (Nasce uma Estrela) – Não esteve presente na cerimônia, pois estava dando luz a seu terceiro filho
– Audrey Hepburn (Sabrina)
• Grace Kelly (Amar é Sofrer)
– Jane Wyman (Sublime Obsessão)


William Holden apresenta o Oscar para Grace Kelly. Logo após o anúncio, a equipe de filmagem abandonou Judy Garland no hospital. Uma lástima.

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Lee J. Cobb (Sindicato de Ladrões)
– Karl Malden (Sindicato de Ladrões)
• Edmond O’Brien (A Condessa Descalça)
– Rod Steiger (Sindicato de Ladrões)
– Tom Tully (A Nave da Revolta)


Vencedora no ano anterior, Donna Reed, apresenta o Oscar de coadjuvante para Edmond O’Brien

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Nina Foch (Um Homem e Dez Destinos)
– Katy Jurado (Lança Partida)
• Eva Marie Saint (Sindicato de Ladrões)
– Jan Sterling (Um Fio de Esperança)
– Claire Trevor (Um Fio de Esperança)


Frank Sinatra concede a honra para a grávidíssima Eva Marie Saint: “I may have the baby right here!”

MELHOR ROTEIRO
– Stanley Roberts (A Nave da Revolta)
• George Seaton (Amar é Sofrer)
– John Michael Hayes (Janela Indiscreta)
– Billy Wilder, Samuel A. Taylor, Ernest Lehman (Sabrina)
– Albert Hackett, Frances Goodrich, Dorothy Kingsley (Sete Noivas Para Sete Irmãos)

MELHOR HISTÓRIA
• Phillip Yordan (Lança Partida)
– Ettore Maria Margadonna (Pão, Amor e Fantasia)
– François Boyer (Brinquedo Proibido)
– Jed Harris, Tom Reed (A Sombra da Noite)
– Lamar Trotti (O Mundo da Fantasia)

MELHOR HISTÓRIA E ROTEIRO
– Joseph L. Mankiewicz (A Condessa Descalça)
– William Rose (Genevieve)
– Valentine Davies, Oscar Brodney (Música e Lágrimas)
• Budd Schulberg (Sindicato de Ladrões)
– Norman Panama, Melvin Frank (Cabeça de Pau)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
– Leon Shamroy (O Egípcio)
– Robert Burks (Janela Indiscreta)
– George J. Folsey (Sete Noivas Para Sete Irmãos)
– William V. Skall (O Cálice Sagrado)
• Milton R. Krasner (A Fonte dos Desejos)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
– John F. Warren (Amar é Sofrer)
– George J. Folsey (Um Homem e Dez Destinos)
– John F. Seitz (Pecado e Redenção)
• Boris Kaufman (Sindicato de Ladrões)
– Charles Lang (Sabrina)

MELHOR MONTAGEM
– William A. Lyon, Henry Batista (A Nave da Revolta)
– Ralph Dawson (Um Fio de Esperança)
• Gene Milford (Sindicato de Ladrões)
– Ralph E. Winters (Sete Noivas Para Sete Irmãos)
– Elmo Williams (20.000 Léguas Submarinas)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
– Cedric Gibbons, E. Preston Ames, Edwin B. Willis, F. Keogh Gleason (A Lenda dos Beijos Proibidos)
– Lyle R. Wheeler, Leland Fuller, Walter M. Scott, Paul S. Fox (Désirée)
– Hal Pereira, Roland Anderson, Sam Comer, Ray Moyer (Ligas Encarnadas)
– Malcolm C. Bert, Gene Allen, Irene Sharaff, George James Hopkins (Nasce uma Estrela)
• John Meehan, Emile Kuri (20.000 Léguas Submarinas)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
– Hal Pereira, Roland Anderson, Sam Comer, Grace Gregory (Amar é Sofrer)
– Cedric Gibbons, Edward C. Carfagno, Edwin B. Willis, Emile Kuri (Um Homem e Dez Destinos)
• Richard Day (Sindicato de Ladrões)
– Max Ophuls (O Prazer)
– Hal Pereira, Walter H. Tyler, Sam Comer, Ray Moyer (Sabrina)

MELHOR FIGURINO COLORIDO
– Irene Sharaff (A Lenda dos Beijos Perdidos)
– Charles Le Maire, René Hubert (Désirée)
– Jean Louis, Mary Ann Nyberg, Irene Sharaff (Nasce uma Estrela)
– Charles Le Maire, Travilla, Miles White (O Mundo da Fantasia)
• Mitsuzô Wada (Portal do Inferno)

MELHOR FIGURINO PRETO E BRANCO
– Georges Annenkov, Rosine Delamare (Desejos Proibidos)
– Helen Rose (Um Homem e Dez Destinos)
– Christian Dior (Quando a Mulher Erra)
– Jean Louis (Demônio de Mulher)
• Edith Head (Sabrina)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
– Max Steiner (A Nave da Revolta)
– Larry Adler (Genevieve)
• Dimitri Tiomkin (Um Fio de Esperança)
– Leonard Bernstein (Sindicato de Ladrões)
– Franz Waxman (O Cálice Sagrado)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
– Herschel Burke Gilbert (Carmen Jones)
– Joseph Gershenson, Henry Mancini (Música e Lágrimas)
– Ray Heindorf (Nasce uma Estrela)
– Alfred Newman, Lionel Newman (O Munda da Fantasia)
• Adolph Deutsch, Saul Chaplin (Sete Noivas Para Sete Irmãos)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “Count Your Blessings Instead of Sheep”, de Irving Berlin (Natal Branco)
– “The High and the Mighty”, de Dimitri Tiomkin, Ned Washington (Um Fio de Esperança)
– “Hold My Hand”, de Jack Lawrence, Richard Myers (Romance de Minha Vida)
– “The Man that Got Away”, de Harold Arlen, Ira Gershwin (Nasce uma Estrela)
• “Three Coins in the Fountain”, de Jule Styne, Sammy Cahn (A Fonte dos Desejos)

MELHOR SOM
– Wesley C. Miller (A Lenda dos Beijos Perdidos)
– John P. Livadary (A Nave da Revolta)
• Leslie I. Carey (Música e Lágrimas)
– Loren L. Ryder (Janela Indiscreta)
– John Aalberg (Romance de Minha Vida)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
– Tormenta Sob os Mares
– O Mundo em Perigo
• 20.000 Léguas Submarinas

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
– Beauty and the Bull, de Cedric Francis
– Jet Carrier, de Otto Lang
– Siam, de Walt Disney
• A Time Out of War, de Denis Sanders, Terry Sanders

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
– The First Piano Quartette, de Otto Lang
• This Mechanical Age, de Robert Youngson
– Strauss Fantasy, de Johnny Green

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– Misturada Louca, de Walter Lantz
– Pigs is Pigs, de Walt Disney
– Sandy Claws, de Edward Selzer
– Touché, Pussy Cat!, dee Fred Quimby
• When Magoo Flew, de Stephen Bosustow

MELHOR DOCUMENTÁRIO-CURTA
– Jet Carrier, de Otto Lang
– Rembrandt: A Self-Portrait, de Morrie Roizman
• Thurday’s Children

MELHOR DOCUMENTÁRIO
• A Planície Imensa, de Walt Disney
– The Stratford Adventure, de Guy Glover

HONORARY OSCAR
• Greta Garbo
• Dannye Kaye
• Jon Whiteley (Os Raptores)
• Vincent Whiteley (Os Raptores)

• Portal do Inferno (Jigokumon), de Teinosuke Kinugasa (Japão)

THE 26th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1954

25 de Março de 1954

A Um Passo da Eternidade (From Here to Eternity), de Fred Zinnemann: 8 Oscars

A Um Passo da Eternidade (From Here to Eternity), de Fred Zinnemann: 8 Oscars

MELHOR FILME
• A Um Passo da Eternidade (From Here to Eternity)
Produtor: Buddy Adler
– Júlio César (Julius Caesar)
Produtor: John Houseman
– O Manto Sagrado (The Robe)
Produtor: Frank Ross
– A Princesa e o Plebeu (Roman Holiday)
Produtor: William Wyler
– Os Brutos Também Amam (Shane)
Produtor: George Stevens

MELHOR DIRETOR
– George Stevens (Os Brutos Também Amam)
– Charles Walters (Lili)
– Billy Wilder (O Inferno Nº 17)
– William Wyler (A Princesa e o Plebeu)
• Fred Zinnemann (A Um Passo da Eternidade)

MELHOR ATOR
– Marlon Brando (Júlio César)
– Richard Burton (O Manto Sagrado)
– Montgomery Clift (A Um Passo da Eternidade)
• William Holden (O Inferno Nº 17)
– Burt Lancaster (A Um Passo da Eternidade)


Shirley Booth apresenta o Oscar para William Holden com uma encenação num camarim com Donald O’Connor

MELHOR ATRIZ
– Leslie Caron (Lili)
– Ava Gardner (Mogambo)
• Audrey Hepburn (A Princesa e o Plebeu)
– Deborah Kerr (A Um Passo da Eternidade)
– Maggie McNamara (Ingênua Até Certo Ponto)


Direto do México, Gary Cooper apresenta o Oscar para Audrey Hepburn, que estava em Nova York

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Eddie Albert (A Princesa e o Plebeu)
– Brandon De Wilde (Os Brutos Também Amam)
– Jack Palance (Os Brutos Também Amam)
• Frank Sinatra (A Um Passo da Eternidade)
– Robert Strauss (O Inferno Nº 17)


Mercedes McCambridge concede o Oscar para Sinatra, que tem sua carreira ressuscitada logo depois

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Grace Kelly (Mogambo)
– Geraldine Page (Caminhos Ásperos)
– Marjorie Rambeau (Se Eu Soubesse Amar)
• Donna Reed (A Um Passo da Eternidade)
– Thelma Ritter (Anjo do Mal)


Vencedor de 3 Oscars de Coadjuvante, Walter Brennan apresenta o Oscar para Donna Reed

MELHOR ROTEIRO
– Eric Ambler (Mar Cruel)
• Daniel Taradash (A Um Passo da Eternidade)
– Helen Deutsch (Lili)
– Ian McLellan, John Dighton (A Princesa e o Plebeu)
– A.B. Guthrie Jr. (Os Brutos Também Amam)

MELHOR HISTÓRIA
– Beirne Lay Jr. (Seu Nome e Sua Honra)
– Alec Coppel (As Chaves do Paraíso)
– Louis L’Amour (Caminhos Ásperos) – A indicação foi cancelada quando descobriram que o filme era baseado numa história existente.
– Ray Ashley, Morris Engel, Ruth Orkin (O Pequeno Fugitivo)
• Dalton Trumbo (A Princesa e o Plebeu) – Originalmente, o crédito pertenceu a Ian McLellan Hunter, que recebeu por Dalton Trumbo numa época conturbada pela caça às bruxas. A Academia o premiou postumamente em 1993 através de sua esposa.

MELHOR HISTÓRIA E ROTEIRO
– Betty Comden, Adolph Green (A Roda da Fortuna)
– Richard Murphy (Ratos do Deserto)
– Sam Rolfe, Harold Jack Bloom (O Preço de um Homem)
– Millard Kaufman (Dá-me Tua Mão)
• Charles Brackett, Walter Reisch, Richard L. Breen (Náufragos do Titanic)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
– George J. Folsey (Todos os Irmãos Eram Valentes)
– Edward Cronjager (Rochedos da Morte)
– Robert H. Planck (Lili)
– Leon Shamroy (O Manto Sagrado)
Loyal Griggs (Os Brutos Também Amam)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
– Hal Mohr (The Four Poster)
• Burnett Guffey (A Um Passo da Eternidade)
– Joseph Ruttenberg (Júlio César)
– Joseph C. Brun (Martim Lutero)
– Franz Planer, Herni Alekan (A Princesa e o Plebeu)

MELHOR MONTAGEM
– Cotton Warburton (Crazylegs)
– Otto Ludwig (Ingênua Até Certo Ponto)
• William A. Lyon (A Um Passo da Eternidade)
– Robert Swink (A Princesa e o Plebeu)
– Everett Douglas (A Guerra dos Mundos)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
– Alfred Junge, Hans Peters, John Jarvis (Os Cavaleiros da Távola Redonda)
– Cedric Gibbons, Paul Groesse, Edwin B. Willis, Arthur Krams (Lili)
• Lyle R. Wheeler, George W. Davis, Walter M. Scott, Paul S. Fox (O Manto Sagrado)
– Cedric Gibbons, E. Preston Ames, Edward C. Carfagno, Gabriel Scognamillo, Edwin B. Willis, F. Keogh Gleason, Arthur Krams, Jack D. Moore (A História de Três Amores)
– Cedric Gibbons, Urie McCleary, Edwin B. Willis, Jack D. Moore (A Rainha Virgem)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
– Lyle R. Wheeler, Leland Fuller, Paul S. Fox (O Destino Me Persegue)
• Cedric Gibbons, Edward C. Carfagno, Edwin B. Willis, Hugh Hunt (Júlio César)
– Fritz Maurischat, Paul Markwitz (Martim Lutero)
– Lyle R. Wheeler, Maurice Ransford, Stuart A. Reiss (Náufragos do Titanic)
– Hal Pereira, Walter H. Tyler (A Princesa e o Plebeu)

MELHOR FIGURINO COLORIDO
– Charles Le Maire, Travilla (Como Agarrar um Milionário)
– Mary Ann Nyberg (A Roda da Fortuna)
– Irene Sharaff (Sua Excelência, a Embaixatriz)
• Charles Le Maire, Emile Santiago (O Manto Sagrado)
– Walter Plunkett (A Rainha Virgem)

MELHOR FIGURINO PRETO E BRANCO
– Jean Louis (A Um Passo da Eternidade)
– Charles Le Maire, Renié (O Destino Me Persegue)
– Walter Plunkett (Papai Não Quer)
• Edith Head (A Princesa e o Plebeu)
– Helen Rose, Herschel McCoy (Quem é Meu Amor?)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
– Hugo Friedhofer (Seu Nome e Sua Honra)
– Morris Stoloff, George Duning (A Um Passo da Eternidade)
– Miklós Rózsa (Júlio César)
• Bronislau Kaper (Lili)
– Louis Forbes (This is Cinerama)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
– Adolph Deutsch (A Roda da Fortuna)
– Ray Heindorf (Ardida Como Pimenta)
– Friedrich Hollaender, Morris Stoloff (Os 5.000 Dedos do Dr. T)
– André Previn, Saul Chaplin (Dá-me um Beijo)
• Alfred Newman (Sua Excelência, a Embaixatriz)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “The Moon is Blue”, de Herschel Burke Gilbert , Sylvia Fine (Ingênua Até Certo Ponto)
– “My Flaming Heart”, de Nicholas Brodszky, Leo Robin (Senhorita Inocência)
– “Sadie Thompson’s Song (Blue Pacific Blues)”, de Lester Lee, Ned Washington (A Mulher de Satã)
– “That’s Amore”, de Harry Warren, Jack Brooks (Sofrendo da Bola)
• “Secret Love”, de Sammy Fain, Paul Francis Webster (Ardida Como Pimenta)

MELHOR SOM
• John P. Livadary (A Um Passo da Eternidade)
– William A. Mueller (Ardida Como Pimenta)
– Leslie I. Carey (O Aventureiro do Mississippi)
– A.W. Watkins (Os Cavaleiros da Távola Redonda)
– Loren L. Ryder (A Guerra dos Mundos)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
A Guerra dos Mundos

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
– Ben e Eu, de Walt Disney
• Bear Country, de Walt Disney
– Return to Glennascaul
– Vesuvius Express, de Otto Lang
– Wnter Paradise, de Cedric Francis

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
– Christ Among the Primitives, de Vincenzo Lucci-Chiarissi
– Herring Hunt
– Joy of Living, de Boris Vermont
• Overture to the Merry Wives of Windsor, de Johnny Green
– Wee Water Wonders, de Jack Eaton

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– Christopher Crumpet, de Stephen Bosustow
– From A to Z-Z-Z-Z, de Edward Selzer
– Rugged Bear, de Walt Disney
– O Coração Delator, de Stephen Bosustow
• Toot Whistle Plunk and Boom, de Walt Disney

MELHOR DOCUMENTÁRIO-CURTA
• The Alaskan Eskimo, de Walt Disney
– The Living City, de John Barnes
– Operation Blue Jay
– They Planted a Stone, de James Carr
– The Word, de John Healy, John Adams

MELHOR DOCUMENTÁRIO
– A Conquista do Everest, de John Taylor, Leon Clore, Grahame Tharp
• O Drama do Deserto, de Walt Disney
– A Queen is Crowned, de Castleton Knight

OSCAR HONORÁRIO
• Pete Smith
• Joseph I. Breen

IRVING G. THALBERG MEMORIAL AWARD
• George Stevens

THE 25th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1953

19 de Março de 1953

O Maior Espetáculo da Terra (The Greatest Show on Earth), de Cecil B. DeMille: 2 OSCARS

O Maior Espetáculo da Terra (The Greatest Show on Earth), de Cecil B. DeMille: 2 OSCARS

MELHOR FILME
– Ivanhoé, o Vingador do Rei (Ivanhoe)
Produtor: Pandro S. Berman
– Matar ou Morrer (High Noon)
Produtor: Stanley Kramer
• O Maior Espetáculo da Terra (The Greatest Show on Earth)
Produtor: Cecil B. DeMille
– Moulin Rouge (Moulin Rouge)
Produtor: John Huston
– Depois do Vendaval (The Quiet Man)
Produtores: John Ford, Merian C. Cooper


Uma lenda de Hollywood, Mary Pickford, apresenta o Oscar para Cecil B. DeMille

MELHOR DIRETOR
– Cecil B. DeMille (O Maior Espetáculo da Terra)
• John Ford (Depois do Vendaval)
– John Huston (Moulin Rouge)
– Joseph L. Mankiewicz (Cinco Dedos)
– Fred Zinnemann (Matar ou Morrer)


John Wayne aceita o Oscar por John Ford, concedido por Olivia de Havilland

MELHOR ATOR
– Marlon Brando (Viva Zapata!)
• Gary Cooper (Matar ou Morrer)
– Gary Cooper não estava presente na cerimônia. John Wayne aceitou o prêmio em seu nome
– Kirk Douglas (Assim Estava Escrito)
– José Ferrer (Moulin Rouge)
– Alec Guinness (O Mistério da Torre)


John Wayne aceita outro Oscar, mas desta vez por Gary Cooper

MELHOR ATRIZ
• Shirley Booth (A Cruz da Minha Vida)
– Joan Crawford (Precipícios d’Alma)
– Bette Davis (Lágrimas Amargas)
– Julie Harris (The Member of the Wedding)
– Susan Hayward (Meu Coração Canta)


Ronald Colman apresenta Melhor Atriz para Shirley Booth, provavelmente a única indicada presente

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Richard Burton (Eu te Matarei, Querida!)
– Arthur Hunnicutt (O Rio da Aventura)
– Victor McLaglen (Depois do Vendaval)
– Jack Palance (Precipícios d’Alma)
• Anthony Quinn (Viva Zapata!) – Anthony Quinn não estava presente na cerimônia. Sua esposa Katherine DeMille aceitou o prêmio em seu nome


Greer Garson entrega o prêmio para Katherine DeMille, esposa de Quinn

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
• Gloria Grahame (Assim Estava Escrito)
– Jean Hagen (Cantando na Chuva)
– Colette Marchand (Moulin Rouge)
– Terry Moore (A Cruz da Minha Vida)
– Thelma Ritter (Meu Coração Canta)


O eterno Papai Noel, Edmund Gwenn, entrega o Oscar para Gloria Grahame

MELHOR ROTEIRO
Charles Schnee (Assim Estava Escrito)
– Michael Wilson (Cinco Dedos)
– Carl Foreman (Matar ou Morrer)
– Roger MacDougall, John Dighton, Alexander Mackendrick (O Homem do Terno Branco)
– Frank S. Nugent (Depois do Vendaval)

MELHOR HISTÓRIA
– Leo McCarey (Não Desonres o teu Sangue)
– Martin Goldsmith, Jack Leonard (Rumo ao Inferno)
Fredric M. Frank, Theodore St. John, Frank Cavett (O Maior Espetáculo da Terra)
– Guy Trosper (The Pride of St. Louis)
– Edna Anhalt, Edward Anhalt (Volúpia de Matar)

MELHOR HISTÓRIA E ROTEIRO
– Sydney Boehm (A Cidade Atômica)
– Terence Rattigan (Sem Barreira no Céu)
T.E.B. Clarke (O Mistério da Torre)
– Ruth Gordon, Garson Kanin (A Mulher Absoluta)
– John Steinbeck (Viva Zapata!)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
– Harry Stradling Sr. (Hans Christian Andersen)
– Freddie Young (Ivanhoé, o Vingador do Rei)
– George J. Folsey (A Rainha do Mar)
Winton C. Hoch, Archie Stout (Depois do Vendaval)
– Leon Shamroy (As Neves do Kilimanjaro)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
Robert Surtees (Assim Estava Escrito)
– Russell Harlan (O Rio da Aventura)
– Joseph LaShelle (Eu te Matarei, Querida!)
– Virgil Miller (Navajo)
– Charles Lang (Precipícios d’Alma)

MELHOR MONTAGEM
– Warren Low (A Cruz da Minha Vida)
– William Austin (Flat Top)
– Anne Bauchens (O Maior Espetáculo da Terra)
Elmo Williams, Harry W. Gerstad (Matar ou Morrer)
– Ralph Kemplen (Moulin Rouge)


O diretor Frank Capra apresenta o Oscar de montagem para Matar ou Morrer

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
– Richard Day, Antoni Clave, Howard Bristol (Hans Christian Andersen)
– Cedric Gibbons, Paul Groesse, Edwin B. Willis, Arthur Krams (A Viúva Alegre)
Paul Sheriff, Marcel Vertès (Moulin Rouge)
– Frank Hotaling, John McCarthy Jr., Charles S. Thompson (Depois do Vendaval)
– Lyle R. Wheeler, John DeCuir, Thomas Little, Paul S. Fox (As Neves do Kilimanjaro)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
• Cedric Gibbons, Edward C. Carfagno, Edwin B. Willis, F. Keogh Gleason (Assim Estava Escrito)
– Hal Pereira, Roland Anderson, Emile Kuri (Perdição de Amor)
– Lyle R. Wheeler, John DeCuir, Walter M. Scott (Eu te Matarei, Querida!)
– Takashi Matsuyama, H. Motsumoto (Rashomon)
– Lyle R. Wheeler, Leland Fuller, Thomas Little, Claude E. Carpenter (Viva Zapata!)

MELHOR FIGURINO COLORIDO
– Edith Head, Dorothy Jeakins, Miles White (O Maior Espetáculo da Terra)
– Antoni Clave, Mary Wills, Barbara Karinska (Hans Christian Andersen)
– Helen Rose, Gile Steele (A Viúva Alegre)
Marcel Vertès (Moulin Rouge)
– Charles Le Maire (Meu Coração Canta)

MELHOR FIGURINO PRETO E BRANCO
– Jean Louis (Uma Viúva em Trinidad)
Helen Rose (Assim Estava Escrito)
– Edith Head (Perdição por Amor)
– Charles Le Maire, Dorothy Jeakins (Eu te Matarei, Querida!)
– Shiela O’Brien (Precipícios d’Alma)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
– Miklós Rózsa (Ivanhoé, o Vingador do Rei)
– Max Steiner (A Virgem de Fátima)
Dimitri Tiomkin (Matar ou Morrer)
– Herschel Burke Gilbert (O Ladrão Silencioso)
– Alex North (Viva Zapata!)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
– Walter Scharf (Hans Christian Andersen)
– Ray Heindorf, Max Steiner (O Cantor de Jazz)
– Gian Carlo Menotti (The Medium)
Alfred Newman (Meu Coração Canta)
– Lennie Hayton (Cantando na Chuva)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “Am I in Love”, de Jack Brooks (O Filho do Treme-Treme)
– “Because You’re Mine”, de Nicholas Brodszky, Sammy Cahn (Tu és Minha Paixão)
“High Noon (Do Not Forsake me, Oh My Darlin’)”, de Dimitri Tiomkin, Ned Washington (Matar ou Morrer)
– “Thumbelina”, de Frank Loesser (Hans Christian Andersen)
– “Zing a Little Zong”, de Harry Warren, Leo Robin (Filhos Esquecidos)

MELHOR SOM
– Gordon Sawyer (Hans Christian Andersen)
– Às Voltas com Três Mulheres
– Daniel J. Bloomberg (Depois do Vendaval)
– Thomas T. Moulton (Meu Coração Canta)
Sem Barreira no Céu

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
• O Veleiro da Aventura

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
– Bridge of Time
– Devil Take Us, de Herbert Morgan
– Thar She Blows!, de Gordon Hollingshead
 Water Birds, de Walt Disney

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
– Athletes of the Saddle, de Jack Eaton
– Desert Killer, de Gordon Hollingshead
Light in the Window, de Boris Vermont
– Neighbours, de Norman McLaren
– Royal Scotland

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
Johann Mouse, de Fred Quimby
– Little Johnny Jet, de Fred Quimby
– Madeline, de Stephen Bosustow
– Pink and Blue Blues, de Stephen Bosustow
– The Romance of Transportation in Canada, de Tom Daly

MELHOR DOCUMENTÁRIO-CURTA
– Devil Take Us, de Herbert Morgan
– Epeira Diadema, de Alberto Ancilotto
– Man Alive!, de Stephen Bosustow
Neighbours, de Norman McLaren

MELHOR DOCUMENTÁRIO
– The Hoaxters, de Dore Schary
O Mar que nos Cerca, de Irwin Allen
– Navajo, de Hall Bartlett

OSCAR HONORÁRIO
• Harold Lloyd
• Bob Hope
• Merian C. Cooper
• George Alfred Mitchell
• Joseph M. Schenck
• Brinquedo Proibido (Jeux Interdits), de René Clément (França)


O presidente da Academia, Charles Brackett, rasga elogios a Harold Lloyd antes de lhe entregar o prêmio honorário


O presidente da Academia, Charles Brackett, introduz Luise Rainer que apresenta o Oscar especial para Jacques Bergerac

IRVING G. THALBERG MEMORIAL AWARD
• Cecil B. DeMille

THE 24th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1952

20 de Março de 1952

Sinfonia de Paris (An American in Paris), de Vincente Minnelli: 6 OSCARS

Sinfonia de Paris (An American in Paris), de Vincente Minnelli: 6 OSCARS

MELHOR FILME
• Sinfonia de Paris (An American in Paris)
Produtor: Arthur Freed
– Decisão Antes do Amanhecer (Decision Before Dawn)
Produtores: Anatole Litvak, Frank McCarthy
– Um Lugar ao Sol (A Place in the Sun)
Produtores: George Stevens
– Quo Vadis (Quo Vadis)
Produtor: Sam Zimbalist
– Uma Rua Chamada Pecado (A Streetcar Named Desire)
Produtor: Charles K. Feldman


Jesse L. Lasky apresenta o Melhor Filme do ano

MELHOR DIRETOR
– John Huston (Uma Aventura na África)
– Elia Kazan (Uma Rua Chamada Pecado)
– Vincente Minnelli (Sinfonia de Paris)
• George Stevens (Um Lugar ao Sol)
– William Wyler (Chaga de Fogo)


Joseph L. Mankiewicz premia o grande trabalho de George Stevens

MELHOR ATOR
• Humphrey Bogart (Uma Aventura na África)
– Marlon Brando (Uma Rua Chamada Pecado)
– Montgomery Clift (Um Lugar ao Sol)
– Arthur Kennedy (Só Resta a Lembrança)
– Fredric March (A Morte do Caixeiro Viajante)


Greer Garson entrega a estatueta a Humphrey Bogart

MELHOR ATRIZ
– Katharine Hepburn (Uma Aventura na África)
• Vivien Leigh (Uma Rua Chamada Pecado) – Vivien Leigh não estava presente na cerimônia. Greer Garson aceitou o prêmio em seu nome
– Eleanor Parker (Chaga de Fogo)
– Shelley Winters (Um Lugar ao Sol)
– Jane Wyman (Ainda Há Sol em Minha Vida)


Ronald Colman interage com o host Danny Kaye antes de entregar a estatueta a Greer Garson, que aceitou por Vivien Leigh. Felizmente, desta vez, ela só levou 10 segundos.

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Leo Genn (Quo Vadis)
• Karl Malden (Uma Rua Chamada Pecado)
– Kevin McCarthy (A Morte do Caixeiro Viajante)
– Peter Ustinov (Quo Vadis)
– Gig Young (Degradação Humana)


Claire Trevor apresenta o Oscar para Karl Malden, que dá um discurso sucinto

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Joan Blondell (Ainda Há Sol em Minha Vida)
– Mildred Dunnock (A Morte do Caixeiro Viajante)
– Lee Grant (Chaga de Fogo)
• Kim Hunter (Uma Rua Chamada Pecado) – Kim Hunter não estava presente na cerimônia. Bette Davis aceitou o prêmio em seu nome.
– Thelma Ritter (O Quarto Mandamento)


Vencedor no ano anterior, George Sanders anuncia Kim Hunter. Bette Davis agradece com humor.

MELHOR ROTEIRO
– James Agee, John Huston (Uma Aventura na África)
– Philip Yordan, Robert Wyler (Chaga de Fogo)
– Jacques Natanson, Max Ophüls (Conflitos de Amor)
• Michael Wilson, Harry Brown (Um Lugar ao Sol)
– Tennessee Williams (Uma Rua Chamada Pecado)

MELHOR HISTÓRIA
– Budd Boetticher, Ray Nazarro (Paixão de Toureiro)
– Oscar Millard (Homens Rãs)
– Robert Riskin, Liam O’Brien (Órfãos da Tempestade)
– Alfred Hayes, Stewart Stern (Teresa)
• Paul Dehn, James Bernard (Ultimatum)

MELHOR HISTÓRIA E ROTEIRO
– Billy Wilder, Lesser Samuels, Walter Newman (A Montanha dos Sete Abutres)
• Alan Jay Lerner (Sinfonia de Paris)
– Philip Dunne (David e Betsabá)
– Robert Pirosh (Todos São Valentes)
– Clarence Greene, Russell Rouse (O Poço da Angústia)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
• Alfred Gilks, John Alton (Sinfonia de Paris)
– Leon Shamroy (David e Betsabá)
– Robert Surtees, William V. Skall (Quo Vadis)
– Charles Rosher (O Barco das Ilusões)
– John F. Seitz, W. Howard Greene (O Fim do Mundo)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
– Franz Planer (A Morte do Caixeiro Viajante)
– Norbert Brodine (Homens Rãs)
• William C. Mellor (Um Lugar ao Sol)
– Robert Burks (Pacto Sinistro)
– Harry Stradling Sr. (Uma Rua Chamada Pecado)

MELHOR MONTAGEM
– Adrienne Fazan (Sinfonia de Paris)
– Dorothy Spencer (Decisão Antes do Amanhecer)
• William Hornbeck (Um Lugar ao Sol)
– Ralph E. Winters (Quo Vadis)
– Chester W. Schaeffer (O Poço da Angústia)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
• Cedric Gibbons, E. Preston Ames, Edwin B. Willis, F. Keogh Gleason (Sinfonia de Paris)
– Lyle R. Wheeler, George W. Davis, Thomas Little, Paul S. Fox (David e Betsabá)
– Lyle R. Wheeler, Leland Fuller, Joseph C. Wright, Thomas Little, Walter M. Scott (Escândalos na Riviera)
– William A. Horning, Cedric Gibbons, Edward C. Carfagno, Hugh Hunt (Quo Vadis)
– Hein Heckroth (Contos de Hoffmann)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
– Lyle R. Wheeler, Leland Fuller, Thomas Little, Fred J. Rode (Horas Intermináveis)
– Lyle R. Wheeler, John DeCuir, Thomas Little, Paul S. Fox (Terível Suspeita)
– Jean d’Eaubonne (Conflitos de Amor)
– Cedric Gibbons, Paul Groesse, Edwin B. Willis, Jack D. Moore (Cedo Para Beijar)
• Richard Day, George James Hopkins (Uma Rua Chamada Pecado)

MELHOR FIGURINO COLORIDO
• Orry-Kelly, Walter Plunkett, Irene Sharaff (Sinfonia de Paris)
– Charles Le Maire, Edward Stevenson (David e Betsabá)
– Helen Rose, Gile Steele (O Grande Caruso)
– Herschel McCoy (Quo Vadis)
– Hein Heckroth (Contos de Hoffmann)

MELHOR FIGURINO PRETO E BRANCO
– Walter Plunkett, Gile Steele (Bondade Fatal)
– Charles Le Maire, Renié (The Model and the Marriage Broker)
– Edward Stevenson, Margaret Furse (O Garoto e a Rainha)
• Edith Head (Um Lugar ao Sol)
– Lucinda Ballard (Uma Rua Chamada Pecado)


Zsa Zsa Gabor apresenta os dois prêmios de figurino

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
– Alfred Newman (David e Betsabá)
– Alex North (A Morte do Caixeiro Viajante)
• Franz Waxman (Um Lugar ao Sol)
– Miklós Rózsa (Quo Vadis)
– Alex North (Uma Rua Chamada Pecado)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
– Oliver Wallace (Alice no País das Maravilhas)
• Johnny Green, Saul Chaplin (Sinfonia de Paris)
– Peter Herman Adler, Johnny Green (O Grande Caruso)
– Alfred Newman (Escândalos na Riviera)
– Adolph Deutsch, Conrad Salinger (O Barco das Ilusões)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “A Kiss to Build a Dream on”, de Bert Kalmar, Harry Ruby, Oscar Hammerstein II (Amei e Errei)
“In the Cool, Cool, Cool of the Evening”, de Hoagy Carmichael, Johnny Mercer (Órfãos da Tempestade)
– “Never”, de Lionel Newman, Eliot Daniel (A Vênus de Ouro)
– “Too Late Now”, de Burton Lane, Alan Jay Lerner (Núpcias Reais)
– “Wonder Why”, de Nicholas  Brodszky, Sammy Cahn (Rica, Bonita e Solteira)

MELHOR SOM
– Leslie I. Carey (Só Resta a Lembrança)
• Douglas Shearer (O Grande Caruso)
– Gordon Sawyer (Não Quero Dizer-te Adeus)
– Nathan Levinson (Uma Rua Chamada Pecado)
– John Aalberg (Vinho, Mulheres e Música)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
• O Fim do Mundo


Sally Forrest apresenta prêmio especial para os efeitos de O Fim do Mundo, uma vez que não houve competição este ano.

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
– Balzac
– Danger Under the Sea, de Tom Mead
• Nature’s Half Acre, de Walt Disney

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
– Ridin’ the Rails, de Jack Eaton
– The Story of Time, de Robert G. Leffingwell
• World of Kids, de Robert Youngson

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– Cordeiro, o Leão Medroso, de Walt Disney
– Rooty Toot Toot, de Stephen Bosustow
• The Two Mouseketeers, de Fred Quimby


Danny Kaye introduz a estrela de TV Lucille Ball, que apresenta três Oscars numa tacada só.

MELHOR DOCUMENTÁRIO-CURTA
• Benjy, de Fred Zinnemann
– One Who Came Back, de Owen Crump
– The Seeing Eye, de Gordon Hollingshead

MELHOR DOCUMENTÁRIO
– Fui Comunista para o F.B.I., de Bryan Foy
• Kon-Tiki, de Thor Heyerdahl

OSCAR HONORÁRIO
• Gene Kelly
• Rashomon (Rashomon), de Akira Kurosawa (Japão)


A bela Leslie Caron entrega o prêmio especial para o membro oficial do governo japonês Ken Yoshida

IRVING G. THALBERG MEMORIAL AWARD
• Arthur Freed


Stanley Donen aceita por Gene Kelly, enquanto Arthur Freed recebe seu prêmio especial

THE 23rd ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1951

29 de Março de 1951

A Malvada (All About Eve), de Joseph L. Mankiewicz: 6 OSCARS

A Malvada (All About Eve), de Joseph L. Mankiewicz: 6 OSCARS

MELHOR FILME
• A Malvada (All About Eve)
– Nascida Ontem (Born Yesterday)
– O Papai da Noiva (Father of the Bride)
– As Minas do Rei Salomão (King Solomon’s Mines)
– Crepúsculo dos Deuses (Sunset Blvd.)

MELHOR DIRETOR
– George Cukor (Nascida Ontem)
– John Huston (O Segredo das Jóias)
• Joseph L. Mankiewicz (A Malvada)
– Carol Reed (O Terceiro Homem)
– Billy Wilder (Crepúsculo dos Deuses)


Vencedor como Melhor Diretor em 1938 e 1945, Leo McCarey apresenta o Oscar para Joseph L. Mankiewicz

MELHOR ATOR
– Louis Calhern (Nobre Rebelde)
• José Ferrer (Cyrano de Bergerac)
– William Holden (Crepúsculo dos Deuses)
– James Stewart (Meu Amigo Harvey)
– Spencer Tracy (O Papai da Noiva)


Helen Hayes apresenta o prêmio para José Ferrer, que aceitou de Nova York.

Como Cyrano de Bergerac, José Ferrer faturou seu único Oscar (photo by acertaincinema.com)

Como Cyrano de Bergerac, José Ferrer faturou seu único Oscar (photo by acertaincinema.com)

MELHOR ATRIZ
– Anne Baxter (A Malvada)
– Bette Davis (A Malvada)
• Judy Holliday (Nascida Ontem) – Judy Holliday não estava presente na cerimônia. Ethel Barrymore aceitou o prêmio em seu nome.
– Eleanor Parker (À Margem da Vida)
– Gloria Swanson (Crepúsculo dos Deuses)


Broderick Crawford apresenta as indicadas e entrega para Ethel Barrymore

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Jeff Chandler (Flechas de Fogo)
– Edmund Gwenn (Senhor 880)
– Sam Jaffe (O Segredo das Jóias)
• George Sanders (A Malvada)
– Erich von Stroheim (Crepúsculo dos Deuses)


Vencedora no ano anterior, Mercedes McCambridge concede o Oscar para George Sanders

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Hope Emerson (À Margem da Vida)
– Celeste Holm (A Malvada)
• Josephine Hull (Meu Amigo Harvey)
– Nancy Olson (Crepúsculo dos Deuses)
– Thelma Ritter (A Malvada)


Dean Jagger anuncia Josephine Hull, que faz um discurso acalorado

MELHOR ROTEIRO
Joseph L. Mankiewicz (A Malvada)
– Ben Maddow, John Huston (O Segredo das Jóias)
– Albert Mannheimer (Nascida Ontem)
– Albert Maltz (Flechas de Fogo)
– Frances Goodrich, Albert Hackett (O Papai da Noiva)

MELHOR HISTÓRIA
– Giuseppe De Santis, Carlo Lizzani (Arroz Amargo)
– William Bowers, André De Toth (O Matador)
– Leonard Spigelgass (A Noite de 23 de Maio)
• Edna Anhalt, Edward Anhalt (Pânico nas Ruas)
– Sy Gomberg (When Willie Comes Marching Home)

MELHOR HISTÓRIA E ROTEIRO
– Ruth Gordon, Garson Kanin (A Costela de Adão)
– Virginia Kellogg, Bernard C. Schoenfeld (À Margem da Vida)
– Carl Foreman (Espíritos Indômitos)
– Joseph L. Mankiewicz, Lesser Samuels (O Ódio é Cego)
• Charles Brackett, Billy Wilder, D.M. Marshman Jr. (Crepúsculo dos Deuses)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
– Charles Rosher (Bonita e Valente)
– Ernest Palmer (Flechas de Fogo)
– Ernest Haller (O Gavião e a Flecha)
• Robert Surtees (As Minas do Rei Salomão)
– George Barnes (Sansão e Dalila)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
– Milton R. Krasner (A Malvada)
– Harold Rosson (O Segredo das Jóias)
– Victor Milner (Almas em Fúria)
• Robert Krasker (O Terceiro Homem)
– John F. Seitz (Crepúsculo dos Deuses)

MELHOR MONTAGEM
– Barbara McLean (A Malvada)
– James E. Newcom (Bonita e Valente)
Ralph E. Winters, Conrad A. Nervig (As Minas do Rei Salomão)
– Arthur P. Schmidt, Doane Harrison (Crepúsculo dos Deuses)
– Oswald Hafenrichter (O Terceiro Homem)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
– Cedric Gibbons, Paul Groesse, Edwin B. WIllis, Richard Pefferle (Bonita e Valente)
– Ernst Fegté, George Sawley (Destino à Lua)
Hans Dreier, Walter H. Tyler, Sam Comer, Ray Moyer (Sansão e Dalila)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
– Lyle R. Wheeler, George W. Davis, Thomas Little, Walter M. Scott (A Malvada)
– Cedric Gibbons, Hans Peters, Edwin B. Willis, Hugh Hunt (Danúbio Vermelho)
Hans Dreier, John Meehan, Sam Comer, Ray Moyer (Crepúsculo dos Deuses)

MELHOR FIGURINO COLORIDO
– Michael Whittaker (A Rosa Negra)
– Walter Plunkett, Valles (A Glória de Amar)
Edith Head, Dorothy Jeakins, Elois Jenssen, Gile Steele, Gwen Wakeling (Sansão e Dalila)

MELHOR FIGURINO PRETO E BRANCO
Edith Head, Charles Le Maire (A Malvada)
– Jean Louis (Nascida Ontem)
– Walter Plunkett (Nobre Rebelde)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
– Alfred Newman (A Malvada)
– Max Steiner (O Gavião e a Flecha)
– George Duning (Destino Amargo)
– Victor Young (Sansão e Dalila)
Franz Waxman (Crepúsculo dos Deuses)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
Adolph Deutsch, Roger Edens (Bonita e Valente)
– Oliver Wallace, Paul J. Smith (Cinderela)
– Lionel Newman (De Corpo e Alma)
– André Previn (Três Palavrinhas)
– Ray Heindorf (Conquistando West Point)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “Be My Love”, de Nicholas Brodszky, Sammy Cahn (Quando Eu Te Amei)
– “Bibbdi-Bobbdi-Boo”, de Mack David, Al Hoffman, Jerry Livingston (Cinderela)
“Mona Lisa”, de Ray Evans, Jay Livingston (Missão de Vingança)
– “Mule Train”, de Fred Glickman, Hy Heath, Johnny Lange (Audácia dos Fortes)
– “Wilhelmina”, de Josef Myrow, Mack Gordon (Noiva que Não Beija)


O host Fred Astaire introduz o colega de dança Gene Kelly, que apresenta os três Oscars musicais

MELHOR SOM
Thomas T. Moulton (A Malvada)
– C.O. Slyfield (Cinderela)
– Leslie I. Carey (Os Noivos de Mamãe)
– Gordon Sawyer (Vida de Minha Vida)
– Cyril Crowhurst (Três Destinos)


A graciosa Marylin Monroe apresenta o prêmio para o filme em que atuou, A Malvada

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
Destino à Lua
– Sansão e Dalila

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
Beaver Valley, de Walt Disney
– Grandma Moses
– My Country ‘Tis of Thee, de Gordon Hollingshead

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
– Blaze Busters, de Robert Youngson
Grandad of Races, de Gordon Hollingshead
– Wrong Way Butch, de Pete Smith

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
Gerald McBoing-Boing, de Stephen Bosustow
– Jerry’s Cousin, de Fred Quimby
– Trouble Indemnity, de Stephen Bosustow

MELHOR DOCUMENTÁRIO-CURTA
– The Fight : Science Against Cancer
– The Stairs
Why Korea?, de Edmund Reek

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Kon-Tiki, de Olle Nordemar
– The Titan: Story of Michelangelo
– With These Hands, de Jack Arnold, Lee Goodman

OSCAR HONORÁRIO
• George Murphy
• Louis B. Mayer
• Três Dias de Amor (Le Mura di Malapaga), de René Clément (França/ Itália)

IRVING G. THALBERG MEMORIAL AWARD
• Darryl F. Zanuck

BIBLIOGRAFIA:
* Osborne, Robert A. 80 Years of Oscar: the official history of the Academy Awards. Abbeville Press, 2008.
* Ewald Filho, Rubens. Rubens Ewald Filho: O Oscar e eu. São Paulo. Companhia Editora Nacional, 2003.

Academy Awards History: A História do Oscar (1941 a 1950)

"Indignação" talvez seja o melhor termo para definir a vitória de Como Era Verde o Meu Vale sobre Cidadão Kane no Oscar de 1942.

“Indignação” talvez seja o melhor termo para definir a vitória de Como Era Verde o Meu Vale sobre Cidadão Kane no Oscar de 1942.

QUAL O MELHOR FILME (PARA O MOMENTO)?

Como mencionado no post anterior sobre a História do Oscar, esta década abre com a injustiça de Laurence Olivier, Henry Fonda e Charles Chaplin perdendo para James Stewart na categoria de Melhor Ator. Contudo, uma das maiores injustiças da Academia viria no ano seguinte: um dos filmes que revolucionou o Cinema, Cidadão Kane, foi derrotado pelo drama sócio-familiar de John Ford, Como Era Verde o Meu Vale.

Olhando hoje, setenta anos depois, fica uma sensação de inconformidade em relação ao resultado dessa disputa. Segundo 99% dos críticos, Cidadão Kane é considerado o melhor filme de todos os tempos. Através do olhar de um espectador comum, o filme do jovem Orson Welles pode não impressionar, mas sob o olhar de um cineasta ou cinéfilo, é possível verificar quantas inovações de linguagem a parceria entre a coragem do diretor novato e a experiência do diretor de fotografia Gregg Toland trouxe para a Sétima Arte.

O que o filme de John Ford tinha de melhor? O momento era de 2ª Guerra Mundial. Uma forte identificação familiar pode ter pesado mais do que a questão técnica e da história do magnata da mídia de Kane. Ao longo da história da premiação, é possível detectar casos em que o valor emocional do filme relacionado ao momento desequilibrou a competição. Em 1980, por exemplo, a análise crítica da Guerra do Vietnã de Apocalypse Now foi batido pelo drama familiar de Kramer vs. Kramer. Ambos são excelentes produções, mas talvez o momento pós-guerra parecia pedir um drama mais intimista. Se hoje o mundo estivesse em guerra, o público preferiria um filme de guerra ou um drama?

CONSTANTE MUDANÇA EM BUSCA DE MELHORIAS

Aliás, falando em guerra, os primeiros anos da década de 40 foram permeados pela Segunda Guerra Mundial. À pedido do governo americano, os estúdios fizeram filmes voltados ao treinamento militar, cobrando apenas o material como película e custos de laboratório. Como vocês podem ver, alguns desses curtas foram indicados para o prêmio da Academia.

Houve também algumas mudanças na cerimônia devido à guerra. Membros da Academia resolveram dispensar os banquetes luxuosos enquanto o resto do mundo estava sofrendo com falta de comida. Além disso, o evento foi deslocado do Hotel Roosevelt para um teatro comum em Hollywood em 1944.

A partir de 1941, os vencedores do Oscar passaram a ser anunciados durante a cerimônia, e não mais de forma antecipada como acontecia desde o primeiro ano. Obviamente, essa alteração multiplicou o interesse pela premiação e adicionou uma boa dose de suspense. E dizem as más línguas que a existência daquele tempo estipulado de agradecimento se deve à atriz Greer Garson que, ao ganhar como Melhor Atriz em 1943 por Rosa de Esperança, teria feito um discurso de aproximadamente UMA HORA! Apesar de alguns registros terem indicado que o discurso teria durado cerca de 6 minutos, o boato acabou pegando e Garson ficou eternamente marcada por esse momento sem noção.

Ao longo da década de 40, algumas categorias foram adicionadas como Melhor Documentário e Melhor Figurino, comprovando que a Academia ainda estava em formação e necessitava de modificações anuais. E a partir de 1944, os vencedores das categorias ator e atriz coadjuvantes passaram a ganhar uma estatueta do Oscar, e não mais uma placa de metal. E a partir de 1948, a Academia resolveu reconhecer pela primeira vez uma produção estrangeira: o italiano Vítimas da Tormenta, de Vittorio De Sica. Contudo, como não havia uma categoria competitiva ainda, recebeu um prêmio honorário, que seria concedido nos anos seguintes até se consolidar de fato como prêmio em 1957.

Vítimas da Tormenta (ou Shoeshine para os americanos), de Vittorio De Sica: primeiro prêmio para produção estrangeira (photo by: cinespect.com)

Vítimas da Tormenta (ou Shoeshine para os americanos), de Vittorio De Sica: primeiro prêmio para produção estrangeira (photo by: cinespect.com)

MEMORÁVEIS DA DÉCADA

Em 1941, Walter Brennan tornou-se o primeiro profissional a ganhar 3 estatuetas de atuação. Curiosamente, todos pela categoria de coadjuvante, fato que até hoje é um recorde unicamente seu. No ano seguinte, pela primeira vez, duas irmãs competiam na mesma categoria: Olivia de Havilland por A Porta de Ouro e Joan Fontaine, que ganhou por Suspeita.

THE 22nd ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1950

23 de Março de 1950

A Grande Ilusão (All the King's Men), de Robert Rossen

A Grande Ilusão (All the King’s Men), de Robert Rossen: 3 OSCARS

MELHOR FILME
• A Grande Ilusão (All the King’s Men)
– O Preço da Glória (Battleground)
– Tarde Demais (The Heiress)
– Quem é o Infiel? (A Letter to Three Wives)
– Almas em Chamas (Twelve O’Clock High)


James Cagney apresenta o Oscar de Melhor Filme

MELHOR DIRETOR
• Joseph L. Mankiewicz (Quem é o Infiel?)
– Carol Reed (Ídolo Caído)
– Robert Rossen (A Grande Ilusão)
– William A. Wellman (O Preço da Glória)
– William Wyler (Tarde Demais)

MELHOR ATOR
• Broderick Crawford (A Grande Ilusão)
– Kirk Douglas (O Invencível)
– Gregory Peck (Almas em Chamas)
– Richard Todd (Coração Amargurado)
– John Wayne (Iwo Jima – O Portal da Glória)


Jane Wyman apresenta o Oscar para Broderick Crawford

MELHOR ATRIZ
– Jeanne Crainn (O que a Carne Herda)
• Olivia de Havilland (Tarde Demais)
– Susan Hayward (Meu Maior Amor)
– Deborah Kerr (Meu Filho)
– Loretta Young (Falam os Sinos)


James Stewart apresenta o Oscar para Olivia De Havilland

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– John Ireland (A Grande Ilusão)
• Dean Jagger (Almas em Chamas)
– Arthur Kennedy (O Invencível)
– Ralph Richardson (Tarde Demais)
– James Whitmore (O Preço da Glória)


Claire Trevor entrega o Oscar para Dean Jagger

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Ethel Barrymore (O que a Carne Herda)
– Celeste Holm (Falam os Sinos)
– Elsa Lanchester (Falam os Sinos)
• Mercedes McCambridge (A Grande Ilusão)
– Ethel Waters (O que a Carne Herda)


Mercedes McCambridge recebe a estatueta

MELHOR HISTÓRIA
– Clare Boothe Luce (Falam os Sinos)
– Shirley W. Smith, Valentine Davies (Todas as Primaveras)
Douglas Morrow (Sangue de Campeão)
– Harry Brown (Iwo Jima – O Portal da Glória)
– Virginia Kellogg (Fúria Sanguinária)

MELHOR ROTEIRO
– Robert Rossen (A Grande Ilusão)
– Cesare Zavattini (Ladrões de Bicicletas)
– Carl Foreman (O Invencível)
– Graham Greene (O Ídolo Caído)
Joseph L. Mankiewicz (Quem é o Infiel?)

MELHOR HISTÓRIA E ROTEIRO
Robert Pirosh (O Preço da Glória)
– Federico Fellini, Alfred Hayes, Sergio Amidei, Marcello Pagliero, Roberto Rossellini (Paisà)
– Sidney Buchman (O Trovador Inolvidável)
– T.E.B. Clarke (Um País de Anedota)
– Helen Levitt, Janice Loeb, Sidney Meyers (The Quiet One)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
– Harry Stradling Sr. (Ciúme, Sinal de Amor)
– William E. Snyder (O Trovador Inolvidável)
• Winton C. Hoch (Legião Invencível)
– Robert H. Planck, Charles Edgar Schoenbaum (Quatro Destinos)
– Charles G. Clarke (Gritos na Serra)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
– Joseph LaShelle (Falam os Sinos)
– Leon Shamroy (O Favorito dos Borgia)
– Franz Planer (O Invencível)
Paul Vogel (O Preço da Glória)
– Leo Tover (Tarde Demais)

MELHOR MONTAGEM
– Robert Parrish, Al Clark (A Grande Ilusão)
• Harry W. Gerstad (O Invencível)
– Richard L. Van Enger (Iwo Jima – O Portal da Glória)
– Frederic Knudtson (Ninguém Crê em Mim)
– John D. Dunning (O Preço da Glória)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
– Edward Carrere, Lyle B. Reifnider (As Aventuras de Don Juan)
• Cedric Gibbons, Paul Groesse, Edwin B. Willis, Jack D. Moore (Quatro Destinos)
– Jim Morahan, William Kellner, Michael Relph (Sarabanda)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
– Lyle R. Wheeler, Joseph C. Wright, Thomas Little, Paul S. Fox (Falam os Sinos)
– Cedric Gibbons, Jack Martin Smith, Edwin B. Willis, Richard Pefferle (A Sedutora Madame Bovary)
• John Meehan, Harry Horner, Emile Kuri (Tarde Demais)

MELHOR FIGURINO COLORIDO
• Leah Rhodes, Travilla, Marjorie Best (As Aventuras de Don Juan)
– Kay Nelson (Mamãe, Ele e Eu)

MELHOR FIGURINO PRETO E BRANCO
– Vittorio Nino Novarese (O Favorito dos Borgia)
• Edith Head, Gile Steele (Tarde Demais)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
– Max Steiner (A Filha de Satanás)
– Dimitri Tiomkin (O Invencível)
• Aaron Copland (Tarde Demais)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
• Roger Edens, Lennie Hayton (Um Dia em Nova York)
– Ray Heindorf (Look for the Silver Lining)
– Morris Stoloff, George Dunning (O Trovador Inolvidável)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “Through a Long and Sleepless Night”, de Alfred Newman, Mack Gordon (Falam os Sinos)
• “Baby, It’s Cold Outside”, de Frank Loesser (A Filha de Netuno)
– “It’s a Great Feeling”, de Jule Styne, Sammy Cahn (Mademoiselle Fifi)
– “My Foolish Heart”, de Victor Young, Ned Washington (Meu Maior Amor)
– “Lavender Blue”, de Eliot Daniel, Larry Morey (Tão Perto do Coração)

MELHOR SOM
• Almas em Chamas
– Iwo Jima – O Portal da Glória
– Nascida Para Amar

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
• Monstro de um Mundo Perdido
– Tulsa

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
– Boy and the Eagle, de William Lasky
– Chase of Death, de Irving Allen
– The Grass is Always Greener, de Gordon Hollingshead
– Snow Carnival, de Gordon Hollingshead
• Van Gogh, de Gaston Diehl, Robert Hessens

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
Aquatic House Party, de Jack Eaton
– Roller Derby Girl, de Justin Herman
– So You Think You’re Not Guilty, de Gordon Hollingshead
– Spills and Chills, de Walton C. Ament
– Water Trix, de Pete Smith

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– Hatch Up Your Troubles, de Fred Quimby
– The Magic Fluke, de Stephen Bosustow
• O Mau Cheiro do Amor, de Edward Selzer
– Toy Tinkers, de Walt Disney

MELHOR DOCUMENTÁRIO-CURTA
– 1848
• A Chance to Live, de Richard De Rochemont
– The Rising Tide
So Much for So Little, de Edward Selzer

MELHOR DOCUMENTÁRIO
• Daybreak in Udi
– Kenji Comes Home, de Paul F. Heard

OSCAR HONORÁRIO
• Ladrões de Bicicletas (Ladri di Biciclette), de Vittorio De Sica (Itália)
• Fred Astaire
• Cecil B. DeMille
• Jean Hersholt


O presidente da Academia, Charles Brackett, faz uma pequena apresentação para em seguida, Micheline Presle entregar o prêmio especial para o belíssimo filme italiano.

JUVENILE AWARD
• Bobby Driscoll

THE 21st ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1949

24 de Março de 1949

Hamlet, de Laurence Olivier

Hamlet, de Laurence Olivier: 4 OSCARS

MELHOR FILME
– Belinda (Johnny Belinda)
• Hamlet (Hamlet)
– Laurence Olivier não estava presente na cerimônia. Robert Montgomery aceitou o prêmio em seu nome.
– Os Sapatinhos Vermelhos (The Red Shoes)
– A Cova da Serpente (The Snake Pit)
– O Tesouro de Sierra Madre (The Treasure of the Sierra Madre)


A atriz consagrada Ethel Barrymore apresenta o Oscar de Melhor Filme

MELHOR DIRETOR
• John Huston (O Tesouro de Sierra Madre)
– Anatole Litvak (A Cova da Serpente)
– Jean Negulesco (Belinda)
– Laurence Olivier (Hamlet)
– Fred Zinnemann (Perdidos na Tormenta)

MELHOR ATOR
Lew Ayres (Belinda)
– Montgomery Clift (Perdidos na Tormenta)
– Dan Dailey (Quando o Amor Sorri)
• Laurence Olivier (Hamlet) – Laurence Olivier não estava presente na cerimônia. Douglas Fairbanks Jr. aceitou o prêmio em seu nome.
– Clifton Webb (Ama-Seca por Acaso)


Loretta Young anuncia o vencedor Laurence Olivier, que não estava presente.

MELHOR ATRIZ
– Ingrid Bergman (Joana D’Arc)
– Olivia De Havilland (A Cova da Serpente)
– Irene Dunne (A Vida de um Sonho)
– Barbara Stanwyck (A Vida por um Fio)
•  Jane Wyman (Belinda)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Charles Bickford (Belinda)
– José Ferrer (Joana D’Arc)
– Oskar Homolka (A Vida de um Sonho)
Walter Huston (O Tesouro de Sierra Madre)
– Cecil Kellaway (O Toque Mágico)


Celeste Holm entrega o Oscar para Walter Huston, que disse: “Muitos anos atrás, eu disse para meu filho (John): ‘Se você se tornar um diretor ou roteirista, por favor encontre um bom papel para seu pai'”.

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Barbara Bel Geddes (A Vida de um Sonho)
– Ellen Corby (A Vida de um Sonho)
– Agnes Moorehead (Belinda)
– Jean Simmons (Hamlet)
• Claire Trevor (Paixões em Fúria)


Edmund Gwenn concede a estatueta para Claire Trevor

MELHOR HISTÓRIA
– Malvin Wald (Cidade Nua)
– Frances H. Flaherty, Robert J. Flaherty (A História de Louisiana)
Richard Schweizer, David Wechsler (Perdidos na Tormenta)
– Borden Chase (Rio Vermelho)
– Emeric Pressburger (Os Sapatinhos Vermelhos)

MELHOR ROTEIRO
– Irma von Cube, Allen Vincent (Belinda)
– Frank Partos, Millen Brand (A Cova da Serpente)
– Charles Brackett, Billy Wilder, Richard L. Breen (A Mundana)
– Richard Schweizer, David Wechsler (Perdidos na Tormenta)
John Huston (O Tesouro de Sierra Madre)


Deborah Kerr apresenta os prêmios de roteiro e história

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
– William E. Snyder (Carmen)
Joseph A. Valentine, William V. Skall, Winton C. Hoch (Joana D’Arc)
– Charles G. Clarke (Os Prados Verdes)
– Robert H. Planck (Os Três Mosqueteiros)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
– Ted D. McCord (Belinda)
William H. Daniels (Cidade Nua)
– Charles Lang (A Mundana)
– Joseph H. August (O Retrato de Jennie)
– Nicholas Musuraca (A Vida de um Sonho)

MELHOR MONTAGEM
– David Weisbart (Belinda)
Paul Weatherwax (Cidade Nua)
– Frank Sullivan (Joana D’Arc)
– Christian Nyby (Rio Vermelho)
– Reginald Mills (Os Sapatinhos Vermelhos)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
– Robert M. Haas, William Wallace (Belinda)
Roger K. Furse, Carmen Dillon (Hamlet)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
– Richard Day, Casey Roberts, Joseph Kish (Joana D’Arc)
Hein Heckroth, Arthur Lawson (Os Sapatinhos Vermelhos)

MELHOR FIGURINO COLORIDO
Dorothy Jeakins, Barbara Karinska (Joana D’Arc)
– Edith Head, Gile Steele (A Valsa do Imperador)

MELHOR FIGURINO PRETO E BRANCO
• Roger K. Furse (Hamlet)
– Irenne (A Rebelde)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
– Max Steiner (Belinda)
– Alfred Newman (A Cova da Serpente)
– William Walton (Hamlet)
– Hugo Friedhofer (Joana D’Arc)
Brian Easdale (Os Sapatinhos Vermelhos)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
Johnny Green, Roger Edens (Desfile de Páscoa)
– Lennie Hayton (O Pirata)
– Ray Heindorf (Romance em Alto-Mar)
– Victor Young (A Valsa do Imperador)
– Alfred Newman (When My Baby Smiles at Me)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “The Woody Woodpecker Song”, de Ramey Idriss, George Tibbles (Apólice Cobertor)
– “For Every Man There’s a Woman”, de Harold Arlen, Leo Robin (Casbah, o Reduto da Perdição)
– “This is the Moment”, de Friedrich Hollaender, Leo Robin (A Condessa se Rende)
– “It’s Magic”, de Jule Styne, Sammy Cahn (Romance em Alto-Mar)
“Buttons and Bows”, de Jay Livingston, Ray Evans (O Valente Treme-Treme)

MELHOR SOM
– Belinda
– Ao Cair da Noite
A Cova da Serpente

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
– Ralph Hammeras, Fred Sersen, Edward Snyder, Roger Heman Sr. (O Órfão do Mar)
Paul Eagler, J. McMillan Johnson, Russell Shearman, Clarence Slifer, Charles L. Freeman, James G. Stewart (O Retrato de Jennie)

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
– Calgary Stampede, de Gordon Hollingshead
– Going to Blazes!, de Herbert Morgan
– Samba-Mania, de Harry Grey
Seal Island, de Walt Disney
– Snow Capers, de Thomas Mead

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
– Annie Was a Wonder, de Herbert Moulton
– Cinderella Horse, de Gordon Hollingshead
Människor i stad, de Edmund Reek
– So You Want to be on the Radio, de Gordon Hollingshead
– You Can’t Win, de Pete Smith

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
The Little Orphan, de Fred Quimby
– Mickey e a Foca, de Walt Disney
– Ratos Demolidores, de Edward Selzer
– Robin Hoodlum
– Tea for Two Hundred, de Walt Disney

MELHOR DOCUMENTÁRIO-CURTA
– Heart to Heart, de Herbert Morgan
– Operation Vittles
Toward Independence

MELHOR DOCUMENTÁRIO
– The Quiet One, de Janice Loeb
• The Secret Land, de Orville O. Dull

OSCAR HONORÁRIO
• O Capelão das Galeras (Monsieur Vincent), de Maurice Cloche (França)
•  Walter Wanger (Joana D’Arc)


Louis Jourdan entrega o Oscar especial para o filme francês, numa época em que a categoria de Filme Estrangeiro nem existia

IRVING G. THALBERG MEMORIAL AWARD
• Jerry Wald

JUVENILE AWARD
• Ivan Jandl (Perdidos na Tormenta)

THE 20th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1948

20 de Março de 1948

A Luz é Para Todos (Gentleman's Agreement), de Elia Kazan

A Luz é Para Todos (Gentleman’s Agreement), de Elia Kazan: 3 OSCARS

MELHOR FILME
– Um Anjo Caiu do Céu (The Bishop’s Wife)
– Rancor (Crossfire)
• A Luz é Para Todos (Gentleman’s Agreement)

– Grandes Esperanças (Great Expectations)
– De Ilusão Também se Vive (Miracle on 34th Street)

MELHOR DIRETOR
– George Cukor (Fatalidade)
– Edward Dmytryk (Rancor)
• Elia Kazan (A Luz é Para Todos)

– Henry Koster (Um Anjo Caiu do Céu)
– David Lean (Grandes Esperanças)

MELHOR ATOR
• Ronald Colman (Fatalidade)
– John Garfield (Corpo e Alma)
– Gregory Peck (A Luz é Para Todos)
– William Powell (Nossa Vida com Papai)
– Michael Redgrave (Conflito de Paixões)

Os grandes vencedores da noite (da esq pra dir): Darryl F. Zanuck (produtor), Emund Gwenn (Ator Coadjuvante), Loretta Young (Atriz), Ronald Colman (Ator) e Celeste Holm (Atriz Coadjuvante). photo by acertaincinema.com)

Os grandes vencedores da noite (da esq pra dir): Darryl F. Zanuck (produtor), Emund Gwenn (Ator Coadjuvante), Loretta Young (Atriz), Ronald Colman (Ator) e Celeste Holm (Atriz Coadjuvante). photo by acertaincinema.com

MELHOR ATRIZ
– Joan Crawford (Fogueira de Paixões)
– Susan Hayward (Desespero)
– Dorothy McGuire (A Luz é Para Todos)
– Rosalind Russell (Conflito de Paixões)
Loretta Young (Ambiciosa)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Charles Bickford (Ambiciosa)
– Thomas Gomez (Do Lodo Brotou uma Flor)
• Edmund Gwenn (De Ilusão Também se Vive)
– Robert Ryan (Rancor)
– Richard Widmark (O Beijo da Morte)


Arquivo de áudio de Anne Baxter apresentando o Oscar de coadjuvante para Edmund Gwenn

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Ethel Barrymore (Agonia de Amor)
– Gloria Grahame (Rancor)
• Celeste Holm (A Luz é Para Todos)
– Marjorie Main (O Ovo e Eu)
– Anne Revere (A Luz é Para Todos)

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
– Abraham Polonsky (Corpo e Alma)
– Ruth Gordon, Garson Kanin (Fatalidade)
– Charles Chaplin (Monsieur Verdoux)
Sidney Sheldon (Solteirão Cobiçado)
– Sergio Amidei, Adolfo Franci, Cesare Giulio Viola, Cesare Zavattini (Vítimas da Tormenta)

MELHOR HISTÓRIA ORIGINAL
– Georges Chaperot, René Wheeler (La Cage aux Rossignols)
– Herbert Clyde Lewis, Frederick Stephani (Aconteceu na 5a. Avenida)
– Eleazar Lipsky (O Beijo da Morte)

• Valentine Davies (De Ilusão Também se Vive)
– Dorothy Parker, Frank Cavett (Desespero)

MELHOR ROTEIRO
– Moss Hart (A Luz é Para Todos)
George Seaton (De Ilusão Também se Vive)
– David Lean, Ronald Neame, Anthony Havelock-Allan (Grandes Esperanças)
– Richard Murphy (O Justiceiro)
– John Paxton (Rancor)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
Jack Cardiff (Narciso Negro)
– J. Peverell Marley, William V. Skall (Nossa Vida com Papai)
– Harry Jackson (…E os Anos se Passaram)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
– Charles Lang (O Fantasma Apaixonado)
Guy Green (Grandes Esperanças)
– George J. Folsey (A Rua do Delfim Verde)

MELHOR MONTAGEM
– Monica Collingwood (Um Anjo Caiu do Céu)
– Fergus McDonell (Condenado)
Francis D. Lyon, Robert Parrish (Corpo e Alma)
– Harmon Jones (A Luz é Para Todos)
– George White (A Rua do Delfim Verde)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
Alfred Junge (Narciso Negro)
– Robert M. Haas, George James Hopkins (Nossa Vida com Papai)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
– Lyle R. Wheeler, Maurice Ransford, Thomas Little, Paul S. Fox (Débil é a Carne)
John Bryan, Wilfred Shingleton (Grandes Esperanças)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
– Hugo Friedhofer (Um Anjo Caiu do Céu)
– Alfred Newman (Capitão de Castela)
– David Raksin (Entre o Amor e o Pecado)
Miklós Rózsa (Fatalidade)
– Max Steiner (Nossa Vida com Papai)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
Alfred Newman (…E os Anos Passaram)
– Robert Emmett Dolan (A Caminho do Rio)
– Daniele Amfitheatrof, Paul J. Smith, Charles Wolcott (Canção do Sul)
– Johnny Green (Festa Brava)
– Ray Heindorf, Max Steiner (Minha Rosa Silvestre)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “You Do”, de Josef Myrow, Mack Gordon (…E os Anos Passaram)
“Zip-A-Dee-Doo-Dah”, de Allie Wrubel, Ray Gilbert (Canção do Sul)
– “I Wish I Didn’t Love You So”, de Frank Loesser (Minha Vida e Meus Amores)
– “A Gal in Calico”, de Arthur Schwartz, Leo Robin (Um Sonho e uma Canção)
– “Pass That Peace Pipe”, de Hugh Martin, Ralph Blane, Roger Edens (Tudo Azul)

MELHOR SOM
Gordon Sawyer (Um Anjo Caiu do Céu)
– Jack Whitney (Moeda Falsa)
– Douglas Shearer (A Rua do Delfim Verde)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
– Farciot Edouart, Devereaux Jennings, Gordon Jennings, W. Wallace Kelley, Paul K. Lerpae, George Dutton (Os Inconquistáveis)
A. Arnold Gillespie, Warren Newcombe, Douglas Shearer, Michael Steinore (A Rua do Delfim Verde)

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
– Champagne for Two, de Harry Grey
Climbing the Matterhorn, de Irving Allen
– Flight of the Wild Stallions, de Thomas Mead
– Give Us the Earth!, de Herbert Morgan
– A Voice is Born, de Ben K. Blake

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
– Brooklyn, U.S.A., de Thomas Mead
Goodbye, Miss Turlock, de Herbert Moulton
– Moon Rockets, de Jerry Fairbanks
– Now You See It, de Pete Smith
– So You Want to Be in Pictures, de Gordon Hollingshead

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– Chip an’ Dale, de Walt Disney
– Dr. Jekyll and Mr. Mouse, de Fred Quimby
– Pluto’s Blue Note, de Walt Disney
– Tubby the Tuba, de George Pal
Tweetie Pie, de Edward Selzer

MELHOR DOCUMENTÁRIO-CURTA
First Steps
– Passport to Nowhere, de Frederic Ullman Jr.
– School in the Mailbox

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Design for Death, de Sid Rogell, Theron Warth, Richard Fleischer
– Journey Into Medicine
– The World is Rich, de Paul Rotha

OSCAR HONORÁRIO
• James Baskett (Canção do Sul)
• Bill e Lú
• Vítimas da Tormenta (Sciuscià), de Vittorio De Sica (Itália)

THE 19th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1947

13 de Março de 1947

Os Melhores Anos de Nossas Vidas (The Best Years of Our Lives), de Wylliam Wyler

Os Melhores Anos de Nossas Vidas (The Best Years of Our Lives), de William Wyler: 7 OSCARS

MELHOR FILME
• Os Melhores Anos de Nossas Vidas (The Best Years of Our Lives)
– Henrique V (Henry V)
– A Felicidade Não se Compra (It’s a Wonderful Life)
– O Fio da Navalha (The Razor’s Edge)
– Virtude Selvagem (The Yearling)

MELHOR DIRETOR
– Clarence Brown (Virtude Selvagem)
– Frank Capra (A Felicidade Não se Compra)
– David Lean (Desencanto)
– Robert Siodmak (Assassinos)
• William Wyler (Os Melhores Anos de Nossas Vidas)

MELHOR ATOR
• Fredric March (Os Melhores Anos de Nosssas Vidas) – Fredric March não estava presente na cerimônia. Cathy O’Donnell aceitou o prêmio em seu nome.
– Laurence Olivier (Henrique V)
– Larry Parks (Sonhos Dourados)
– Gregory Peck (Virtude Selvagem)
– James Stewart (A Felicidade Não se Compra)

Vencedores do Oscar 1947 (da esq. pra dir.): Olivia de Havilland photo by acertaincinema.com)

Vencedores do Oscar 1947 (da esq. pra dir.): Olivia de Havilland, Harold Russell, Cathy O’Donnell (que aceitou o Oscar pelo marido Fredric March) e Anne Baxter (photo by acertaincinema.com)

MELHOR ATRIZ
• Olivia De Havilland (Só Resta uma Lágrima)

– Celia Johnson (Desencanto)
– Jennifer Jones (Duelo ao Sol)
– Rosalind Russell (Sacrifício de uma Vida)
– Jane Wyman (Virtude Selvagem)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Charles Coburn (Anos de Ternura)
– William Demarest (Sonhos Dourados)
– Claude Rains (Interlúdio)
• Harold Russell (Os Melhores Anos de Nossas Vidas)
– Clifton Webb (O Fio da Navalha)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
• Anne Baxter (O Fio da Navalha)

– Ethel Barrymore (Silêncio nas Trevas)
– Lilian Gish (Duelo ao Sol)
– Flora Robson (Mulher Exótica)
– Gale Sondergaard (Anna e o Rei do Sião)

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
– Jacques Prévert (O Boulevard do Crime)
– Raymond Chandler (A Dália Azul)
– Norman Panama, Melvin Frank (Dois Malandros e uma Garota)
– Ben Hecht (Interlúdio)
Muriel Box, Sydney Box (O Sétimo Véu)

MELHOR HISTÓRIA ORIGINAL
– Vladimir Pozner (Espelho d’Alma)
– Victor Trivas (O Estranho)
• Clemence Dane (Perfect Strangers)
– John Patrick (O Tempo Não Apaga)
– Charles Brackett (Só Resta uma Lágrima)

MELHOR ROTEIRO
– Sally Benson, Talbot Jennings (Anna e o Rei do Sião)
– Anthony Veiller (Assassinos)
– Anthony Havelock-Allan, David Lean, Ronald Neame (Desencanto)
Robert E. Sherwood (Os Melhores Anos de Nossas Vidas)
– Sergio Amidei, Federico Fellini (Roma, Cidade Aberta)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
– Joseph Walker (Sonhos Dourados)
Charles Rosher, Leonard Smith, Arthur E. Arling (Virtude Selvagem) 

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
Arthur C. Miller (Anna e o Rei do Sião)
– George J. Folsey (Anos de Ternura)

MELHOR MONTAGEM
– Arthur Hilton (Assassinos)
– William Hornbeck (A Felicidade Não se Compra)
Daniel Mandell (Os Melhores Anos de Nossas Vidas)
– William A. Lyon (Sonhos Dourados)
– Harold F. Kress (Virtude Selvagem)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
– John Bryan (César e Cleópatra)
– Paul Sheriff, Carmen Dillon (Henrique V)
Cedric Gibbons, Paul Groesse, Edwin B. Willis (Virtude Selvagem)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
Lyle R. Wheeler, William S. Darling, Thomas Little, Frank E. Hughes (Anna e o Rei do Sião)
– Richard Day, Nathan Juran, Thomas Little, Paul S. Fox (O Fio da Navalha)
– Hans Dreier, Walter H. Tyler, Sam Comer, Ray Moyer (Flor do Lodo)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
– Ray Heindorf, Max Steiner (Canção Inesquecível)
– Lennie Hayton (As Garçonetes de Harvey)
– Alfred Neman (Noites de Verão)
– Robert Emmett Dolan (Romance Inacabado)
Morris Stoloff (Sonhos Dourados)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
– Franz Waxman (Acordes do Coração)
– Bernard Herrmann (Anna e o Rei do Sião)
– Miklós Rózsa (Assassinos)
– William Walton (Henrique V)
Hugo Friedhofer (Os Melhores Anos de Nossas Vidas)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“On the Atchison, Topeka and Santa Fe”, de Harry Warren, Johnny Mercer (As Garçonetes de Harvey)
– “I Can’t Begin to Tell You”, de James V. Monaco, Mack Gordon (As Irmãs Dolly)
– “All Through the Day”, de Jerome Kern, Oscar Hammerstein II (Noites de Verão)
– “Ole Buttermilk Sky”, de Hoagy Carmichael, Jack Brooks (Paixão Selvagem)
– “You Keep Coming Back Like a Song”, de Irving Berlin (Romance Inacabado)

MELHOR SOM
– John Aalberg (A Felicidade Não se Compra)
– Gordon Sawyer (Os Melhores Anos de Nossas Vidas)
John P. Livadary (Sonhos Dourados)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
• Tom Howard (Uma Mulher do Outro Mundo)
– William C. McGann, Nathan Levinson (Uma Vida Roubada)

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
A Boy and His Dog, de Gordon Hollingshead
– College Queen, de George Templeton
– Hiss and Yell, de Jules White
– The Luckiest Guy in the World, de Jerry Bresler

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
– Dive-Hi Champs, de Jack Eaton
Facing Your Danger, de Gordon Hollingshead
– Golden Horses, de Edmund Reek
– Smart as a Fox, de Gordon Hollingshead
– Sure Cures, de Pete Smith

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
The Cat Concerto, de Fred Quimby
– Miniaturas Musicais – Trechos Musicais de Chopin, de Walter Lantz
– John Henry and the Inky-Poo, de George Pal
– Squatter’s Rights, de Walt Disney
– Walky Talky Hawky, de Edward Selzer

MELHOR DOCUMENTÁRIO-CURTA
– Atomic Power
– Life at the Zoo
– Paramount News Issue #37
Seeds of Destiny
– Traffic with the Devil

OSCAR HONORÁRIO
 • Laurence Olivier (Henrique V)
 • Harold Russell (Os Melhores Anos de Nossas Vidas)
 • Ernst Lubitsch

Por suas contribuições artísticas para o Cinema, o diretor Ernst Lubitsch recebeu um prêmio honorário (photo by acertaincinema.com)

Por suas contribuições artísticas para o Cinema, o diretor Ernst Lubitsch recebeu um prêmio honorário. Ele ficou conhecido por suas comédias como Ser ou Não Ser e A Loja da Esquina (photo by acertaincinema.com)

IRVING G. THALBERG MEMORIAL AWARD
• Samuel Goldwyn

JUVENILE AWARD
• Claude Jarman Jr.

O jovem Claude Jarman Jr. em cena com os experientes Gregory Peck e Loretta Young no filme Virtude Selvagem. Sua performance lhe rendeu uma mini-estatueta do Oscar (photo by acertaincinema.com)

O jovem Claude Jarman Jr. em cena com os experientes Gregory Peck e Jane Wyman no filme Virtude Selvagem. Sua performance lhe rendeu uma mini-estatueta do Oscar (photo by acertaincinema.com)

THE 18th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1946

07 de Março de 1946

Farrapo Humano (The Lost Weekend), de Billy Wilder: 4 Oscars

Farrapo Humano (The Lost Weekend), de Billy Wilder: 4 Oscars

MELHOR FILME
– Marujos do Amor (Anchors Aweigh)
– Os Sinos de Santa Maria (The Bells of St. Mary’s)
• Farrapo Humano (The Lost Weekend)
– Alma em Suplício (Mildred Pierce)
– Quando Fala o Coração (Spellbound)

MELHOR DIRETOR
– Clarence Brown (A Mocidade é Assim Mesmo)
– Alfred Hitchcock (Quando Fala o Coração)
– Leo McCarey (Os Sinos de Santa Maria)
– Jean Renoir (Amor à Terra)
 • Billy Wilder (Farrapo Humano)

MELHOR ATOR
– Bing Crosby (Os Sinos de Santa Maria)
– Gene Kelly (Marujos do Amor)
• Ray Milland (Farrapo Humano)
– Gregory Peck (As Chaves do Reino)
– Cornel Wilde (À Noite Sonhamos)

Ray Milland posa com seu Oscar ao lado da bela Ingrid Bergman (photo by acertaincinema.com)

Ray Milland posa com seu Oscar ao lado da bela Ingrid Bergman. Sua performance é definitivamente uma das melhores da década ao viver um alcóolatra em Farrapo Humano (photo by acertaincinema.com)

MELHOR ATRIZ
– Ingrid Bergman (Os Sinos de Santa Maria)
Joan Crawford (Alma em Suplício) – Joan Crawford não estava presente na cerimônia.
– Greer Garson (O Vale da Decisão)
– Jennifer Jones (Um Amor em Cada Vida)
– Gene Tierney (Amar Foi Minha Ruína)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Michael Chekhov (Quando Fala o Coração)
– John Dall (O Coração Não Envelhece)
James Dunn (Laços Humanos)
– Robert Mitchum (Também Somos Seres Humanos)
– J. Carrol Naish (A Morte de uma Ilusão)

Peggy Ann Garner e James Dunn (photo by acertaincinema.com)

Peggy Ann Garner e James Dunn com seus respectivos prêmios, mas ambos vencedores pelo mesmo filme: Laços Humanos (photo by acertaincinema.com)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Eve Arden (Alma em Suplício)
– Ann Blyth (Alma em Suplício)
– Angela Lansbury (O Retrato de Dorian Gray)
– Joan Lorring (O Coração Não Envelhece)
• Anne Revere (A Mocidade é Assim Mesmo)

Ao lado de James Dunn, Anne Revere ostenta seu Oscar por A Mocidade é Assim Mesmo (photo by acertaincinema.com)

Ao lado de James Dunn, Anne Revere ostenta seu Oscar por A Mocidade é Assim Mesmo. Ela ficou marcada com papéis de mães corujas (photo by acertaincinema.com)

MELHOR HISTÓRIA ORIGINAL
– László Görög, Thomas Monroe (Os Amores de Suzana)
Charles G. Booth (A Casa da Rua 92)
– John Steinbeck, Jack Wagner (A Morte de uma Ilusão)
– Alvah Bessie (Um Punhado de Bravos)
– Ernst Marischka (À Noite Sonhamos)

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
– Philip Yordan (Dillinger)
Richard Schweizer (Marie-Louise)
– Myles Connolly (Música Para Milhões)
– Milton Holmes (Quase uma Traição)
– Harry Kurnitz (Um Expedicionário em Paris)

MELHOR ROTEIRO
– Leopold Atlas, Guy Endore, Philip Stevenson (Também Somos Seres Humanos)
Charles Brackett, Billy Wilder (Farrapo Humano)
– Ranald MacDougall (Alma em Suplício)
– Albert Maltz (Uma Luz nas Trevas)
– Frank Davis, Tess Slesinger (Laços Humanos)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
– Robert H. Planck, Charles P. Boyle (Marujos do Amor)
Leon Shamroy (Amar Foi Minha Ruína)
– Leonard Smith (A Mocidade é Assim Mesmo)
– Tony Gaudio, Allen M. Davey (À Noite Sonhamos)
– George Barnes (O Pirata dos Sete Mares)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
– Arthur C. Miller (As Chaves do Reino)
– John F. Seitz (Farrapo Humano)
– Ernest Haller (Alma em Suplício)
Harry Stradling Sr. (O Retrato de Dorian Gray)
– George Barnes (Quando Fala o Coração)

MELHOR MONTAGEM
– Harry Marker (Os Sinos de Santa Maria)
– Doane Harrison (Farrapo Humano)
Robert Kern (A Mocidade é Assim Mesmo)
– George Amy (Um Punhado de Bravos)
– Charles Nelson (À Noite Sonhamos)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
Hans Dreier, Ernst Fegté, Sam Comer (Gaivota Negra)
– Lyle R. Wheeler, Maurice Ransford, Thomas Little (Amar Foi Minha Ruína)
– Cedric Gibbons, Urie McCleary, Edwin B. Willis, Mildred Griffiths (A Mocidade é Assim Mesmo)
– Ted Smith, Jack McConaghy (Cidade Sem Lei)
– Stephen Goosson, Rudolph Sternad, Frank Tuttle (Aladim e a Princesa de Bagdá)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
• Wiard Ihnen, A. Roland Fields (Sangue Sobre o Sol)

– Albert S. D’Agostino, Jack Okey, Darrell Silvera, Claude E. Carpenter (Idílio Perigoso)
– James Basevi, William S. Darling, Thomas Little, Frank E. Hughes (As Chaves do Reino)
– Hans Dreier, Roland Anderson, Sam Comer, Ray Moyer (Um Amor em Cada Vida)
– Cedric Gibbons, Hans Peters, Edwin B. Willis, John Bonar, Hugh Hunt (O Retrato de Dorian Gray)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
• George Stoll (Marujos do Amor)
– Arthur Lange (A Bela do Yukon)
– Jerome Kern, Hans J. Salter (Vivo Para Cantar)
– Morton Scott (Doce Impostora)
– Robert Emmett Dolan (Chispa de Fogo)
– Ray Heindorf, Max Steiner (Rapsódia Azul)
– Charles Henderson, Alfred Newman (Corações Enamorados)
– Edward J. Kay (Granfinos de Improviso)
– Edward H. Plumb, Paul J. Smith, Charles Wolcott (Você Já Foi à Bahia?)
– Marlin Skiles, Morris Stoloff (O Coração de uma Cidade)
– Walter Greene (Why Girls Leave Home)
– Louis Forbes, Ray Heindorf (Um Rapaz do Outro Mundo)

MELHOR TRILHAMUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
– Robert Emmett Dolan (Os Sinos de Santa Maria)
– Louis Forbes (Chutando Milhões)
– Werner Janssen (Capitão Kidd)
– Roy Webb (O Seu Milagre de Amor)
– R. Dale Butts, Morton Scott (Um Dia Voltarei)
– Edward J. Kay (G.I. Honeymoon)
– Werner Janssen (A Hipócrita)
– Daniele Amfitheatrof (Esposa de Dois Maridos)
– Alfred Newman (As Chaves do Reino)
– Miklós Rózsa (Farrapo Humano)
– Victor Young (Um Amor em Cada Vida)
– Karl Hajos (Homem Solitário)
– Franz Waxman (Um Punhado de Bravos)
– Alexander Tansman (Paris-Subterrâneo)
– Miklós Rózsa, Morris Stoloff (À Noite Sonhamos)
– Werner Janssen (Amor à Terra)
• Miklós Rózsa (Quando Fala o Coração)
– Louis Applebaum, Ann Ronell (Também Somos Seres Humanos)
– Hans J. Salter (Sublime Indulgência)
– Herbert Stothart (O Vale da Decisão)
– Hugo Friedhofer, Arthur Lange (Um Retrato de Mulher)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “Accentuate the Positive”, de Harold Arlen, Johnny Mercer (Tentação da Sereia)
– “Anywhere”, de Jule Styne, Sammy Cahn (Coração de uma Cidade)
– “Aren’t You Glad You’re You”, de Jimmy Van Heusen, Johnny Burke (Os Sinos de Santa Maria)
– “The Cat and the Canary”, de Jay Livingston, Ray Evans (Why Girls Leave Home)
– “Endlessly”, de Walter Kent, Kim Gannon (Princesa Caprichosa)
– “I Fall in Love Too Easily”, de Jule Styne, Sammy Cahn (Marujos do Amor)
– “I’ll Buy That Dream”, de Allie Wrubel, Herb Magidson (Canta-Me Teus Amores)
“It Might as Well Be Spring”, de Richard Rodgers, Oscar Hammerstein II (Corações Enamorados)
– “Linda”, de Ann Ronell (Também Somos Seres Humanos)
– “Love Letters”, de Victor Young, Edward Heyman (Um Amor em Cada Vida)
– “More and More”, de Jerome Kern, E.Y. Harburg (Vivo Para Cantar)
– “Sleighride in July”, de Jimmy Van Heusen, Johnny Burke (A Bela de Yukon)
– “So in Love”, de David Rose, Leo Robin (Um Rapaz do Outro Mundo)
– “Some Sunday Morning”, de Ray Heindorf, M.K. Jerome, Ted Koehler (Cidade Sem Lei)

MELHOR SOM
• Stephen Dunn (Os Sinos de Santa Maria)
– Daniel J. Bloomberg (Um Dia Voltarei)
– Bernard B. Brown (A Dama Desconhecida)
– Thomas T. Moulton (Amar Foi Minha Ruína)
– Nathan Levinson (Rapsódia Azul)
– John P. Livadary (À Noite Sonhamos)
– Jack Whitney (Amor à Terra)
– Douglas Shearer (Fomos os Sacrificados)
– C.O. Slyfield (Você Já Foi à Bahia?)
– W.V. Wolfe (3 é Demais)
– Loren L. Ryder (Medo que Domina)
– Gordon Sawyer (Um Rapaz do Outro Mundo)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
– Fred Sersen, Sol Halperin, Roger Heman Sr., Harry M. Leonard (O Capitão Eddie)
– Jack Cosgrove (Quando Fala o Coração)
– A. Arnold Gillespie, Donald Jahraus, R.A. MacDonald, Michael Steinore (Fomos os Sacrificados)
– Lawrence W. Butler, Ray Bomba (Aladim e a Princesa de Bagdá)
• John P. Fulton, Arthur Johns (Um Rapaz do Outro Mundo)

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
– A Gun in His Hand, de Chester M. Franklin
– The Jury Goes Round ‘n’ Round, de Jules White
– The Little Witch, de George Templeton
• Star in the Night, de Gordon Hollingshead

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
– Along the Rainbow Trail, de Edmund Reek
– Screen Snapshots Series 25, No. 1: 25th Anniversary, de Ralph Staub
• Stairway to Light, de Herbert Moulton
– Story of a Dog, de Gordon Hollingshead
– White Rhapsody, de Grantland Rice
– Your National Gallery, de Joseph O’Brien, Thomas Mead

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– Donald’s Crime, de Walt Disney
– Jasper and the Beanstalk, de George Pal
– Life With Feathers, de Edward Selzer
– Gypsy Life, de Paul Terry
– O Poeta e o Camponês, de Walter Lantz
• Quiet Please!, de Fred Quimby
– Rippling Romance

MELHOR CURTA-DOCUMENTÁRIO
– Library of Congress
• Hitler Lives
– To the Shores of Iwo Jima

MELHOR DOCUMENTÁRIO
– The Last Bomb
• Verdadeira Glória

OSCAR HONORÁRIO
 • Frank Ross, Mervyn LeRoy, Albert Maltz, Earl Robinson, Lewis Allan, Frank Sinatra (The House I Live In) – pelo tema da intolerância
 • Walter Wanger
 • Daniel J. Bloomberg

JUVENILE AWARD
 • Peggy Ann Garner

THE 17th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1945

15 de Março de 1945

O Bom Pastor (Going My Way), de Leo McCarey

O Bom Pastor (Going My Way), de Leo McCarey: 7 OSCARS

MELHOR FILME
– Pacto de Sangue (Double Indemnity)
– À Meia Luz (Gaslight)
• O Bom Pastor (Going My Way)
– Desde que Partiste (Since You Went Away)
– Wilson (Wilson)

MELHOR DIRETOR
– Alfred Hitchcock (Um Barco e Nove Destinos)
– Henry King (Wilson)
• Leo McCarey (O Bom Pastor)
– Otto Preminger (Laura)
– Billy Wilder (Pacto de Sangue)

Da esquerda pra direita: Ingrid Bergman, o diretor Leo McCarey e Bing Crosby posam para fotos (photo by acertaincinema.com)

Da esquerda pra direita: Ingrid Bergman, o diretor Leo McCarey e Bing Crosby posam para fotos (photo by acertaincinema.com)

MELHOR ATOR
– Charles Boyer (À Meia Luz)
• Bing Crosby (O Bom Pastor)
– Barry Fitzgerald (O Bom Pastor)
– Cary Grant (Apenas um Coração Solitário)
– Alexander Knox (Wilson)

MELHOR ATRIZ
• Ingrid Bergman (À Meia Luz)
– Claudette Colbert (Desde que Partiste)
– Bette Davis (Vaidosa)
– Greer Garson (Mrs. Parkington, a Mulher Inspiração)
– Barbara Stanwyck (Pacto de Sangue)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Hume Cronyn (A Sétima Cruz)
• Barry Fitzgerald (O Bom Pastor)
– Claude Rains (Vaidosa)
– Clifton Webb (Laura)
– Monty Woolley (Desde que Partiste)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
• Ethel Barrymore (Apenas um Coração Solitário)
– Jennifer Jones (Desde que Partiste)
– Angela Lansbury (À Meia Luz)
– Aline MacMahon (A Estirpe do Dragão)
– Agnes Moorehead (Mrs. Parkington, a Mulher Inspiração)

MELHOR ROTEIRO – HISTÓRIA ORIGINAL
• Leo McCarey (O Bom Pastor)
– David Boehm, Chadler Sprague (Dois no Céu)
– John Steinbeck (Um Barco e Nove Destinos)
– Alfred Neumann, Joseph Than (Ninguém Escapará ao Castigo)
– Edward Doherty, Jules Schermer (Eram Cinco Irmãos)

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
– Preston Sturges (Herói de Mentira)
– Preston Sturges (Papai por Acaso)
– Richard Connell, Gladys Lehman (Duas Garotas e um Marujo)
– Jerome Cady (Uma Asa e uma Prece)
• Lamar Trotti (Wilson)

MELHOR ROTEIRO
– Raymond Chandler, Billy Wilder (Pacto de Sangue)
– John L. Balderston, Walter Reisch, John Van Druten (À Meia Luz)
• Frank Butler, Frank Cavett (O Bom Pastor)
– Jay Dratler, Samuel Hoffenstein, Elizabeth Reinhardt (Laura)
– Irving Brecher, Fred F. Finklehoffe (Agora Seremos Felizes)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
– George J. Folsey (Agora Seremos Felizes)
– Edward Cronjager (Amor Juvenil)
– Charles Rosher (Kismet)
– Rudolph Maté, Allen M. Davey (Modelos)
– Ray Rennahan (A Mulher que Não Sabia Amar)
• Leon Shamroy (Wilson)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
– Joseph Ruttenberg (À Meia Luz)
– Glen MacWilliams (Um Barco e Nove Destinos)
– Lionel Lindon (O Bom Pastor)
– Stanley Cortez, Lee Garmes (Desde que Partiste)
– Sidney Wagner (A Estirpe do Dragão)
– George J. Folsey (Evocação)
Joseph LaShelle (Laura)
– John F. Seitz (Pacto de Sangue)
– Charles Lang (O Solar das Almas Perdidas)
– Robert Surtees, Harold Rosson (Trinta Segundos Sobre Tóquio)

MELHOR MONTAGEM
– Roland Gross (Apenas um Coração Solitário)
– LeRoy Stone (O Bom Pastor)
– Hal C. Kern, James E. Newcom (Desde que Partiste)
– Owen Marks (Janie Tem Dois Namorados)
• Barbara McLean (Wilson)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
– Charles Novi, Jack McConaghy (A Canção do Deserto)
– John B. Goodman, Alexander Golitzen, Russell A. Gausman, Ira Webb (Climax)
– Cedric Gibbons, Daniel B. Cathcart, Edwin B. Willis, Richard Pefferle (Kismet)
– Lionel Banks, Cary Odell, Fay Babcock (Modelos)
– Hans Dreier, Raoul Pene Du Bois, Ray Moyer (A Mulher que Não Sabia Amar)
– Ernst Fegté, Howard Bristol (A Princesa e o Pirata)
• Wiard Ihnen, Thomas Little (Wilson)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
Cedric Gibbons, William Ferrari, Edwin B. Willis, Paul Huldschinsky (À Meia Luz)
– John Hughes, Fred M. MacLean (As Aventuras de Mark Twain)
– Perry Ferguson, Julia Heron (Casanova Júnior)
– Mark-Lee Kirk, Victor A. Gangelin (Desde que Partiste)
– Lionel Banks, Walter Holscher, Joseph Kish (Endereço Desconhecido)
– Lyle R. Wheeler, Leland Fuller, Thomas Little (Laura)
– Hans Dreier, Robert Usher, Sam Comer (Sem Tempo Para Amar)
– Albert S’Dagostino, Carroll Clark, Darrell Silvera, Claude E. Carpenter (Vivendo de Brisa)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
– C. Bakaleinikoff, Hanns Eisler (Apenas um Coração Solitário)
– Max Steiner (As Aventuras de Mark Twain)
– Arthur Lange (Casanova Júnior)
– Edward Paul (A Combinação de Mabel)
Max Steiner (Desde que Partiste)
– Morris Stoloff, Ernst Toch (Endereço Desconhecido)
– Hans J. Salter (Férias de Natal)
– Michel Michelet, Edward Paul (O Grande Bruto)
– Freddie Rich (Jack London)
– Herbert Stothart (Kismet)
– Miklós Rózsa (A Mulher da Cidade)
– Miklós Rózsa (Pacto de Sangue)
– Dimitri Tiomkin (A Ponte de São Luís Rei)
– David Rose (A Princesa e o Pirata)
– Karl Hajos (O que Matou por Matou)
– Walter Scharf, Roy Webb (Romance dos Sete Mares)
– Robert Stolz (O Tempo é uma Ilusão)
– W. Franke Harling (Três Heroínas Russas)
– Michel Michelet (Uma Voz na Tormenta)
– Alfred Newman (Wilson)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
– George Stoll (Agora Seremos Felizes)
– Walter Scharf (Brasil)
– Edward J. Kay (Dançarina Loura)
– C. Bakaleinikoff (A Lua a Seu Alcance)
– Leo Erdody, Ferde Grofé Sr. (Minstrel Man)
Carmen Dragon, Morris Stoloff (Modelos)
– Robert Emmett Dolan (A Mulher que Não Sabia Amar)
– Alfred Newman (Olhos Travessos)
– Werner R. Heymann, Kurt Weill (Revolucionário Romântico)
– Mahlon Merrick (Sensações de 1945)
– Louis Forbes, Ray Heindorf (Sonhando de Olhos Abertos)
– Ray Heindorf (Um Sonho em Hollywood)
– Hans J. Salter (Tradição Artística)
– Charles Previn (Viva a Juventude)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “The Trolley Song”, de Ralph Blane, Hugh Martin (Agora Seremos Felizes)
“Swinging on a Star”, de Jimmy Van Heusen, Johnny Burke (O Bom Pastor)
– “Rio de Janeiro”, de Ary Barroso, Ned Washington (Brasil)
– “Silver Shadows and Golden Dreams”, de Lew Pollack, Charles Newman (Dançarina Loura)
– “I’ll Walk Alone”, de Jule Styne, Sammy Cahn (Epopéia da Alegria)
– “I’m Making Believe”, de James V. Monaco, Mack Gordon (Explosão Musical)
– “I Couldn’t Sleep a Wink Last Night”, de Jimmy McHugh, Harold Adamson (A Lua a Seu Alcance)
– “Remember Me to Carolina”, de Harry Revel, Paul Francis Webster (Minstrel Man)
– “Long Ago and Far Away”, de Jerome Kern, Ira Gershwin (Modelos)
– “Now I Know”, de Harold Arlen, Ted Koehler (Sonhando de Olhos Abertos)
– “Sweet Dreams Sweetheart”, de M.K. Jerome, Ted Koehler (Um Sonho em Hollywood)
– “Too Much in Love”, de Walter Kent, Kim Gannon (Viva a Juventude)

MELHOR SOM
– Daniel J. Bloomberg (Brasil)
– Thomas T. Moulton (Casanova Júnior)
– Stephen Dunn (Casei-me por Engano)
– Bernard B. Brown (A Irmã do Mordomo)
– Douglas Shearer (Kismet)
– John P. Livadary (Modelos)
– Loren L. Ryder (Pacto de Sangue)
– Nathan Levinson (Um Sonho em Hollywood)
– Jack Whitney (O Tempo é uma Ilusão)
– Mac Dalgleish (Uma Voz na Tormenta)
• Edmund H. Hansen (Wilson)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
– Paul Detlefsen, John Crouse, Nathan Levinson (As Aventuras de Mark Twain)
– Jack Cosgrove, Arthur Johns (Desde que Partiste)
– David Allen, Ray Cory, Robert Wright, Russell Malmgren, Harry Kisnick (A Obra Destruidora)
– Farciot Edouart, Gordon Jennings, George Dutton (Pelo Vale das Sombras)
– Vernon L. Walker, James G. Stewart, Roy Granville (Quando a Neve Tornar a Cair)
A. Arnold Gillespie, Donald Jahraus, Warren Newcombe, Douglas Shearer (Trinta Segundos Sobre Tóquio)
– Fred Sersen, Roger Heman Sr. (Wilson)

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
– Blue-Grass Gentlemen, de Edmund Reek
– Jammin’ the Blues, de Gordon Hollingshead
– Movie Pests, de Pete Smith
– 50th Anniversary of Motion Pictures, de Ralph Staub
• Who’s Who in Animal Land, de Jerry Fairbanks

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– And to Think That I Saw it on Mulberry Street, de George Pal
– Dog, Cat, and Canary
– Fish Fry, de Walter Lantz
– How to Play Football, de Walt Disney
• Mouse Trouble, de Fred Quimby
– My Boy Johnny, de Paul Terry
– Swooner Crooner

MELHOR DOCUMENTÁRIO-CURTA
– Hymn of the Nations
– New Americans
• With the Marines at Tarawa

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Belonave
– Resisting Enemy Interrogation

OSCAR HONORÁRIO
• Bob Hope

IRVING G. THALBERG MEMORIAL AWARD
• Darryl F. Zanuck

JUVENILE AWARD
• Margaret O’Brien (Agora Seremos Felizes)

Vencedora do Juvenile Award, Margaret O'Brien é abraçada por sua colega de filme (Agora Seremos Felizes) Judy Garland (photo by acertaincinema.com)

Vencedora do Juvenile Award, Margaret O’Brien é abraçada por sua colega de filme (Agora Seremos Felizes) Judy Garland (photo by acertaincinema.com)

THE 16th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1944

02 de março de 1944

Casablanca, de Michael Curtiz

Casablanca, de Michael Curtiz

MELHOR FILME
• Casablanca (Casablanca)
– Por Quem os Sinos Dobram (For Whom the Bell Tolls)

– O Diabo Disse: Não! (Heaven Can Wait)
– A Comédia Humana (The Human Comedy)
– Nosso Barco, Nossa Alma (In Which We Serve)
– Madame Curie (Madame Curie)
– Original Pecado (The More the Merrier)
– Consciências Mortas (The Ox-Bow Incident)
– A Canção de Bernadette (The Song of Bernadette)
– Horas de Tormenta (Watch on the Rhine)

MELHOR DIRETOR
– Clarence Brown (A Comédia Humana)
• Michael Curtiz (Casablanca)
– Henry King (A Canção de Bernadette)
– Ernst Lubitsch (O Diabo Disse: Não!)
– George Stevens (Original Pecado)

MELHOR ATOR
– Humphrey Bogart (Casablanca)
– Gary Cooper (Por Quem os Sinos Dobram)
• Paul Lukas (Horas de Tormenta)
– Walter Pidgeon (Madame Curie)
– Mickey Rooney (A Comédia Humana)

Melhores atores da esquerda pra direita: Paul Lukas, Jennifer Jones, Katina Paxinou e (photo by acertaincinema.com)

Melhores atores da esquerda pra direita: Paul Lukas, Jennifer Jones, Katina Paxinou e Charles Coburn (photo by acertaincinema.com)

MELHOR ATRIZ
– Jean Arthur (Original Pecado)
– Ingrid Bergman (Por Quem os Sinos Dobram)
– Joan Fontaine (De Amor Também se Morre)
• Jennifer Jones (A Canção de Bernadette)
– Greer Garson (Madame Curie)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Charles Bickford (A Canção de Bernadette)
• Charles Coburn (Original Pecado)
– J. Carrol Naish (Sahara)
– Claude Rains (Casablanca)
– Akim Tamiroff (Por Quem os Sinos Dobram)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Gladys Cooper (A Canção de Bernadette)
– Paulette Goddard (A Legião Branca)
• Katina Paxinou (Por Quem os Sinos Dobram)
– Anne Revere (A Canção de Bernadette)
– Lucile Watson (Horas de Tormenta)

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
– Dudley Nichols (Águias Americanas)
– Noel Coward (Nosso Barco, Nossa Alma)
– Lillian Hellman (Estrela do Norte)
– Allan Scott (A Legião Branca)
• Norman Krassna (Sua Alteza Quer Casar)

MELHOR HISTÓRIA ORIGINAL
William Saroyan (A Comédia Humana)
– Guy Gilpatric (Comboio Para o Leste)
– Steve Fisher (Rumo a Tóquio)
– Frank Ross, Robert Russell (Original Pecado)
– Gordon McDonell (Sombra de uma Dúvida)

MELHOR ROTEIRO
• Julius J. Epstein, Philip G. Epstein, Howard Koch (Casablanca)
– George Seaton (A Canção de Bernadette)
– Richard Flournoy, Lewis R. Foster, Frank Ross, Robert Russell (Original Pecado)
– Dashiell Hammett (Horas de Tormenta)
– Nunnally Johnson (Palheta da Vida)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
– Ray Rennahan (Por Quem os Sinos Dobram)
– Edward Cronjager (O Diabo Disse: Não!)
– Charles G. Clarke, Allen M. Davey (Aquilo, Sim, Era Vida!)
• Hal Mohr, W. Howard Greene (O Fantasma da Ópera)
– Leonard Smith (A Força do Coração)
– George J. Folsey (A Filha do Comandante)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
– James Wong Howe, Elmer Dyer, Charles A. Marshall (Águias Americanas)
– Arthur Edeson (Casablanca)
– Tony Gaudio (Corvetas em Ação)
– John F. Seitz (Cinco Covas no Egito)
– Harry Stradling Sr. (A Comédia Humana)
– Joseph Ruttenberg (Madame Curie)
– James Wong Howe (Estrela do Norte)
– Rudolph Maté (Sahara)
• Arthur C. Miller (A Canção de Bernadette)
– Charles Lang (A Legião Branca)

MELHOR MONTAGEM
• George Amy (Águias Americanas)
– Owen Marks (Casablanca)
– Doane Harrison (Cinco Covas no Egito)
– Sherman Todd, John F. Link Sr. (Por Quem os Sinos Dobram)
– Barbara McLean (A Canção de Bernadette)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
– Hans Dreier, Haldane Douglas, Bertram C. Granger (Por Quem os Sinos Dobram)
– James Basevi, Joseph C. Wright, Thomas Little (Entre a Loura e a Morena)
– John Hughes, John Koenig, George James Hopkins (Forja de Heróis)
– Cedric Gibbons, Daniel B. Cathcart, Edwin B. Willis, Jacques Mersereau (A Filha do Comandante)
• Alexander Golitzen, John B. Goodman, Russell A. Gausman, Ira Webb (O Fantasma da Ópera)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
– Hans Dreier, Ernst Fegté, Bertram C. Granger (Cinco Covas no Egito)
– Albert S. D’Agostino, Carroll Clark, Darrell Silvera, Harley Miller (Adeus, Meu Amor)
• James Basevi, William S. Darling, Thomas Little (A Canção de Bernadette)
– Perry Ferguson, Howard Bristol (Estrela do Norte)
– Cedric Gibbons, Paul Groesse, Edwin B. Willis, Hugh Hunt (Madame Curie)
– Carl Jules Weyl, George James Hopkins (Missão em Moscou)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
– C. Bakaleinikoff (Beijo da Traição)
Alfred Newman (A Canção de Bernadette)
– Hanns Eisler (Os Carrascos Também Morrem)
– Max Steiner (Casablanca)
– Phil Boutelje (Casados Sem Casa)
– Louis Gruenberg, Morris Stoloff (Os Comandos Atacam de Madrugada)
– Aaron Copland (Estrela do Norte)
– Dimitri Tiomkin (Um Gosto e Seis Vinténs)
– Gerard Carbonara (The Kansan)
– Herbert Stothart (Madame Curie)
– Arthur Lange (A Morte Dirige o Espetáculo)
– Victor Young (Por Quem os Sinos Dobram)
– Walter Scharf (Quando a Mulher se Atreve)
– Hans J. Salter, Frank Skinner (Sempre Tua)
– Leigh Harline (Sempre um Cavalheiro)
– Edward H. Plumb, Paul J. Smith, Oliver Wallace (A Vitória Pela Força Aérea)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
– Edward H. Plumb, Paul J. Smith, Charles Wolcott (Alô, Amigos)
– Morris Stoloff (Canta, Coração!)
– Robert Emmett Dolan (Coquetel de Estrelas)
– Edward Ward (O Fantasma da Ópera)
– Herbert Stothart (A Filha do Comandante)
Ray Heindorf (Forja de Heróis)
– Freddie Rich (Noivas de Tio Sam)
– Leigh Harline (Tudo por Ti)
– Alfred Newman (Turbilhão)
– Walter Scharf (Nasce o Amor)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
• “You’ll Never Know”, de Harry Warren, Mack Gordon (Aquilo, Sim, Era Vida!)
– “Saludos Amigos”, de Charles Wolcott, Ned Washington (Alô, Amigos)
– “Happiness is a Thing Called Joe”, de Harold Arlen, E.Y. Harburg (Uma Cabana no Céu)
– “You’d Be So Nice to Come Home To”, de Cole Porter (Canta, Coração!)
– “That Old Black Magic”, de Harold Arlen, Johnny Mercer (Coquetel de Estrelas)
– “They’re Either Too Young or Too Old”, de Arthur Schwartz, Frank Loesser (Graças à Minha Boa Estrela)
– “Say a Prayer for the Boys Over There”, de Jimmy McHugh, Herb Magidson (Laços Eternos)
– “Change of Heart”, de Jule Styne, Harold Adamson (Nasce o Amor)
– “We Mustn’t Say Good Bye”, de James V. Monaco, Al Dublin (Noivas de Tio Sam)
– “My Shining Hour”, de Harold Arlen, Johnny Mercer (Tudo por Ti)

MELHOR SOM
– C.O. Slyfield (Alô, Amigos)
– Edmund H. Hansen (A Canção de Bernadette)
– Jack Whitney (Os Carrascos Também Morrem)
• Stephen Dunn (Esta Terra é Minha)
– Thomas T. Moulton (Estrela do Norte)
– Bernard B. Brown (O Fantasma da Ópera)
– Nathan Levinson (Forja de Heróis)
– Douglas Shearer (Madame Curie)
– Daniel J. Bloomberg (Quando a Mulher se Atreve)
– John P. Livadary (Sahara)
– James L. Fields (So This is Washington)
– Loren L. Ryder (Sultana da Sorte)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
– Hans F. Koenekamp, Rex Wimpy, Nathan Levinson (Águias Americanas)
– Vernon L. Walker, James G. Stewart, Roy Granville (Bombardeio)
– Clarence Slifer, Ray Binger, Thomas T. Moulton (Estrela do Norte)
– Farciot Edouart, Gordon Jennings, George Dutton (A Legião Branca)
• Fred Sersen, Roger Heman Sr. (Mergulho no Inferno)
– A. Arnold Gillespie, Donald Jahraus, Michael Steinore (Às Portas do Inferno)

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
• Amphibious Fighters, de Grantland Rice
– Cavalcade of Dance, de Gordon Hollingshead
– Champions Carry on, de Edmund Reek
– Screen Snapshots Series 23, No. 1: Hollywood in Uniform, deRalph Staub
– Seeing Hands, de Pete Smith

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– O Acrobata Maluco, de Walter Lantz
– The 500 Hats of Bartholomew Cubbins, de George Pal
– Greetings Bait, de Leon Schlesinger
– Imagination, de Dave Fleischer
– Reason and Emotion, de Walt Disney
• The Yankee Doodle Mouse, de Fred Quimby

MELHOR DOCUMENTÁRIO-CURTA
– Children of Mars
• December 7th
– Swedes in America
– To the People of the United States
– Tomorrow We Fly
– Youth in Crisis

MELHOR DOCUMENTÁRIO
– Baptism of Fire
– The Battle of Russia
– Report from the Aleutians
• Vitória no Deserto
– War Department Report

OSCAR HONORÁRIO
• George Pal

IRVING G. THALBERG MEMORIAL AWARD
• Hal B. Wallis

THE 15th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1943

04 de março de 1943

Rosa de Esperança, de William Wyler

Rosa de Esperança, de William Wyler

MELHOR FILME
– Abandonados (The Pied Piper)
– E a Vida Continua (The Talk of the Town)
– Em Cada Coração um Pecado (Kings Row)
– A Canção da Vitória (Yankee Doodle Dandy)
– Ídolo, Amante e Herói (The Pride of the Yankees)
– Invasão de Bárbaros (49th Parallel)
– Na Noite do Passado (Random Harvest)
– Nossos Mortos Serão Vingados (Wake Island)
• Rosa de Esperança (Mrs. Miniver)
– Soberba (The Magnificent Ambersons)

MELHOR DIRETOR
– Michael Curtiz (A Canção da Vitória)
– John Farrow (Nossos Mortos Serão Vingados)
– Mervyn LeRoy (Na Noite do Passado)
• William Wyler (Rosa de Esperança) – William Wyler não esteve presente na cerimônia porque estava filmando para a Força Aérea. Sua esposa Margaret Tallichet aceitou o prêmio em seu nome.
– Sam Wood (Em Cada Coração um Pecado)

MELHOR ATOR
• James Cagney (A Canção da Vitória)
– Ronald Colman (Na Noite do Passado)
– Gary Cooper (Ídolo, Amante e Herói)
– Walter Pidgeon (Rosa de Esperança)
– Monty Woolley (Abandonados)

Num flash de momento, os vencedores do ano da esquerda pra direita: Van Heflin, Greer Garson, James Cagney e Teresa Wright (photo by acertaincinema.com)

Num flash de momento, os vencedores do ano da esquerda pra direita: Van Heflin, Greer Garson, James Cagney e Teresa Wright. Os coadjuvantes ainda recebiam placas na época. (photo by acertaincinema.com)

MELHOR ATRIZ
– Bette Davis (A Estranha Passageira)
• Greer Garson (Rosa de Esperança)
– Katharine Hepburn (A Mulher do Dia)
– Rosalind Russell (Solteiras às Soltas)
– Teresa Wright (Ídolo, Amante e Herói)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– William Bendix (Nossos Mortos Serão Vingados)
Van Heflin (Estrada Proibida)
– Walter Huston (A Canção da Vitória)
– Frank Morgan (Boêmios Errantes)
– Henry Travers (Rosa de Esperança)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Gladys Cooper (A Estranha Passageira)
– Agnes Moorehead (Soberba)
– Susan Peters (Na Noite do Passado)
– Dame May Whitty (Rosa de Esperança)
• Teresa Wright (Rosa de Esperança)

A bela Teresa Wright com seu prêmio por Rosa de Esperança (photo by www.oscars.org)

A bela Teresa Wright com seu prêmio por Rosa de Esperança (photo by http://www.oscars.org)

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
– Michael Powell, Emeric Pressburger (E… um Avião Não Regressou)
Michael Kanin, Ring Lardner Jr. (A Mulher do Dia)
– Frank Butler, Don Hartman (A Sedução de Marrocos)
– W.R. Burnett, Frank Butler (Nossos Mortos Serão Vingados)
– George Oppenheimer (Aço da Mesma Têmpera)

MELHOR HISTÓRIA ORIGINAL
– Irving Berlin (Duas Semanas de Prazer)
– Paul Gallico (Ídolo, Amante e Herói)
Emeric Pressburger (Invasão de Bárbaros)
– Sidney Harmon (E a Vida Continua)
– Robert Buckner (A Canção da Vitória)

MELHOR ROTEIRO
– Rodney Ackland, Emeric Pressburger (Invasão de Bárbaros)
– Herman J. Mankiewicz, Jo Swerling (Ídolo, Amante e Herói)
– George Froeschel, Claudine West, Arthur Wimperis (Na Noite do Passado)
• George Froeschel, James Hilton, Claudine West, Arthur Wimperis (Rosa de Esperança)
– Sidney Buchman, Irwin Shaw (E a Vida Continua)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
Leon Shamroy (O Cisne Negro)
– Milton R. Krasner, William V. Skall, W. Howard Greene (As Mil e uma Noites)
– Sol Polito (Corsários das Nuvens)
– W. Howard Greene (Mowgly – O Menino Lobo)
– Victor Milner, William V. Skall (Vendaval de Paixões)
– Edward Cronjager, William V. Skall (Defensores da Bandeira)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
– James Wong Howe (Em Cada Coração um Pecado)
– Stanley Cortez (Soberba)
– Charles G. Clarke (Brumas)
– Edward Cronjager (Abandonados)
– Rudolph Maté (Ídolo, Amante e Herói)
– John J. Mescall (Ela e o Secretário)
– Ted Tezlaff (E a Vida Continua)
• Joseph Ruttenberg (Rosa de Esperança)
– Leon Shamroy (Dez Cavalheiros de West Point)
– Arthur C. Miller (Isto, Acima de Tudo)

MELHOR MONTAGEM
• Daniel Mandell (Ídolo, Amante e Herói)
– Harold F. Kress (Rosa de Esperança)
– Otto Meyer (E a Vida Continua)
– Walter Thompson (Isto, Acima de Tudo)
– George Amy (A Canção da Vitória)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
– Alexander Golitzen, Jack Otterson, Russell A. Gausman, Ira Webb (As Mil e uma Noites)
– Ted Smith, Casey Roberts (Corsários das Nuvens)
• Richard Day, Joseph C. Wright, Thomas Little (Minha Namorada Favorita)
– Vincent Korda, Julia Heron (Mowgly – O Menino Lobo)
– Hans Dreier, Roland Anderson, George Sawley (Vendaval de Paixões)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
– Max Parker, Marl-Lee Kirk, Casey Roberts (Mania de Antiguidades)
– Albert S. D’Agostino, A. Roland Fields, Darrell Silvera (Soberba)
– Perry Ferguson, Howard Bristol (Ídolo, Amante e Herói)
– Cedric Gibbons, Randall Duell, Edwin B. Willis, Jack D. Moore (Na Noite do Passado)
– Boris Leven (Tensão em Shangai)
– Ralph Berger, Emile Kuri (A Jogadora)
– John B. Goodman, Jack Otterson, Russell A. Gausman, Edward R. Robinson (Indomável)
– Hans Dreier, Roland Anderson, Sam Comer (Ela e o Secretário)
– Lionel Banks, Rudolph Sternad, Fay Babcock (E a Vida Continua)
• Richard Day, Joseph C. Wright, Thomas Little (Isto, Acima de Tudo)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA OU COMÉDIA
– Frank Skinner (As Mil e uma Noites)
– Frank Churchill, Edward H. Plumb (Bambi)
– Roy Webb (Casei-me com uma Feiticeira)
– Alfred Newman (O Cisne Negro)
– Max Terr (Em Busca do Ouro)
• Max Steiner (A Estranha Passageira)
– Leigh Harline (Ídolo, Amante e Herói)
– Dimitri Tiomkin (Os Irmãos Corsos)
– Victor Young (A Jogadora)
– Edward J. Kay (Klondike Fury)
– Roy Webb (E as Luzes Brilharão Outra Vez)
– Miklós Rózsa (Mowgly – O Menino Lobo)
– Herbert Stothart (Na Noite do Passado)
– Richard Hageman (Tensão em Shangai)
– Victor Young (Tigres Voadores)
– Friedrich Hollaender, Morris Stoloff (E a Vida Continua)
– Werner R. Heymann (Ser ou Não Ser)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
– Edward Ward (Flying With Music)
– Roger Edens, George Stoll (Idílio em Do-Ré-Mi)
– Robert Emmett Dolan (Duas Semanas de Prazer)
– Charles Previn, Hans J. Salter (Raio de Sol)
• Ray Heindorf, Heinz Roemheld (A Canção da Vitória)
– Walter Scharf (Ela Quer Ser Mulher)
– Alfred Newman (Minha Namorada Favorita)
– Leigh Harline (Bonita Como Nunca)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “Love is a Song”, de Frank Churchill, Larry Morey (Bambi)
– “Dearly Beloved”, de Jerome Kern, Johnny Mercer (Bonita Como Nunca)
– “How About You?”, de Burton Lane, Ralph Freed (Calouros na Broadway)
• “White Christmas”, de Irving Berlin (Duas Semanas de Prazer)
– “Pennies for Peppino”, de Edward Ward, Chet Forrest, Bob Wright (Flying with Music)
– “Always in my Heart”, de Ernesto Lecuona, Kim Gannon (Sempre em Meu Coração)
– “Pig Foot Pete”, de Gene de Paul, Don Raye (Pandemônio)
– “There’s a Breeze on Lake House”, de Harry Revel, Mort Greene (O Prefeito da Rua 44)
– “I’ve Got a Gal in Kalamazoo”, de Harry Warren, Mack Gordon (Serenata Azul)
– “It Seems I Heard That Song Song Before”, de Jule Styne, Sammy Cahn (Youth on Parade)

MELHOR SOM
– Bernard B. Brown (As Mil e uma Noites)
– C.O. Slyfield (Bambi)
– Daniel J. Bloomberg (Tigres Voadores)
– Jack Whitney (Inimigos Amistosos)
– James L. Fields (Em Busca do Ouro)
– Douglas Shearer (Rosa de Esperança)
– Stephen Dunn (Era uma Lua de Mel)
– Thomas T. Moulton (Ídolo, Amante e Herói)
• Nathan Levinson (A Canção da Vitória)
– Loren L. Ryder (A Sedução de Marrocos)
– Edmund H. Hansen (Isto, Acima de Tudo)
– John P. Livadary (Bonita Como Nunca)

MELHOR EFEITOS ESPECIAIS
– Fred Sersen, Roger Heman Sr., George Leverett (O Cisne Negro)
– Byron Haskin, Nathan Levinson (Fugitivos do Inferno)
– Howard Lydecker, Daniel J. Bloomberg (Tigres Voadores)
– John P. Fulton, Bernard B. Brown (Espião Invisível)
– Lawrence W. Butler, William A. Wilmarth (Mowgly – O Menino Lobo)
Farciot Edouart, Gordon Jennings, William L. Pereira, Louis Mesenkop (Vendaval de Paixões)
– Ronald Neame, C.C. Stevens (E… um Avião Não Regressou)
– A. Arnold Gillespie, Warren Newcombe, Douglas Shearer (Rosa de Esperança)
– Jack Cosgrove, Ray Binger, Thomas T. Moulton (Ídolo, Amante e Herói)
– Vernon L. Walker, James G. Stewart (Emboscada em Alto Mar)

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
Beyond the Line of Duty
– Don’t Talk
– This is America Series No. 33-101: Private Smith of the U.S.A.

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
– Desert Wonderland
– Marines in the Making
Speaking of Animals and Their Families
– The United States Marine Band

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– All Out for ‘V’
– Blitz Wolf
A Face do Füher, de Walt Disney
– Pigs in a Polka, de Leon Schlesinger
– Tulips Shall Grow, de George Pal
– A Vitrola Maluca, de Walter Lantz

MELHOR DOCUMENTÁRIO
• The Battle of Midway
• Kokoda Front Line!
• Razgrom Nemetskikh voysk pod Moskvoy
• Prelúdio de uma Guerra
– Africa, Prelude to Victory
– Combat Report
– RKO Victory Special No. 34-201: Conquer by the Clock
– The Grain That Built a Hemisphere
– Henry Browne, Farmer
– High Over the Borders
– High Stakes in the East
– Inside Fighting China
– It’s Everybody’s War
– O Homem que Ouvia a Grã-Bretanha
– Little Belgium
– Little Isles of Freedom
– Mr. Blabbermouth!
– Mister Gardenia Jones
– The New Spirit, de Walt Disney
– Paramount Victory Short No. T2-3: The Price of Victory
– A Ship is Born
– Twenty-One Miles
– Paramount Victory Short No. T2-2: We Refuse to Die
– The White Eagle
– Winning Your Wings

OSCAR HONORÁRIO
• Charles Boyer
• Noel Coward (Nosso Barco, Nossa Alma)

Derrotado nas 4 vezes em que foi indicado a Melhor Ator, Charles Boyer chegou a receber um prêmio honorário por seus esforços em manter a French Research Foundation em Los Angeles (photo by acertaincinema.com)

Derrotado nas 4 vezes em que foi indicado a Melhor Ator, Charles Boyer chegou a receber um prêmio honorário por seus esforços em manter a French Research Foundation em Los Angeles (photo by acertaincinema.com)

IRVING G. THALBERG MEMORIAL AWARD
• Sidney Franklin

THE 14th ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1942

26 de fevereiro de 1942

Como Era Verde Meu Vale, de John Ford

Como Era Verde Meu Vale, de John Ford

MELHOR FILME
– Cidadão Kane (Citizen Kane)
– Com um Pé no Céu (One Foot in Heaven)
• Como Era Verde o Meu Vale (How Green Was My Valley)
– O Falcão Maltês (The Maltese Falcon)
– Flores do Pó (Blossoms in the Dust)
– Que Espere o Céu (Here Comes Mr. Jordan)
– Pérfida (The Little Foxes)
– A Porta de Ouro (Hold Back Dawn)
– Sargento York (Sergeant York)
– Suspeita (Suspicion)

MELHOR DIRETOR
• John Ford (Como Era Verde o Meu Vale)
– Alexander Hall (Que Espere o Céu)
– Howard Hawks (Sargento York)
– Orson Welles (Cidadão Kane)
– William Wyler (Pérfida)

MELHOR ATOR
Gary Cooper (Sargento York)
– Cary Grant (Serenata Prateada)
– Walter Huston (O Homem que Vendeu a Alma)
– Robert Montgomery (Que Espere o Céu)
– Orson Welles (Cidadão Kane)

Da esquerda pra direita: Gary Cooper, Joan Fontaine, Mary Astor e Donald Crisp com suas estatuetas do Oscar (photo by www.oscars.org)

Da esquerda pra direita: Gary Cooper, Joan Fontaine, Mary Astor e Donald Crisp com suas estatuetas do Oscar (photo by http://www.oscars.org)

MELHOR ATRIZ
– Bette Davis (Pérfida)
Joan Fontaine (Suspeita)
– Olivia de Havilland (A Porta de Ouro)
– Greer Garson (Flores do Pó)
– Barbara Stanwyck (Bola de Fogo)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Walter Brennan (Sargento York)
– Charles Coburn (O Diabo e a Mulher)
• Donald Crisp (Como Era Verde o Meu Vale)
– James Gleason (Que Espere o Céu)
– Sydney Greenstreet (O Falcão Maltês)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Sara Allgood (Como Era Verde o Meu Vale)
• Mary Astor (A Grande Mentira)
– Patricia Collinge (Pérfida)
– Teresa Wright (Pérfida)
– Margaret Wycherly (Sargento York)

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
• Herman J. Mankiewicz, Orson Welles (Cidadão Kane)
– Norman Krasna (O Diabo e a Mulher)
– Harry Chandlee, Abem Finkel, John Huston, Howard Koch (Sargento York)
– Karl Tunberg, Darrell Ware (Alto, Moreno e Simpático)
– Paul Jarrico (Seus Três Amores)

MELHOR HISTÓRIA ORIGINAL
– Richard Connell, Robert Presnell Sr. (Adorável Vagabundo)
– Thomas Monroe, Billy Wilder (Bola de Fogo)
– Gordon Wellesley (Gestapo)
• Harry Segall (Que Espere o Céu)
– Monckton Hoffe (As Três Noites de Eva)

MELHOR ROTEIRO
– Philip Dunne (Como Era Verde o Meu Vale)
– John Huston (O Falcão Maltês)
– Lillian Hellman (Pérfida)
– Charles Brackett, Billy Wilder (A Porta de Ouro)
• Sidney Buchman, Seton I. Miller (Que Espere o Céu)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
– Wilfred M. Cline, Karl Struss, William E. Snyder (Aloma, a Virgem Prometida)
– Bert Glennon (Demônios do Céu)
– Karl Freund, W. Howard Greene (Flores do Pó)
– William V. Skall, Leonard Smith (Gentil Tirano)
• Ernest Palmer, Ray Rennahan (Sangue e Areia)
– Harry Hallenberger, Ray Rennahan (Sucedeu no Carnaval)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO
– Gregg Toland (Cidadão Kane)
• Arthur C. Miller (Como Era Verde o Meu Vale)
– Rudolph Maté (Lady Hamilton, a Divina Dama)
– Joseph Ruttenberg (O Médico e o Monstro)
– Leo Tover (A Porta de Ouro)
– Charles Lang (Quando Morre o Dia)
– Joseph Walker (Que Espere o Céu)
– Edward Cronjager (Quero Casar-me Contigo)
– Sol Polito (Sargento York)
– Karl Freund (O Soldado de Chocolate)

MELHOR MONTAGEM
– Robert Wise (Cidadão Kane)
– James B. Clark (Como Era Verde o Meu Vale)
– Harold F. Kress (O Médico e o Monstro)
– Daniel Mandell (Pérfida)
• William Holmes (Sargento York)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
Cedric Gibbons, Urie McCleary, Edwin B. Willis (Flores do Pó)
– Richard Day, Joseph C. Wright, Thomas Little (Sangue e Areia)
– Raoul Pene Du Bois, Stephen Seymour (Sucedeu no Carnaval)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO E BRANCO
– Perry Ferguson, Van Nest Polglase, A. Roland Fields, Darrell Silvera (Cidadão Kane)
• Richard Day, Nathan Juran, Thomas Little (Como Era Verde o Meu Vale)
– Cedric Gibbons, Randall Duell, Edwin B. Willis (De Mulher Para Mulher)
– John DuCasse Schulze, Edward G. Boyle (O Filho de Monte Cristo)
– Vincent Korda, Julia Heron (Lady Hamilton, a Divina Dama)
– Lionel Banks, George Montgomery (Mistério de uma Mulher)
– Martin Obzina, Jack Otterson, Russell A. Gausman (Paixão Fatal)
– Hans Dreier, Robert Usher, Sam Comer (A Porta de Ouro)
– Stephen Goosson, Howard Bristol (Pérfida)
– Alexander Golitzen, Richard Irvine (Quando Morre o Dia)
– John Hughes, Fred M. MacLean (Sargento York)

MELHOR TRILHA MUSICAL – DRAMA
– Alfred Newman (Bola de Fogo)
– Bernard Herrmann (Cidadão Kane)
– Alfred Newman (Como Era Verde o Meu Vale)
– Frank Skinner (Corações Humanos)
– Edward Ward (Dona de Seu Destino)
– Richard Hageman (Esta Mulher Me Pertence)
• Bernard Herrmann (O Homem que Vendeu a Alma)
– Miklós Rózsa (Lydia)
– Franz Waxman (O Médico e o Monstro)
– Morris Stoloff, Ernst Toch (Mistério de uma Mulher)
– Cy Feuer, Walter Scharf (Mercy Island)
– Louis Gruenberg (Náufragos)
– Meredith Willson (Pérfida)
– Victor Young (A Porta de Ouro)
– Miklós Rózsa (Quando Morre o Dia)
– Werner R. Heymann (Que Sabe Você do Amor?)
– Edward J. Kay (O Rei dos Zombies)
– Edward Ward (O Sabichão)
– Max Steiner (Sargento York)
– Franz Waxman (Suspeita)

MELHOR TRILHA MUSICAL – MUSICAL
– Morris Stoloff (Ao Compasso do Amor)
• Frank Churchill, Oliver Wallace (Dumbo)
– Cy Feuer (Ice-Capades)
– Heinz Roemheld (Uma Loira com Açúcar)
– Charles Previn (Ordinário, Marche!)
– Edward Ward (Pândega Universitária)
– Emil Newman (Quero Casar-me Contigo)
– Robert Emmett Dolan (Sinfonia Bárbara)
– Herbert Stohart, Bonislau Kaper (O Soldado de Chocolate)
– Anthony Collins (Sunny)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “Since I Kissed My Baby Goodbye”, de Cole Porter (Ao Compasso do Amor)
– “Baby Mine”, de Frank Churchill, Ned Washington (Dumbo)
– “Blues in the Night”, de Harold Arlen, Johnny Mercer (Uma Canção Para Você)
– “Dolores”, de Louis Alter, Frank Loesser (Noites de Rumba)
– “Boogie Woogie Bugle Boy of Company B”, de Hugh Prince, Don Raye (Ordinário, Marche!)
– “Out of Silence”, de Lloyd B. Norlin (Pândega Universitária)
– “Chattanooga Choo Choo”, de Harry Warren, Mack Gordon (Quero Casar-me Contigo)
– “Be Honest With Me”, de Gene Autry, Fred Rose (Ridin’ on a Rainbow)
• “The Last Time I Saw Paris”, de Jerome Kern, Oscar Hammerstein II (Se Você Fosse Sincera)

MELHOR SOM
– Thomas T. Moulton (Bola de Fogo)
– John Aalberg (Cidadão Kane)
– Loren L. Ryder (Com Qual dos Dois?)
– Edmund H. Hansen (Como Era Verde o Meu Vale)
– Charles L. Lootens (The Devil Pays Off)
– Edward B. Brown (Encontro de Amor)
– John P. Livadary (Os Homens de Minha Vida)
• Jack Whitney (Lady Hamilton, a Divina Dama)
– Nathan Levinson (Sargento York)
– Douglas Shearer (O Soldado de Chocolate)
– Elmer Raguse (A Volta do Fantasma)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
– Farciot Edouart, Gordon Jennings, Louis Mesenkop (Aloma, a Virgem Prometida)
– A. Arnold Gillespie, Douglas Shearer (Asas nas Trevas)
– Lawrence W. Butler, William A. Wilmarth (Lady Hamilton, a Divina Dama)
– Byron Haskin, Nathan Levinson (O Lobo do Mar)
– John P. Fulton, John D. Hall (A Mulher Invisível)
Farciot Edouart, Gordon Jennings, Louis Mesenkop (Revoada das Águias)
– Roy Seawright, Elmer Raguse (A Volta do Fantasma)
– Fred Sersen, Edmund H. Hansen (Um Yankee na R.A.F.)

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
– Alive in the Deep
– A Crime Does Not Pay Subject: ‘Forbidden Passage’
– The Gay Parisian
Main Street on the March!
– The Tanks Are Coming

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
– Army Champions, de Pete Smith
– Beauty and the Beach
– Forty Boys and a Song
– Kings of the Turf
• Of Pups and Puzzles
– Sagabrush and Silver
– Speaking of Animals Down on the Farm

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
– Boogie Woogie Bugle Boy of Company ‘B’, de Walter Lantz
– Hiawatha’s Rabbit Hunt, de Leon Schlesinger
– How War Came
• Me Dê Uma Pata, de Walt Dinsey
– The Night Before Christmas
– Rhapsody in Rivets, de Leon Schlesinger
– The Rookie Bear
– Rhythm in the Ranks
– Superman
– Truant Officer Donald, de Walt Disney

MELHOR DOCUMENTÁRIO
– Adventure in the Bronx
– Bomber
– Christmas Under Fire

• Churchill’s Island

– A Letter from Home
– Life of a Thoroughbred
– Norway in Revolt
– A Place to Live
– Russian Soil
– Soldiers of the Sky
– Warclouds in the Pacific

OSCAR HONORÁRIO
• Alvo Para Esta Noite
• Fantasia
• ‘Kukan’: The Battle Cry of China

Fantasia recebe o prêmio honorário (photo by maniacosporfilme.wordpress.com)

Fantasia recebe o prêmio honorário por sua inovação do uso da música na animação (photo by maniacosporfilme.wordpress.com)

IRVING G. THALBERG MEMORIAL AWARD
• Walt Disney

THE 13rd ANNUAL ACADEMY AWARDS – OSCAR 1941

27 de fevereiro de 1941

Rebecca poster

Rebecca, a Mulher Inesquecível, de Alfred Hitchcock

MELHOR FILME
– Tudo Isto e o Céu Também (All This, and Heaven Too)
– Correspondente Estrangeiro (Foreign Correspondent)
– Vinhas da Ira (The Grapes of Wrath)
– O Grande Ditador (The Great Dictator)
– Kitty Foyle (Kitty Foyle)
– A Carta (The Letter)
– A Longa Viagem de Volta (The Long Voyage Home)
– Nossa Cidade (Our Town)
– Núpcias de Escândalo (The Philadelphia Story)
• Rebecca, a Mulher Inesquecível (Rebecca)

MELHOR DIRETOR
– George Cukor (Núpcias de Escândalo)
– Alfred Hitchcock (Rebecca, a Mulher Inesquecível)
• John Ford (Vinhas da Ira)
– Sam Wood (Kitty Foyle)
– William Wyler (A Carta)

MELHOR ATOR
– Charles Chaplin (O Grande Ditador)
– Henry Fonda (Vinhas da Ira)
– Raymond Massey (O Libertador)
– Laurence Olivier (Rebecca, a Mulher Inesquecível)
• James Stewart (Núpcias de Escândalo)

James Stewart e Ginger Rogers posam para foto após vitória (photo by photos.syracuse.com)

James Stewart e Ginger Rogers posam para foto após vitória (photo by photos.syracuse.com)

MELHOR ATRIZ
– Bette Davis (A Carta)
– Joan Fontaine (Rebecca, a Mulher Inesquecível)
– Katharine Hepburn (Núpcias de Escândalo)
Ginger Rogers (Kitty Foyle)
– Martha Scott (Nossa Cidade)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Albert Bassermann (Correspondente Estrangeiro)
• Walter Brennan (O Galante Aventureiro)
– William Gargan (Não Cobiçarás a Mulher Alheia)
– Jack Oakie (O Grande Ditador)
– James Stephenson (A Carta)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Judith Anderson (Rebecca, a Mulher Inesquecível)
• Jane Darwell (Vinhas da Ira)
– Ruth Hussey (Núpcias de Escândalo)
– Barbara O’Neil (Tudo Isto e o Céu Também)
– Marjorie Rambeau (Quero Ser Feliz)

A atriz Lynn Fontanne entrega o prêmio a Jane Darwell (photo by http://blogs.indiewire.com/leonardmaltin/oscarson-the-radio)

A atriz Lynn Fontanne entrega o prêmio a Jane Darwell (photo by http://blogs.indiewire.com/leonardmaltin/oscarson-the-radio)

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
– Ben Hecht (Anjos da Broadway)
– Charles Bennett, Joan Harrison (Correspondente Estrangeiro)
– Charles Chaplin (O Grande Ditador)
• Preston Sturges (O Homem que Se Vendeu)
– Norman Burnstine, Heinz Herald, John Huston (A Vida do Dr. Ehrlich)

MELHOR ROTEIRO, HISTÓRIA ORIGINAL
– Hugo Butler, Dore Schary (Edison, o Mago da Luz)
– Stuart N. Lake (O Galante Aventureiro)
– Walter Reisch (O Inimigo X)
• Benjamin Glazer, Hans Székely (Levanta-te, Meu Amor!)
– Leo McCarey, Bella Spewack, Sam Spewack (Minha Esposa Favorita)

MELHOR ROTEIRO
– Dalton Trumbo (Kitty Foyle)
– Dudley Nichols (A Longa Viagem de Volta)
Donald Ogden Stewart (Núpcias de Escândalo)
– Robert E. Sherwood, Joan Harrison (Rebecca, a Mulher Inesquecível)
– Nunnally Johnson (Vinhas da Ira)

MELHOR FOTOGRAFIA COLORIDA
– Sidney Wagner, William V. Skall (Bandeirantes do Norte)
– Oliver T. Marsh, Allen M. Davey (Divino Tormento)
• Georges Périnal (O Ladrão de Bagdá)
– Victor Milner, W. Howard Greene (Legião de Heróis)
– Arthur C. Miller, Ray Rennahan (O Pássaro Azul)
– Leon Shamroy, Ray Rennahan (Serenata Tropical)

MELHOR FOTOGRAFIA PRETO-E-BRANCO
– Tony Gaudio (A Carta)
– Rudolph Maté (Correspondente Estrangeiro)
– Harold Rosson (Fruto Proibido)
– Gregg Toland (A Longa Viagem de Volta)
– Charles Lang (Levanta-te, Meu Amor!)
– James Wong Howe (O Libertador)
– Joseph A. Valentine (Parada da Primavera)
– Joseph Ruttenberg (A Ponte de Waterloo)
• George Barnes (Rebecca, a Mulher Inesquecível)

MELHOR MONTAGEM
– Warren Low (A Carta)
• Anne Bauchens (Legião de Heróis)
– Sherman Todd (A Longa Viagem de Volta)
– Hal C. Kern (Rebecca, a Mulher Inesquecível)
– Robert L. Simpson (Vinhas da Ira)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE PRETO-E-BRANCO
– Lionel Banks, Robert Peterson (A Amazona de Tucson)
– Richard Day, Joseph C. Wright (A Bela Lillian Russell)
– John Victor Mackay (Comando Negro)
– Alexander Golitzen (Correspondente Estrangeiro)
– James Basevi (O Galante Aventureiro)
– Anton Grot (O Gavião do Mar)
– Hans Dreier, Robert Usher (Levanta-te, Meu Amor!)
– John DuCasse Schulze (Meu Filho, Meu Filho!)
– Van Nest Polglase, Mark-Lee Kirk (Minha Esposa Favorita)
• Cedric Gibbons, Paul Groesse (Orgulho)
– Lyle R. Wheeler (Rebecca, a Mulher Inesquecível)
– Lewis J. Rachmil (Nossa Cidade)
– Jack Otterson (Os Gregos Eram Assim)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE COLORIDA
– Cedric Gibbons, John S. Detlie (Divino Tormento)
• Vincent Korda (O Ladrão de Bagdá)
– Hans Dreier, Roland Anderson (Legião de Heróis)
– Richard Day, Joseph C. Wright (Serenata Tropical)

MELHOR TRILHA MUSICAL ORIGINAL
– Victor Young (A Amazona de Tucson)
– Max Steiner (A Carta)
– Frank Skinner (A Casa das Sete Torres)
– Victor Young (Comando Negro)
– Werner R. Heymann (O Despertar do Mundo)
– Louis Gruenberg (The Fight for Life)
– Richard Hageman (A Flama da Liberdade)
– Meredith Willson (O Grande Ditador)
– Miklós Rózsa (O Ladrão de Bagdá)
– Victor Young (Legião de Heróis)
– Richard Hageman (A Longa Viagem de Volta)
– Alfred Newman (A Marca do Zorro)
– Roy Webb (Minha Esposa Favorita)
– Aaron Copland (Nossa Cidade)
• Leigh Harline, Paul J. Smith, Ned Washington (Pinóquio)
– Herbert Stothart (A Ponte de Waterloo)
– Franz Waxman (Rebecca, a Mulher Inesquecível)

MELHOR TRILHA MUSICAL
– Artie Shaw (Amor da Minha Vida)
– Erich Wolfgang Korngold (O Gavião do Mar)
– Cy Feuer (Hit Parade of 1941)
– Anthony Collins (Irene)
– Victor Young (Levanta-te, Meu Amor!)
– Aaron Copland (Nossa Cidade)
– Charles Previn (Parada da Primavera)
– George Stoll, Roger Edens (O Rei da Alegria)
• Alfred Newman (A Vida é uma Canção)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
– “Love of My Life”, de Artie Shaw, Johnny Mercer (Amor da Minha Vida)
– “Who Am I?”, de Jule Styne, Walter Bullock (Hit Parade of 1941)
– “Only Forever”, de James V. Monaco, Johnny Burke (Melodia Roubada)
– “It’s a Blue World”, de Chet Forrest, Bob Wright (Melodias do Meu Coração)
– “I’d Know You Anywhere”, de Jimmy McHugh, Johnny Mercer (O Palácio dos Espíritas)
– “Waltzing in the Clouds”, de Robert Stolz, Gus Kahn (Parada da Primavera)
• “When You Wish Upon a Star”, de Leigh Harline, Ned Washington (Pinóquio)
– “Our Love Affair”, de Roger Edens, George Stoll (O Rei da Alegria)
– “Down Argentine Way”, de Harry Warren, Mack Gordon (Serenata Tropical)

MELHOR SOM
– Charles L. Lootens (Benhind the News)
– Elmer Raguse (Capitão Cauteloso)
– Jack Whitney (A Flama da Liberdade)
– Nathan Levinson (O Gavião do Mar)
– John Aalberg (Kitty Foyle)
– Loren L. Ryder (Legião de Heróis)
– John P. Livadary (Maridos em Profusão)
– Thomas T. Moulton (Nossa Cidade)
– Bernard B. Brown (Parada da Primavera)
• Douglas Shearer (O Rei da Alegria)
– Edmund H. Hansen (Vinhas da Ira)

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
– Paul Eagler, Thomas T. Moulton (Correspondente Estrangeiro)
– Farciot Edouart, Gordon Jennings (O Delírio de um Sábio)
– Roy Seawright, Elmer Raguse (O Despertar do Mundo)
– Farciot Edouart, Gordon Jennings, Loren L. Ryder (A Deusa da Floresta)
– A. Arnold Gillespie (Fruto Proibido)
– Byron Haskin, Nathan Levinson (O Gavião do Mar)
– John P. Fulton, Bernard B. Brown, Joe Lapis (Os Gregos Eram Assim)
• Lawrence W. Butler, Jack Whitney (O Ladrão de Bagdá)
– R.T. Layton, Ray Binger, Thomas T. Moulton (A Longa Viagem de Volta)
– Howard Lydecker, William Bradford, Bud Thackery, Herbert Norsch (Mulheres na Guerra)
– Fred Sersen, Edmund H. Hansen (O Pássaro Azul)
– Jack Cosgrove, Arthur Johns (Rebecca, a Mulher Inesquecível)
– Vernon L. Walker, John Aalberg (Robinson Suíço)
– John P. Fulton, Bernard B. Brown, William Hedgcock (A Volta do Homem Invisível)

MELHOR CURTA-METRAGEM, DOIS ROLOS
– Eyes of the Navy
Teddy the Rough Rider
– Service with the Colors

MELHOR CURTA-METRAGEM, UM ROLO
– London Can Take It!
– More About Nostradamus
Quicker’n a Wink
– Siege

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
• The Milky Way, de Fred Quimby, Rudolf Ising
– Puss Gets the Boot, de Rudolf Ising
– A Wild Hare, de Leon Schlesinger

OSCAR HONORÁRIO
• Bob Hope
• Nathan Levinson

John Ford (photo by www.goldderby.com)

John Ford ganhou seu 2º Oscar por Vinhas da Ira (photo by http://www.goldderby.com)